Dicas de Sobrevivência Para Quem Vai à Espanha

Vai viajar pra Espanha por conta própria e está com receio do que irá encontrar pela frente? Então não perca nossas dicas de sobrevivência e veja que os guias de viagem não contam.

Espanha

Espanha

Uma viagem internacional feita por conta própria é a melhor opção para quem quer conhecer direito um lugar e ficar livre pra fazer o que bem entender, no seu próprio ritmo.

Mas por outro lado, também gera certa insegurança. Afinal, trata-se de outra cultura, outro idioma, outros costumes... Sem a segurança e o conforto de um guia turístico, a pergunta que não quer calar é: “será que conseguirei me virar sozinho(a) por lá?”.

Pensando nisso, escrevi este post com o objetivo de ajudar o leitor do blog a tirar algumas dúvidas, utilizando a minha experiência como referência.

Longe de mim querer dizer o que é certo ou errado. A intenção aqui é dar as minhas impressões para que você possa ter uma ideia do que poderá encontrar quando chegar ao seu destino.

É claro que cada um tem um ponto de vista. Por isso, convido os leitores do blog a fazerem seus comentários no final do post. Assim, poderemos todos ajudar aqueles que estão com viagem marcada para esse maravilhoso país.

Como são os espanhóis?

Quando anunciei que iria viajar pra Espanha, várias pessoas (as que já tinham ido e também as que tinham um “vizinho de um amigo do irmão” que já estiveram lá) vieram falando o mesmo discurso: "Os espanhóis são grosseiros e antipáticos, principalmente com os brasileiros. Pode se preparar!"

Diante disso, cheguei lá esperando pelo pior e aí, a grata surpresa: eles eram exatamente o oposto do que me falaram!

Espanha

Espanha

Gente... Não sei de onde é que essas pessoas tiraram que os espanhóis são antipáticos! Fui muito bem tratada e os achei receptivos e bem humorados – principalmente quando viam que se tratava de um turista brasileiro.

Lógico que teve um caso ou outro que me deparei com alguém mais antipático, mas foi pontual. A maioria maciça me tratou muito bem.

Sempre parto da premissa de que, às vezes, o tratamento que os nativos nos dão pode ser um reflexo dos nossos atos. Mas quero acreditar que não foi isso que levou essas pessoas a me falarem que os espanhóis são pessoas difíceis.

Acredito que a má fama com relação a eles se deva àquela história de que a imigração espanhola andou deportando brasileiros nos aeroportos do país há uns anos atrás.

Não sei se isso ainda ocorre com frequência, já que entrei na Europa por Lisboa e não precisei fazer a imigração ao chegar à Espanha. Mas soube que aquele stress de vetar a entrada de brasileiros diminuiu bastante.

DICA: Não tenha medo da imigração. Basta estar com a documentação toda em dia, passagem de volta na bolsa, voucher de hospedagem em mãos (ou carta-convite, se for ficar na casa de alguém que mora lá fora), seguro viagem, certa quantidade de dinheiro em espécie e vá com fé. A chance de ser deportado cai vertiginosamente – em qualquer país da Europa e do mundo!

Não é porque a imigração andou sendo rigorosa que o povo nativo tem que pagar o pato, certo?

Logico que a recepção dos espanhóis é daquele jeito europeu de ser, ou seja, mais comedido. O brasileiro às vezes está tão acostumado a ser caloroso que esquece que lá fora as coisas não são exatamente assim. Mas daí a dizer que eles são grosseiros e antipáticos... Discordei totalmente.

E olha que visitei 6 cidades espanholas e em diferentes regiões. O tratamento era sempre o mesmo: cortês, simpático e receptivo.

E a má fama deles tá impregnado no brasileiro. Quando voltei de viagem, as perguntas continuavam sendo a respeito disso: “– E aí? Eles são mesmo antipáticos com os brasileiros?”

Não são, gente! Foi uma das famas mais injustas que constatei em minhas viagens, tal como aconteceu com relação aos ingleses (que de frios e “nariz em pé” não tem nada!).

Um fato curioso que aconteceu comigo lá e que eu já tinha passado pela mesma situação na minha viagem à Itália: eles sabem que somos brasileiros e não precisa nem abrir a boca pra falar, denunciando o idioma.

O mais incrível é que, diante da afirmativa de que eu era brasileira (e sem mesmo ter falado uma palavra em português) perguntei para um espanhol como é que ele sabia disso. A resposta foi a mesma que ouvi na Itália: "São as feições”.

