Dicas de Sobrevivência Pra Quem Vai à Amsterdam na Holanda

Vai visitar Amsterdam por conta própria e tem dúvidas de como fazer pra se virar por lá? Então não perca estas dicas de sobrevivência e veja o que os guias de viagem não contam.

Amsterdam

Amsterdam

Uma viagem internacional, feita por conta própria, é a melhor opção para quem quer conhecer bem um lugar e ficar livre pra fazer o que bem entender, no seu próprio ritmo.

Mas por outro lado, também gera certa insegurança. Afinal, trata-se de outra cultura, outro idioma, outros costumes... Sem a segurança e o conforto de um guia turístico, a pergunta que não quer calar é: “será que conseguirei me virar sozinho(a) por lá?”.

Pensando nisso, fiz este post com o objetivo de ajudar o leitor do blog a tirar algumas dúvidas, utilizando a minha experiência como referência.

Não estou querendo dizer o que é certo ou errado, longe de mim! A intenção aqui é dar as minhas impressões para que você possa ter uma ideia do que poderá encontrar quando chegar ao seu destino.

É claro que cada um tem um ponto de vista. Por isso, convido os leitores do blog a fazerem seus comentários no final do post. Assim, poderemos todos ajudar aqueles que estão com viagem marcada para a encantadora Amsterdam.

Como são os holandeses?

Holanda

Holanda

Achei um povo bastante simpático e receptivo. Pra qualquer lugar que vamos, os holandeses nos recebem bem e quase sempre com um sorriso no rosto.

Sinceramente, não esperava uma atitude diferente, pois Amsterdam sempre teve a fama de ser um lugar isento de preconceitos, jovem e alegre. Me surpreenderia se tivesse encontrado uma população nativa pouco receptiva.

Mas, calma aí. Não é pra todo mundo achar que eles sejam totalmente despachados como o brasileiro costuma ser. Afinal, como é característico do povo europeu, eles tem lá as suas reservas.

Pode-se dizer que, de um modo geral, eles são mais para receptivos do que reservados. Porém, não totalmente despachados.

Acredito que parte dessa simpatia e receptividade se deva também pelo fato de o holandês de Amsterdam estar acostumado a lidar com uma grande quantidade de turistas o ano todo. E pode acreditar: a quantidade é enorme mesmo!

Outra coisa que me chamou a atenção nos holandeses, e que não posso deixar de citar aqui, é a beleza. Sei que ainda tenho muitos países pra conhecer, mas também já passei por vários e digo que tô pra ver um país com tanta gente linda como a Holanda. Chega a ser desleal!

E vale tanto para os homens quanto as mulheres.

Como se virar com o idioma em Amsterdam?

Você consegue entender?

Você consegue entender?

Quando estamos fazendo o nosso planejamento de viagem, acabamos nos deparando com algumas palavras em holandês e, não dá outra: bate aquele desespero, porque elas são totalmente impraticáveis, tanto pra ler quanto pra falar.

São palavras gigantes, cheias de combinações estranhas de letras – que, ao falar, geram um som um pouco diferente do que está escrito.

E aí, a dúvida óbvia: será que eu vou conseguir me virar sozinho(a) com o idioma?

A minha resposte é... Sim! Dá tranquilamente pra visitar Amsterdam (e a Holanda) somente com um inglês básico. Isso porque praticamente todos os holandeses são bilíngues e sabem falar inglês fluentemente.

Junte isso com a simpatia e receptividade deles, então você já pode imaginar que dá pra se virar bem em terras holandesas.

Os nativos de Amsterdam são ainda mais tranquilos, pois como falei acima, eles estão acostumados a lidar com uma horda de turistas. Mesmo que você venha com um inglês capenga, fique tranquilo(a) que eles entendem e vão te ajudar.

Sempre que viajo pra algum país, tento aprender alguma palavra do idioma local como forma de cortesia, pois acho isso uma atitude de bom tom para um turista que chega a um país.