Quatro anos separam as 2 viagens e eu ainda continuo sem entender quais seriam as feições características do povo brasileiro, já que somos uma mistura de raças!

Pra finalizar, um fato que eu não podia deixar de citar aqui... No quesito beleza, os homens espanhóis são de tirar o chapéu! Poucas vezes vi um país com tantos “colírios” num mesmo território. As espanholas também são bonitas, mas os “chicos”... ¡Que guapos!

Como se virar com o idioma na Espanha?

Sem grandes mistérios. O espanhol é um idioma bastante parecido com o português e dá tranquilamente pra se virar por lá.

¿Tú hablas español y catalán?

¿Tú hablas español y catalán?

Quem já esteve em qualquer país de língua espanhola como Argentina, Chile, Peru, México e etc, já tem uma noção do que acontecerá quando for visitar a Espanha. Não é nada diferente.

E pra melhorar, os espanhóis geralmente entendem o português. Se falarmos com eles devagar e claramente, somos imediatamente compreendidos.

Aliás, a proximidade entre Portugal e Espanha fez com que a grande parte das atrações das cidades espanholas oferecesse a opção do audioguia em português – algo RARO na maioria dos países europeus.

Outra coisa que me chamou atenção foi quando estive em Barcelona. Lá o idioma predominante é o catalão, que lembra o espanhol, mas com algumas pequenas diferenças que às vezes tornam um pouco difícil a compreensão de quem lê e fala português.

Apesar das semelhanças dos idiomas e da facilidade com que os espanhóis entendem o português, sempre digo que é de bom tom tentar falar algumas palavras de cortesia. Afinal, nenhum brasileiro gostaria de ser abordado por um turista falando outro idioma, sem nem mesmo ter tentado arriscar um “Olá, bom dia!” em português, não é verdade? Nós não temos obrigação de entender e ainda responder na língua que eles querem.

Visto isso, eis algumas palavras de cortesia (com a pronúncia entre parênteses, quando se fala diferente de como se escreve) e palavras úteis em ESPANHOL, para que você possa se virar melhor quando estiver por lá:

Bom dia = Buenos días

Boa tarde = Buenas tardes

Boa Noite = Buenas noches (buenas notches)

Oi, tudo bem? = Hola, ¿que tal? (ôla, quê tál)

Muito bem = Muy bien (múi bién

Obrigado = Gracias (grácias)

De nada = De nada

Muito obrigado = Muchas gracias (mútchas grácias)

Sim = Sí ()

Não = No ()

Por favor = Por favor

Me desculpa = Desculpame

Com licença = Permiso (permísso)

Tchau = Hasta luego (assta luêgo

Entrada = Entrada

Saída = Salida

Aberto = Abierto

Fechado = Cerrado

Banheiro = WC / Toilette

Elevador = Ascensor

Puxe = Tirar

Empurre = Empuje

Hoje = Hoy (oi)

Amanhã = Mañana (manhâna)

Proibido = Prohibido

Eu não falo espanhol = Yo no hablo español (djo no ablo espaniol)

Conta (de restaurante) = La cuenta

Ônibus = Autobús

Se você for visitar Barcelona e a região da Catalunha, eis algumas palavras em CATALÃO, com as pronuncias entre parênteses, quando se fala diferente de como escreve:

Bom dia = Bon dia

Boa tarde = Bona tarda

Boa Noite = Bona nit

Olá = Hola

Tchau = Adéu (adêu)

Obrigado = Gràcies (grÁcias)

De nada = De res

Muito obrigado = Moltes gràcies (moltes grácias)

Sim = Sí

Não = No

Por favor = Si us plau

Não entendo = No entenc (no entém)

Me desculpa = Ho sento / Perdona’m

Com licença = Perdona

Proibido = Prohibit (proibi)

Entrada = Entrada

Saída = Sortida

Aberto = Obert

Fechado = Tancat

Banheiro = WC / Toilette / Bany (bánhi)

Mulher = Dones (donas)

Homem = Homes (hómas)

Puxe = Estirar

Empurre = Empènyer (ampênie)

Hoje = Avui

Amanhã = Demà

Você fala espanhol? = Parles castellà? (parles castelhá?)

Não falo catalão No parlo català (no parlo catalah)

Conta (de restaurante) = El compte (el conta)

Próxima Parada (usado no transporte) = Proper parada (propê parada)

Meu receio maior é que tinha ouvido falar que os catalães eram meio avessos a falar o espanhol. E mais uma vez me surpreendi: falaram espanhol tranquilamente, sem stress ou cara feia.

Pelo menos em Barcelona foi assim, não sei se no restante da Catalunha acontece o mesmo...

Internet no celular durante a viagem

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Comida na Espanha: Paella, tapas e muito mais

Há uma lista tão grande de comidas típicas espanholas, que será impossível listar tudo aqui nesse post.

Todavia, existem alguns pratos mais conhecidos que o turista não deve deixar de experimentar quando for visitar a Espanha.

A Paella é, talvez, o mais famoso de todos. Trata-se de um prato de arroz que é preparado com azeite, açafrão – que lhe dá a cor amarela característica – e carne, que pode ser frutos do mar (o mais tradicional) ou frango.

Paella

Paella

Ele é servido na própria panela onde é preparado, que é rasa e mais parece uma frigideira sem cabo. Ela geralmente vem fervendo e é protegida por uma base de madeira ou por um descanso.

Há milhares de restaurantes espalhados pela Espanha que serve este prato e você irá encontra-los várias vezes durante suas andanças. Porém, segundo li antes de viajar, nem todos oferecem o prato feito da forma tradicional.

Uma DICA que me deram (que eu testei e aprovei) foi tentar comer nas casas chamadas Arrocerías, que servem vários pratos de arroz, dentre eles as paellas.

Comi 3 paellas na minha viagem à Espanha e, embora tenham sido em estabelecimentos completamente diferentes, achei todas muito saborosas. A minha preferida era a de frango, já que não curto frutos do mar.

A 1ª foi numa arrocería em Barcelona chamada L’ Arròs, que fica em Barceloneta, porém de frente para o Port Vell. Estava deliciosa, mas não tinha uma cor tão amarelinha como estamos acostumados a ver por aí (talvez tivesse com menos açafrão que o habitual...).

A 2ª foi no Mercado de San Miguel em Madri. Era uma paella com cara de genérica, mas resolvi encarar – mesmo quando a atendente tirou uma porção no panelão gigante que estava na vitrine e colocou pra esquentar no micro-ondas (!!!!) bem na minha frente. E por incrível que pareça, estava gostoso!

A 3ª foi num restaurante em Sevilha (não era nem arrocería, nem mercado) chamado Bar Gago 6, perto da Giralda e da Catedral. Esse sim tinha aquele amarelão característico e estava bem saboroso.

DICA: Para saber se estamos comendo uma paella bem feita, basta olhar o arroz que está no fundo da panela. Se ele estiver durinho e formando uma crosta salgada, pode contar que é boa.

Paella de Sevilha (esq) e a de Barcelona (dir)

Paella de Sevilha (esq) e a de Barcelona (dir)

Ainda dentro do tema “arroz”, há outro prato espanhol que você também pode experimentar quando for visitar o país: o arroz negro, que tem esse nome porque é feito com tinta de lula. Não experimentei pra saber se é bom, mas dizem que é bem gostoso.

Outro prato bem conhecido é o Fideuá, de origem catalã e muito parecido com a paella, só que feito com um macarrão especial (fino, lembrando um espaguete e cortado em pequenos pedaços).

Apesar de ter vários pratos saborosos em sua vasta lista gastronômica, a Espanha é mesmo famosa pelos petiscos, que lá são chamadas de tapas.

Nada mais espanhol do que “tapear” num final de dia (ou durante o dia mesmo, porque não?) em uma das milhares de casas do gênero espalhadas pelo país.

Tapas na Espanha

Tapas na Espanha

O esquema do tapeo funciona mais ou menos assim: você entra, pede algumas (poucas) tapas + uma bebida, consome, paga, sai, entra em outra casa de tapas, pede outras (poucas) tapas + bebida, consome, paga, sai, entra em outra casa e assim por diante. Até o estômago encher.

Reparou que eu coloquei a palavra “pouco” destacado entre parênteses? Faz-se isso porque senão a pessoa fica lotada logo na primeira casa e aí não aguenta entrar na próxima e continuar o tapeo.

Não é que seja proibido, mas reparei que alguns garçons não entendem (pra não dizer “torcem o nariz”) quando a gente decide não seguir esse esquema.

Passei por 2 situações, uma em Barcelona e outra em Madri, em que eu entrei na casa de tapas na hora do almoço (em ambas as ocasiões) e pedi várias coisas porque não estava com tempo no roteiro para sair pulando de galho em galho.