Mas desta vez admito que estava tendo uma enorme dificuldade em tentar falar qualquer coisa em holandês, até mesmo um simples “obrigado” (Dank u wel). É realmente uma língua complicada pra quem não está habituado.

Li que o holandês sabe que seu idioma é muito difícil e não espera que o turista fale alguma palavra dele, diferentemente dos franceses. Aliás, é bem o contrário: quem insistir em falar, eles simplesmente ignoram e respondem em inglês. Tal como se quisesse dizer: “não adianta nem tentar, querida...”.

E é exatamente isso aí que acontece!

Eu estava passeando na Museumplein e decidi comprar um Stroopwafel numa barraquinha. Como fui atendida por uma holandesa muito simpática, perguntei pra ela como é que se pronunciava o nome da guloseima.

É claro que não consegui falar da forma correta. Ela ainda tentou uma 2ª vez e ainda assim não consegui. Quando eu ia tentar uma 3ª, já às gargalhadas com a moça holandesa, ela soltou logo um “Yeah... Whatever...”.

Por isso, não se desespere com as estranhas palavras holandesas. Basta chegar falando inglês mesmo, que tudo dá certo.

A comida em Amsterdam

Não existe, exatamente, uma comida típica da Holanda, como acontece com a Itália, por exemplo, em que você tem as massas, as pizzas e o famoso gelato.

Em Amsterdam, talvez pela quantidade enorme de turistas do mundo todo e também pelos imigrantes que lá vivem, encontramos restaurantes de culinária de várias partes do mundo. Se quiser uma comida japonesa, lá tem. Se quiser uma massa italiana, lá tem. Quer comer uma costelada argentina? Lá tem. É só escolher.

Mas apesar de tudo, também não quer dizer que não haja itens considerados característicos do país.

Batata frita com maionese

Batata frita com maionese

Passeando por Amsterdam, você fatalmente irá se deparar com várias casas que servem batata frita com maionese. Geralmente, são estabelecimentos minúsculos, com uma fila considerável na porta e que servem as batatas num cone de papel (há vários tamanhos) com uma maionese no topo.

As batatas, em si, não são nada de mais (embora ótimas). Mas o grande atrativo é mesmo a maionese. Lisinha e suave. Uma delícia!

Eu confesso que, a princípio, fiquei meio receosa de experimentar, pois maionese é aquele tipo de comida traiçoeira, que se tiver um pouquinho “passada” acaba te deixando de castigo no banheiro por dias, atrapalhando a viagem.

Mas dada a fama e a cara da maionese nos 2 estabelecimentos que visitei, resolvi encarar e não me arrependi: a maionese é maravilhosa! E tem de vários sabores e temperos, embora a tradicional seja a minha preferida.

Você irá encontrar várias opções boas em sua visita à Amsterdam, mas para quem quiser uma indicação, gostei muito da Manneken Pis, que fica na Damrak 41 e a Vleminckx, que fica na Voetboogstraat 33, perto da Praça Spui.

Outra guloseima bastante típica é o Stroopwafel. Trata-se de um waffle recheado de caramelo que você pode compra-lo nos supermercados (em pacotes de 10 unidades) ou então em barraquinhas de rua, onde são feitos na hora.

O delicioso Stroopwafel

O delicioso Stroopwafel

E eles são muito gostosos! Tem de vários tamanhos e é impossível não comê-los várias vezes nesta viagem a Amsterdam. Deixando sempre um pacotinho dentro da sua bolsa ou mochila, é uma ótima opção para quando der aquela vontade de beliscar alguma coisa no meio do dia.

E também não há quem resista e não traga uns pra casa. Eles pesam um pouco na mala, mas vale a pena, porque a gente chega ao Brasil já com saudades do bendito doce.

Os queijos holandeses são um dos melhores do mundo

Os queijos holandeses são um dos melhores do mundo

Mais um item muito vendido por lá é o queijo holandês, que é mesmo muito saboroso.