Putz! Parece que eu estava cometendo a maior heresia do século! Os 2 cidadãos foram deselegantes, sendo que um deles até chegou a debochar do fato de termos pedido vários itens. Deu vontade de levantar e ir embora, mas fiz melhor: após o showzinho, eu e as pessoas que estavam comigo pedimos pra acrescentar mais alguns petiscos, só de raiva. Afinal, o estabelecimento dele me foi recomendado e realmente as tapas estavam ótimas.

Já em Sevilha não tive problema algum. Não sei se é porque a cidade é lotada de turistas e casas de tapas, mas achei que talvez eles devam estar mais acostumados com quem não conhece o esquema do tapeo (tem muitas casas mesmo! Se bobear, tem mais que Madri...)

Independente da minha experiência com esses 2 estrupícios (felizmente, a maioria dos garçons com quem me deparei era bastante simpático), é quase certo que você irá passar em alguma casa de tapas em sua viagem pelo país – o que recomendo fortemente, já que é um hábito tipicamente espanhol.

Há outra variedade imensa desses petiscos (tapas) que são servidos nos estabelecimentos especializados e irei relatar os mais típicos aqui para você colocar na sua lista de “o que não deixar de experimentar”:

Patatas Bravas = batatas fritas e cortadas em cubo, palito ou gomos que vem com um molho picante e de tomate em cima. Há ainda a variante que vem com um molho de alho e azeite por cima (Patata Alioli);

Croquetas = são os nossos croquetes, que vem com recheios variados, sendo o mais conhecido o de presunto (jamón);

Aceitunas = azeitonas, algumas cortadas no meio e recheadas como se fosse um sanduíche. No meio: queijo, presunto, tomate e etc;

Ensaladilla Rusa = é uma maionese que leva batatas, legumes e atum. Vem geralmente com pequenos biscoitos salgados para degustar junto;

Tortilla de Patata = é uma fritada de batatas e queijo;

Huevos Rotos = trata-se de um prato de batatas fritas com um ovo frito em cima, cuja gema é bem mole. Vem acompanhada geralmente de fatias de presunto;

TAPAS: 1) Patatas Bravas (duas versões); 2) Ensalada Rusa; 3) Croquetas; 4) Tortilla de Patatas; 5) Azeitonas recheadas.

TAPAS: 1) Patatas Bravas (duas versões); 2) Ensalada Rusa; 3) Croquetas; 4) Tortilla de Patatas; 5) Azeitonas recheadas.

Gazpacho = é uma sopa de tomates bem lisa e servida fria que também leva alho, cebola, pepino e pimentão;

Gambas Alioli = são camarões descascados e fritos com azeite e alho;

Calamares a la Romana = anéis de lula empanadas, acompanhada com molho;

Pan com Tomate = a pessoa pega um pão (geralmente italiano) torrado e esfrega um pedaço de tomate em cima antes de degustar;

Pincho = é uma rodela de pão francês que pode vir com qualquer comida em cima (salmão, salsicha, tomate, jamón...) e um palito espetado no meio. Lembra uma brusqueta, só que mais elaborada.

Tostas = são torradas que pode vir, por cima, fatias de embutidos ou patês;

Bombetas = é um bolinho frito feito de batata e recheado de carne moída. Vem com um molho picante em cima;

Bikini = é um pequeno misto-quente cortado no meio, ficando em formato triangular.

TAPAS: 1) Gazpacho; 2) Tostas; 3) Bombetas; 4) Pinchos; 5) Gambas Alioli; 6) Pan con Tomate

TAPAS: 1) Gazpacho; 2) Tostas; 3) Bombetas; 4) Pinchos; 5) Gambas Alioli; 6) Pan con Tomate

Mas a tapa mais famosa da Espanha é mesmo o jamón – o presunto cru típico espanhol.

Ele lembra o Presunto de Parma, só que possui um vermelho mais forte e brilhante. E uma textura mais fina e meio amanteigada.

Há 2 tipos mais típicos da Espanha: o serrano, que é feito à partir do porco branco e o bellota (ou jamón ibérico) que é feito à partir da carne do porco de pata negra.

Eu confesso que estava curiosa pra saber se esse jamón era assim tão espetacular como todo mundo fala. Em todo lugar que eu lia era sempre o mesmo discurso: “Esse presunto é maravilhoso!” ou “Não deixe de experimentar o jamón ibérico!”.

Jamón espanhol. Destaque para o maravilhoso (e caro) jamón ibérico

Jamón espanhol. Destaque para o maravilhoso (e caro) jamón ibérico

Chegando lá, quase desmaiei. Não pelo sabor ou pela aparência (que é apetitosa), mas sim pelo preço: uma porção (pequena) de jamón ibérico (bellota) numa casa de tapas não sai por menos de 10 euros. E se for comprar algumas gramas pra levar pra comer depois, prepare-se para desembolsar uns 23 a 25, no mínimo!

Como quem tá na chuva é pra se molhar, encarei com um pouco de dor no coração, mas não me arrependi: o presunto é mesmo espetacular e vale muito a pena experimentá-lo. Principalmente porque é uma das comidas mais típicas da Espanha, junto com a paella e as tapas. A gastronomia local também faz parte da viagem, não é mesmo?

Para quem é chegado num prato doce, há também vários itens. Mas para resumir, dentre os mais típicos está um que os turistas não devem deixar de experimentar quando forem à Espanha: o churros com chocolate.

O nome é autoexplicativo: trata-se de um churros (sem a canela e açúcar, como fazemos no Brasil) onde a pessoa vai mergulhando numa xícara de chocolate quente, servido bem grosso. Uma delícia!

Churros com Chocolate

Churros com Chocolate

Há 2 variantes da iguaria: o churros, que é uma tira fina compridona, e a porra, que é uma versão mais calibrosa e sem as ranhuras nas laterais (o nome é esse mesmo! O desafio é pedir isso sem rir...).

Há também vários cafés que servem essa iguaria espalhados pela Espanha. Mas a casa mais famosa é a Chocolateria San Ginés em Madri, pertinho da Plaza Mayor.

Crema Catalana

Crema Catalana

Ainda no quesito “doce”, quem for visitar Barcelona e a Catalunha não pode deixar de provar o famoso crema catalana, que é uma espécie de crème brûlée, mas que leva canela e limão na receita. Outra diferença é que o creme aqui é servido frio, em contraste com o açúcar queimado (ou seja, quente) que vem por cima.

É uma questão de preferência, mas pelo meu paladar, confesso que não amei muito não. Se o creme fosse servido todo quente pelo menos...

DICA: Se você quiser comer doces catalães típicos e bem preparados (incluindo o crema catalana) quando for à Barcelona, os melhores lugares pra fazer isso são nas confeitarias conhecidas como Granjas – que apesar do nome, nada tem a ver com fazenda agrícola. Fui na Granja Dulcinea, que fica no Barri Gòtic e gostei bastante do atendimento.

Sangría

Sangría

Quanto às bebidas, há opções de vinhos de fabricação local e também cervejas (algumas marcas conhecidas são a Mahou, a Estrella Galícia e a Cruz Campo).

Eu abusei mesmo foi de uma bebida bastante consumida na Espanha: a Sangría, que é feita com vinho + suco + açúcar + pedaços de fruta. Pode ser servida em taça ou em jarra, de acordo com o gosto do cliente. Adoro!

DICA: Não deixe de passar pelos vários Mercados que tem nas cidades espanholas.

Eles nada mais são do que o nome já diz: um mercado de frutas e legumes. Mas muitos espanhóis (e turistas) o frequentam também para beliscar algumas tapas e beber uma cervejinha, já que vários deles possuem barracas e stands ótimos para praticar um belo tapeo. Imperdível.

Há muitos espalhados pela Espanha e você irá se deparar com vários deles em sua viagem. Alguns bem famosos são o La Boquería em Barcelona, o Mercado de San Miguel em Madri e o Mercado de Triana em Sevilha.

EM CIMA: Mercado La Boquería em Barcelona. EMBAIXO: Mercado de San Miguel em Madrid

EM CIMA: Mercado La Boquería em Barcelona. EMBAIXO: Mercado de San Miguel em Madrid

Quanto gastar por dia na Espanha?

Eis um tema delicado, já que cada um tem um objetivo e um orçamento próprios.

De um modo geral, não achei as coisas caras na Espanha. Tanto compras pequenas (como souvenires, por exemplo), supermercado e refeições tinham preços razoáveis, se comparado com o que pagaríamos em outros países da Europa.

Euro

Euro

Fiz refeições variadas na Espanha e o preço médio (prato + bebida) girava em torno dos € 15.

Em minhas viagens, procuro não ficar convertendo tudo pro real, porque senão a gente não bebe uma água ou não compra nenhum imã de lembrança. É claro que, em certos momentos é necessário, mas não dá pra entrar na paranoia de fazer conta pra tudo.