Os mais conhecidos são o Gouda e o Edam, que por sua vez tem vários subtipos de acordo com o estágio de maturidade.

Há várias casas típicas em Amsterdam, com degustação desses queijos pra você escolher qual levar – o que acaba sendo um martírio, porque dá vontade de comprar todos.

Aliás, o item “laticínios” é um dos fortes da Holanda. Não é à toa que as vacas holandesas possuem fama mundial, pois o leite holandês é realmente muito bom.

Entrando no supermercado (em Amsterdam é a rede Albert Heijn, com uma loja em praticamente cada esquina), você encontra uma variedade. Experimentei várias marcas e todas foram aprovadas.

Vla

Vla

Aliás, não deixe de experimentar um leite achocolatado da marca Chocomel que achei delicioso. Ele é servido até nas cafeterias.

Ainda falando dos laticínios, experimente também o Vla. É uma espécie de sobremesa cremosa que possui vários sabores, é servido gelado e vem em caixas longa vida. A consistência lembra a desses pudins de pó Royal, um pouco antes de levar à geladeira. É ótimo pra comer de colher.

Outro item típico da Holanda (e que não tive coragem de experimentar) é o Arenque.

Vai encarar?

Vai encarar?

Eu sei que é apenas um peixe bem conhecido e não teria nada demais comê-lo. O problema é a maneira inusitada que os holandeses degustam essa iguaria: virando a cabeça pra trás e mandando o peixe inteiro, sem a cabeça e CRU, boca adentro.

Se você não for muito fã de peixe ou está aí fazendo cara feia como eu fiz quando vi a cena pela primeira vez, então fuja correndo dessa “guloseima”. Mas se for corajoso(a), boa sorte: eles geralmente são vendidos frescos e em barraquinhas típicas ou nas feiras.

Por fim, um dos itens muito comentados por quem visita Amsterdam são as cervejas. Há vários tipos por lá, que costumam ser muito apreciadas por nativos e turistas.

Cerveja

Cerveja

Para surpresa de muitos brasileiros, reza a lenda que holandês que é holandês não gosta da Heineken. Não que seja uma cerveja ruim, mas dizem que há outras bem melhores por lá.

Eu não sou muito fã da bebida, o máximo que experimentei foi mesmo a famosa marca, quando visitei a Heineken Experience. Ainda tentei pedir outra em um bar próximo ao meu hotel, mas depois descobri que, na verdade, tratava-se de uma cerveja belga.

Pra você ver como entendo tuuuudo de cerveja...

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Quanto gastar por dia em Amsterdam?

Eis um tema delicado, já que cada um tem um objetivo e um orçamento próprios.

Euro

Euro

No geral, não achei uma cidade tããão cara assim. Se formos comparar com grandes capitais como Londres e Paris, por exemplo, os preços em Amsterdam são até bem razoáveis.

Mas também não vai achando que é tudo barato, porque também está longe disso. Mesmo porque o câmbio do euro aumentou muito ultimamente, o que faz as coisas doerem mais no bolso do brasileiro.

Em minhas viagens, procuro não ficar convertendo tudo pro Real. Porque senão, a gente não bebe um refrigerante ou não compra um chaveiro. É claro que, em certos momentos, é necessário. Mas não dá pra entrar na paranoia de fazer conta pra tudo.

DICA: Crie uma meta de gasto por dia. Faça aquele dinheiro render, sem pensar muito no quanto custaria se fosse em Real. A não ser que você vá adquirir alguma coisa que compraria por um preço alto no Brasil. Aí sim é bom converter pra ver se vale a pena comprar aquele item lá fora.

Quanto ao gasto diário em Amsterdam (sem contar hospedagem), uma vantagem é que muitas das atrações de lá requerem a compra do ingresso pela internet com antecedência (para evitar filas e lotações e/ou para conseguir ingresso mais barato). Tudo bem que tem a questão do IOF do cartão de crédito, mas é uma preocupação a menos no seu gasto do dia-a-dia.