DICA: Crie uma meta de gasto por dia. Faça aquele dinheiro render, sem pensar muito no quanto custaria se fosse em real. A não ser que você vá adquirir alguma coisa que compraria por um preço alto no Brasil... Aí sim é bom converter pra ver se vale a pena comprar aquele item lá fora.

O transporte público não é careiro nas cidades espanholas – os bilhetes avulsos custavam em torno de € 1 a € 1,50. E ainda tinha a opção de comprar um ticket de uso ilimitado por horas, que costuma trazer vantagens pra quem for utilizá-los.

Não sou uma gastadora inveterada, mas confesso que também não costumo passar vontade. Se eu encontrar algum item que eu goste muito, compro mesmo (pra minha sorte, não tenho muito desses “ataques de vontade”). Mas de um modo geral, coloquei meu limite máximo de gasto diário em 60 euros (por pessoa).

Não me lembro de ter ultrapassado esse valor nenhuma vez. Mas se acontecer no seu caso, basta se policiar e descontar esse excedente dos 60 euros programados para o dia seguinte.

O que ajudou também foi o fato de já ter saído do Brasil com algumas coisas compradas, como as passagens de trem e vários ingressos de atrações. Isso ajudou a diminuir o valor em euros para o orçamento diário.

O segredo é se programar e se organizar. Arrume um caderninho e faça as contas todos os dias, quando chegar ao hotel. Dessa forma, você consegue administrar melhor os seus gastos.

É seguro circular pela Espanha?

Não sei se é frequentemente assim ou se foi fruto desses atentados terroristas que vem assustando a Europa, mas digo que me senti bastante segura andando pela Espanha.

Polícia em Sevilha

Polícia em Sevilha

Em todas as cidades que visitei – sem exceção – encontrei um amplo policiamento pelas ruas, com várias viaturas presentes e muitos policiais perambulando entre as pessoas.

Pode parecer um pouco intimidador quando falo isso, mas afirmo aqui pra você que não vi nenhuma situação de perigo dentro da Espanha. Nem uma confusãozinha, assalto, correria... NADA! Estava tudo tranquilo e os policiais interagindo com as pessoas num clima de paz e segurança.

Contudo, sempre digo nos meus posts de dicas de sobrevivência que necessitamos ter certos cuidados. Afinal, somos e temos cara de turista, ou seja, estaremos sempre visados.

Da mesma forma que acontece na maioria dos países da Europa, dificilmente você verá assalto à mão armada por lá. O que é muito visto são os famosos “batedores de carteira”, principalmente nos lugares mais turísticos e com grandes aglomerações.

Não sei se felizmente ou infelizmente, o brasileiro que mora em qualquer capital ou cidade um pouco maior, está mais do que acostumado com as regras para se prevenir contra isso. O que aconselho é: não deixe esses cuidados em casa. Apesar de todo policiamento, você vai precisar deles na sua viagem à Espanha.

Outra coisa: apesar da fama das noitadas espanholas pelos bares de tapas, é sempre bom evitar andar pelas ruas tarde da noite. Evite sair sozinho(a) ou utilizar o transporte publico muito tarde. Apele para um taxi de confiança ou um serviço de transfer (os hotéis costumam ter ótimas indicações para os hospedes).

Uma coisa interessante me chamou atenção nas estações ferroviárias da Espanha: o esquema de segurança digno de aeroporto!

Circulei várias vezes de trem pelo país e em todas as estações havia fiscalização de bagagem e muitos seguranças (armados) perambulando entre as pessoas.

Polícia em Madrid

Polícia em Madrid

Confesso que até gostei, pois estava com certo medo de atentado terrorista. Afinal, em 2004 estouraram uma bomba na estação Madrid Atocha, num trem vindo de Barcelona – justamente um dos trechos que eu iria andar.

Foi provavelmente por causa desse triste fato que os espanhóis devam ter passado a adotar um esquema de segurança reforçado nas estações de trem do país. E eles levam isso muito a sério!

Presenciei uma cena inusitada no meu deslocamento entre Granada e Sevilha.

Estávamos todos os passageiros passando nossas malas no Raio X da estação de trem, que estava sendo monitorada e organizada por uma agente da Renfe. Atrás de mim vinha um casal de muçulmanos que, assim como todo mundo, estava colocando também suas malas para análise.