O transporte público também não é careiro e ainda há a opção de comprar um ticket de uso ilimitado por horas, que costuma trazer vantagens pra quem for utilizá-los.

Quanto à alimentação e gastos menores (supermercado, compras e souvenires, por exemplo), também não achei tão caro assim em Amsterdam.

Não sou uma gastadora inveterada, mas confesso que não gosto de passar vontade. Se eu encontrar algum item que eu goste muito, compro mesmo (pra minha sorte, não tenho muito desses “ataques de vontade”). Mas de um modo geral, coloquei meu limite máximo de gasto diário em Amsterdam em 80 euros.

Nos dias que fiquei zanzando na cidade, não ultrapassei esse valor nenhuma vez. Mas se acontecer no seu caso, basta se policiar e descontar esse excedente dos 80 euros programados para o dia seguinte.

Só aconteceu mesmo de extrapolar a previsão nos dias que fiz os passeios para fora de Amsterdam, quando fui visitar o Keukenhof, a vila dos moinhos Zaanse Schans e também a cidade de Haia. Nesses casos, tive que comprar passagens de trem interurbano para fazer o deslocamento (no caso do Keukenhof, foi apenas para chegar até o aeroporto, de onde sai o ônibus pro parque – cuja passagem estava embutida no ingresso da atração).

O segredo é se programar e se organizar. Arrume um caderninho e faça as contas quando chegar ao hotel, todos os dias. Dessa forma, você consegue administrar melhor os seus gastos.

Como se locomover em Amsterdam?

A cidade é relativamente pequena, se comparada com outras grandes metrópoles do mundo. E também é plana, ou seja, é bastante convidativa para um giro a pé.

Aliás, se tem um passeio muito bacana em Amsterdam é bater perna em torno dos canais da cidade e também pelas praças (a Dam, a Museumplein, a Rembrandtplein e a Leidseplein).

Mas tem hora que precisamos priorizar o tempo ou mesmo poupar as pernas. E é aí que o eficiente transporte público de Amsterdam entra em ação. A cidade conta com 3 meios principais: o metrô, o ônibus e o Tram (ou bonde).

Pra quem vai utilizá-los, a melhor forma de economizar na passagem é comprando um cartão chamado OV-Chipkaart – que dá acesso a todos os 3 veículos, mas só pra quem vai circular dentro de Amsterdam.

OV-Chipkaart

OV-Chipkaart

Há vários tipos deles e o que vai mesmo interessar ao turista é adquirir o OV-Chipkaart de horas corridas. No meu caso, fiquei 5 dias hospedada na cidade e, como ia acabar utilizando o transporte em todos esses dias, comprei um de 120 horas – que começa a valer no momento que você passa o cartão no leitor pela primeira vez.

Confira os preços e opções de horas do OV-Chipkaart, informados no site oficial.

De todos os meios de transporte, o que mais usamos em Amsterdam é mesmo o Tram. Ele cobre grande parte do centro e te leva pra todas as atrações da cidade.

Aliás, em quase todas as principais avenidas encontramos algum ponto deles. É fácil identifica-los, pois geralmente possuem uma cobertura típica e, muitas vezes, um painel com as linhas que passam por ali e o tempo que elas devem levar pra chegar até aquele ponto.

Tram: o bonde de Amsterdam

Tram: o bonde de Amsterdam

Quando o Tram chegar, não precisa dar sinal. Tal como um metrô de superfície, ele vai parando em todos os pontos.

Uma vez dentro do veículo, passe seu OV-Chipkaart no leitor rosa e espere pelo “bip”. Pronto, sua passagem foi validada e é só esperar chegar o seu destino.

Lá dentro nem sempre há trocador, de modo que é melhor você adquirir a passagem antes de entrar no veículo.