Bastou eles fazerem isso que, imediatamente, surgiram 2 funcionários da segurança da estação para revistar os pertences do casal. Um se postou do lado da agente e o outro ficou ali colado aos muçulmanos.

Sei que a maioria das vezes é uma injustiça com cidadãos muçulmanos de bem – que, felizmente, é a maioria. Fico triste por eles, mas também não vou negar que esse excesso de zelo, por assim dizer, me deixou bem mais tranquila de fazer meus deslocamentos pela Espanha.

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Como se locomover na Espanha?

Para aqueles que adoram uma roadtrip, é possível alugar um carro em sua estada na Espanha.

No meu caso, não utilizei esse meio para locomover por lá, mas tive a oportunidade de andar de ônibus e afirmo a você que não só as estradas estavam bem conservadas e boas de dirigir, como também eram muito bem sinalizadas.

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Para quem não quer se preocupar com atenção ao volante, gasto com combustível e estacionamentos, uma ótima opção de deslocamento é utilizar os TRENS espanhóis.

O serviço ferroviário de lá é ótimo e eficiente. Operada pela companhia Renfe, os trens deixam qualquer destino a algumas horas do local onde você está, te levando para qualquer canto do país.

Trens da Renfe, a empresa que administra o serviço ferroviário na Espanha

Trens da Renfe, a empresa que administra o serviço ferroviário na Espanha

Minha viagem pela Espanha foi toda feita de trem e as estações eram muito bem sinalizadas. Além disso, como já falei no item anterior, contavam com um sistema de segurança digno de aeroporto. Em TODAS as estações!

Há pequenas diferenças de uma cidade para outra, mas de um modo geral, chegamos ao portão de embarque e somos obrigados a colocar todas as nossas bagagens numa esteira para análise de Raio X – não importa o tamanho da sua mala. E se tiver de casaco, chapéu, relógio, bijouterias/jóias e etc, tem que tirar tudo.

Tal como no aeroporto, temos que passar pelo detector de metais e depois somos liberados para o saguão de embarque. Uma vez lá dentro, faltando uns 10 a 15 minutos para o trem sair, eles liberam o acesso para a plataforma, onde haverá um funcionário da Renfe que fará a conferência da sua passagem.

Diferentemente como ocorre em outros países que visitei na Europa, aqui não tem fiscal passando dentro do trem pra conferir durante a viagem. Isso é feito pela Renfe antes mesmo de embarcar.

Mas apesar disso, li relatos de que já aconteceu de agentes passarem pra conferir no meio da viagem. Por isso, convém guardar o seu bilhete até a conclusão do trajeto, por desencargo.

Outra opção de deslocamento entre as cidades é utilizando o serviço de ÔNIBUS. Há várias empresas que prestam este serviço na Espanha, sendo algumas delas a ALSA, a Avanza e a Socibus.

Como disse no início, tive uma breve experiência de ônibus nessa viagem, porque a estação de Granada estava em obras e a Renfe disponibilizou um ônibus que levava os passageiros de/para a estação mais próxima de trens, a Antequera/Santa Ana.

Mas muita gente utiliza o serviço rodoviário espanhol. A meu ver, possui como vantagens ter passagens às vezes com preços mais convidativos que o dos trens e também por ter mais espaço para acomodar as bagagens.

Por outro lado, a desvantagem é o tempo de viagem. Como os trens de alta velocidade (chamados de AVE) costumam fazer os trajetos a cerca de 300 Km/h, então uma viagem de grandes distâncias com eles fica mais rápida do que se fosse de ônibus.

Locomover-se dentro das cidades espanholas também é muito fácil e tranquilo.

EM CIMA: Metrô de Madrid. EMBAIXO: Ônibus em Sevilha (esq) e em Granada (dir)

EM CIMA: Metrô de Madrid. EMBAIXO: Ônibus em Sevilha (esq) e em Granada (dir)

Madri e Barcelona contam com um amplo serviço de transporte público composto por metrô e ônibus, que te levam para qualquer lugar. E capital catalã ainda conta com um Tram que está mais para VLT (veículo leve sob trilhos) que também faz trajetos interessantes em alguns casos.

Apesar de ser uma cidade que se explora essencialmente a pé, Sevilha também possui um ótimo serviço de ônibus e um VLT bastante útil pra quem vem da Estação de Trem São Bernardo até o Centro Histórico. E também conta com linhas de ônibus que ajudam a poupar nossos pés e pernas das andanças.