Dizem que é raro aparecer um fiscal (eu não vi nenhum), mas se acontecer, quem não tiver a passagem comprada vai levar uma bela multa – e passar por um baita constrangimento.

Dentro do Tram há um painel de led que vai informando as próximas paradas e basta você ficar de olho pra não deixar passar o seu ponto. Não vá se distrair com as paisagens da cidade!

Ao chegar o seu destino, basta apertar um dos botões de parada que estão perto das portas, tal como vemos em qualquer ônibus urbano. Atenção para se dirigir para a porta correta de saída – que deverá ter um símbolo verde e uma seta no alto (as de entrada tem um símbolo vermelho).

IMPORTANTE: Antes de descer, é necessário passar o seu OV-Chipkaart no leitor rosa novamente. NÃO SE ESQUEÇA, senão poderá ter problemas na próxima vez que utilizar o cartão.

Há painéis que informam os próximos pontos do itinerário do Tram em questão. Em destaque também, o leitor rosa onde você deve passar seu OV-Chipkaart

Há painéis que informam os próximos pontos do itinerário do Tram em questão. Em destaque também, o leitor rosa onde você deve passar seu OV-Chipkaart

Para saber qual linha pegar e os detalhes do trajeto, confira as informações oferecidas pelo site 9292.nl. Ele, inclusive, te dá todos as rotas e itinerários necessários para se deslocar em Amsterdam e em qualquer cidade holandesa, incluindo os transportes interurbanos.

Eu acabei não utilizando os outros 2 meios de transporte da cidade (o ônibus e o metrô) e acredito que raramente você precisará deles em sua estada na cidade, pois o Tram costuma ser bastante útil para os principais deslocamentos.

Caso acabe utilizando algum ônibus, o esquema é semelhante ao do Tram: com leitor, check-in e check-out e painel de led informando os nomes das paradas.

City-Sightseeing versão barco

City-Sightseeing versão barco

Para quem não quiser se aventurar pelo transporte público, há a opção dos serviços chamados Sightseeing (ou hop-on hop-off), aqueles ônibus turísticos de 2 andares que faz ponto próximo às atrações turísticas de uma cidade.

Eles são muito práticos, pois não necessita de planejamento prévio. Mas em compensação, paga-se pelo conforto: os bilhetes para utilizá-los costumam ser um pouco caros.

Uma das empresas mais conhecidas do mundo é a City-Sightseeing (site), que em Amsterdam, além do ônibus, também conta com uma versão em barco, para quem quiser navegar pelos canais da cidade.

Por fim, uma opção diferente e bem interessante para se locomover pela capital holandesa é alugar uma bicicleta.

Há uma quantidade de absurda de bicicletas em Amsterdam. Nessa imagem, há um estacionamento delas, pertinho da Estação Amsterdam Centraal

Há uma quantidade de absurda de bicicletas em Amsterdam. Nessa imagem, há um estacionamento delas, pertinho da Estação Amsterdam Centraal

Amsterdam tem quilômetros de ciclovias e dá tranquilamente para cobrir a cidade toda andando nas magrelas. Há, inclusive, vários estacionamentos especializados pra elas, embora muitos acabem mesmo deixando-as amarradas nas grades que margeiam os canais da cidade.

A segurança em Amsterdam

Me senti muito segura andando pela cidade e, felizmente, não presenciei nenhuma intercorrência durante a minha visita.

Mas, é claro, necessitamos ter certos cuidados. Afinal, somos e temos cara de turista, ou seja, estaremos sempre visados.

Viatura da polícia de Amsterdam

Viatura da polícia de Amsterdam

Da mesma forma que acontece na maioria dos países da Europa, dificilmente você verá assalto à mão armada em Amsterdam. O que é muito visto são os famosos “batedores de carteira”. Enquanto você está lá, distraído(a) com os canais e as belezas da cidade, vem um ladrão por trás e abre a sua bolsa, sem você perceber. Tem que ter atenção quanto a isso.

Não sei se felizmente ou infelizmente, o brasileiro que mora em qualquer capital ou cidade um pouco maior, está mais do que acostumado com as regras para se prevenir contra isso. O que aconselho é: não deixe esses cuidados em casa. Você vai precisar deles na sua viagem à Amsterdam.

Dizem que na Damrak (a avenida que liga a Praça Dam e a estação ferroviária Amsterdam Centraal) costuma ter muitos “batedores de carteira”, o que a tornaria um local a ser evitado. Eu diria que isso já era de se esperar, graças à quantidade de estabelecimentos voltados para turistas nesta rua.

Eu, sinceramente, achei muito tranquilo. Passei por ali várias vezes nos dias que fiquei em Amsterdam e não vi nada demais. Tinha até policiamento.

Mas é claro que a fama não deve ter surgido do nada. Por via das dúvidas, fique de olho nos seus pertences quando for passear pela Damrak.

Outro local que gera dúvidas quanto à segurança é a região do Red Light District.

Também não achei um lugar perigoso. Aliás, muito pelo contrário: vi vários turistas e famílias inteiras zanzando pela região, como se nada tivesse acontecendo ali.

Mas também, passei por lá no meio de uma tarde. Não creio que, à noite, o clima fique tão “família” assim. Por isso, indicaria evitar transitar pela região neste período do dia.

Uma coisa que me chamou atenção em Amsterdam é que, diferente de outras cidades europeias, não havia quase vendedores ambulantes – algo que costuma gerar uma bela dor de cabeça ao turista em capitais como Roma, Paris e Londres.

Mas aproveitadores têm em todo lugar e sempre dou essa dica pra quem viaja pra outro país: cuidado com quem você conversa. Não se esqueça de que somos e temos cara de turista e sempre seremos alvos dos malandros de plantão. Não são poucos os casos de pessoas que enrolam um turista para acabar assaltando-o depois.

Não tô falando pra você sair virando a cara pra todo mundo, mas se alguém te abordar, seja educado(a) mas sempre fique com o pé atrás. Precaução nunca é demais.

Seguro Viagem para Visitar a Europa: Sim, é necessário!

Para entrar na Europa, é obrigatório ter um seguro viagem à mão. Nunca me pediram pra comprovar nas imigrações que passei (Londres, Lisboa e Amsterdam), mas como é um pré-requisito para aprovar a sua entrada na UE, temos que estar sempre prevenidos e esperar que o(a) agente da imigração possa querer conferir a papelada do seguro.

Mas independente da obrigatoriedade para fazer a imigração, em qualquer viagem devemos nos preocupar também com possíveis situações de emergência.

E elas acontecem mais frequentemente do que podemos imaginar e, em alguns casos, pode até acabar com a sua viagem. Quem nunca comeu uma comida da qual não estava costumado(a) e teve uma intoxicação alimentar? Ou pegou um clima mais frio do que o esperado e acabou com uma baita gripe? Ou mesmo uma infecção importante?

Graças a Deus nada me aconteceu nesta viagem à Holanda, mas já passei um perrengue de saúde em minha viagem à Itália ao qual precisei contactar um atendimento médico às pressas e o seguro me deu toda a assistência necessária e ainda cobriu todas as despesas. Salvou a viagem!

Outra vantagem de se contratar um seguro é a possibilidade que algumas seguradoras dão de incluir também um seguro bagagem que te reembolsa, caso haja alguma perda.

Quem nunca teve ou soube de alguém que teve uma mala extraviada e perdida por uma cia aérea, ficando com um prejuízo incalculável?

Por isso, é necessário fazer uma boa pesquisa e procurar as melhores opções com bom custo-benefício para o seu caso.

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12 Comentários
  1. Ignes Gasparotto

    Amei Amsterdã, segui todas as suas dicas!!! A minha única recomendação é: cuidado com as bicicletas!!!!…kkkk….De resto tudo é muito tranquilo e agradável. Também fui ao red light district no período da tarde e achei a região bastante família (nesse horário, não retornei a noite). O holandês sente prazer em auxiliar o turista, todas as vezes que fui pedir alguma informação (sempre em inglês) todos foram muito gentis. Cidade maravilhosa, muito diferente de tudo que já vi na vida. Fiquei hospedada perto do Voldenpark, região muito tranquila (recomendo para quem quer sossego). E com transporte público é super fácil visitar todos os pontos turísticos.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Ignes!
      Eu tb amei Amsterdam! Fui pra lá já achando que ia gostar, mas não esperava que seria tanto.
      As bicicletas realmente são um perigo para o pedestre e acho que todo turista já quase foi atropelado por alguma delas (eu quase fui… rsss). Eles devem estar acostumados com isso tb 😀
      Muito obrigada por vir aqui nos comentários dar seu depoimento!
      Bjs

  2. Tineke

    Oi, Fernanda,
    fui a Amsterdam no início de junho e amei. Como sou de descendência holandesa e falo a língua, foi tranquilo.
    Só um comentário sobre o OV-chipkaart. Ele é usado em todo o sistema de transporte público do país. Para viagens de trem entre as cidades, é preciso ter carga mínima de 20 euros para não correr o risco de ter menos dinheiro no cartão do que custa o trecho.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Tineke!
      Eu tb amei Amsterdam! Certeza que voltarei um dia.
      Não sabia dessa informação. O OV-chipkaart que usei foi emitido pela empresa de transporte público de Amsterdam, chamada GVB. Em Haia, por exemplo, precisei adquirir o OV-chipkaart da cia de lá (a HTM), pois o da GVB não era válido.
      Pelo que tinha lido, cada cidade tem o seu OV e eles tb não são válidos nas viagens intermunicipais (administrados ou pela empresa NS ou pela Conexxion).
      Soube que eles iam tentar unificar isso, mas até a época da minha viagem era cada um por si. Talvez tenha mudado, vou dar uma checada. 😉
      Obrigada pelo toque!
      Abs

  3. Rosana Rocha

    Oi Fernanda, onde posso comprar o OV-Chipkaart em Amsterdam?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Rosana!
      Desculpe a demora.
      Pode comprar no estande que tem bem em frente a estação Amsterdam Centraal (estando de frente pra ela, ele fica à sua esquerda, pertinho à saída do metrô).
      Abs

  4. Eliane

    Muito legais os posts de Amsterdam. Já estive lá, só por 3 dias, também faltou tempo para ver tudo o que a cidade oferece. Só uma observação: não vejo motivo para evitar a Red Light District à noite. Passei por lá quando fui, depois das 22h, achei super animada e muito tranquila. Não tem nada de barra pesada, prostituição em Amsterdam é um negócio como outro qualquer, e os holandeses não estão nem aí para isso. Como é um lugar cheio de turistas, é só tomar os cuidados habituais (não descuidar os pertences, etc, etc). No mais, pode ir sem medo! ; )

  5. CLAUDIA

    Oi Fernanda, quero conhecer a Holanda mas falo somente portugues. Não tenho nem o básico de ingles…. Estou indo em maio/junho agora? é possivel sobreviver kkkk?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Claudia!
      Mil desculpas pela demora. Estava viajando nas últimas semanas.
      Olha, acho que vai ser um pouco complicado… O único país em que nos viramos bem com português é em Portugal. Talvez um pouco na Espanha, mas fora isso, é preciso ter um inglês básico.
      No último caso, vale a linguagem da mímica. Mas o ideal é saber alguma coisinha em inglês.
      Abs

  6. Bárbara Braga Cavalcante

    Fernanda, suas dicas são ótimas, muito obrigada pelos ricas publicações !

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