E o mesmo aconteceu também nas outras cidades que visitei (Córdoba, Granada e Toledo), que também contavam com linhas de ônibus bastante úteis para nos poupar das caminhadas.

Dicas legais para seu planejamento de viagem à Espanha

• Publiquei no blog os meus roteiros de o que fazer em cidades espanholas como MADRI, BARCELONA, SEVILHA, TOLEDO, CÓRDOBA e GRANADA. Não deixe de dar uma conferida.

• Leia também nossa sugestão de Roteiro de visita ao Museu do Prado em Madri e saiba como fazer essa visita em poucas horas.

• Se for visitar Granada, então não perca o nosso Roteiro de visita a Alhambra: Dicas para se programar e o que ver por lá.

• Prefere um roteiro completo pelo país? Então, não perca nossa sugestão de ROTEIRO DE 15 DIAS PELA ESPANHA e veja o que visitar por lá em 2 semanas de viagem.

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14 Comentários
  1. Marcio Brito

    Obrigado pelas excelentes dicas. Vao ajudar muito na minha viagem em agosto próximo! Parabéns!

  2. Fernanda

    Adorei as dicas.
    Vou para a Espanha no próximo ano e todas elas serão muito úteis.
    Obrigada!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Fernanda!
      Eu que agradeço o elogio!
      Fico muito contente pelas dicas estarem sendo úteis para o seu planejamento.
      A Espanha é linda, foi um dos países mais interessantes que já visitei.
      Abs

  3. Leonel Mendonça

    Fernanda,

    Adorei suas dicas e comentários !
    Vou à Espanha em 2019 e certamente voce já me ajudou muito!
    Meus Parabéns !
    Leonel Mendonça

  4. Rose

    Nossa viagem será no final do Ano Espanha e Portugal, adorei suas dicas
    Anotei tudo
    Obrigada
    Rose

    • Fernanda Rangel

      Oi, Rose!
      Eu que agradeço o elogio!
      Fico muito contente pelo blog ter sido útil para o seu planejamento.
      Eu AMEI os 2 países! São lindos e vale muito a pena visitá-los.
      Uma excelente viagem pra vc!

  5. Lidiana

    Olá Fernanda,
    Muito legal suas dicas. A minha dúvida é sobre a sua organização quanto as compras das passagens de trem. Você foi de avião até um ponto e de lá foi indo de trem certo? Você comprou tudo antes com quanto tempo de antecedência? Não conheço nada na Espanha e pretendo ir em dezembro deste ano para Sevilha, Madri, Saragoça e Barcelona (não necessariamente nessa ordem). Obrigada!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Lidiana!
      Eu que agradeço o elogio.
      Sim, cheguei e saí da Espanha por avião, mas me desloquei de trem entre as cidades do país.
      O ideal seria vc sentar e listar tudo o que deseja e criar um roteiro seguindo uma ordem de trajeto (exemplo: começando pelo norte e deslocando para o sul). Pesquise sobre quantos dias ficar em cada lugar e vá montando o roteiro. Só quando estiver tudo encaixado é que vem a compra das passagens de trem – feita pelo site oficial da cia ferroviária espanhola, a RENFE.
      O ideal é tentar comprar as passagens de trem com o máximo de anteced~encia possível, pois os preços são sempre mais em conta. Quando mais perto da viagem, mais caro.
      Fiquei 15 dias na Espanha e visitei várias cidades. Fiz um post com o resumo dessa viagem, só clicar neste link >> Roteiro de 15 Dias pela Espanha.
      Abs

  6. Bruna Moreira de Melo

    Olá Fernanda, obrigada por suas dicas, adorei seu blog.
    Irei de Lisboa para Madri de avião. Você saberia me informar qual o melhor transporte do aeroporto de Madri para a Gran Via por exemplo!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Bruna!
      Eu que agradeço o elogio! E desculpe a demora pela resposta.
      Não passei por Barajas (entrei na Espanha por Barcelona e cheguei a Madri de trem). Mas dando uma olhada na web, há uma linha de metrô que liga o aeroporto ao centro. Ele deixa na Plaza Puerta del Sol (ou apenas “Sol”), que fica a poucos metros da Gran Vía.
      Tem tb um ônibus expresso (“Exprés Aeropuerto”), mas ele faz ponto na Plaza de Cibeles. Se vc estiver na Gran Vía na altura da Calle de Alacalá, essa pode ser uma boa opção.
      Eu fiquei hospedada na Gran Vía (em frente à Primark) e peguei um taxi da estação de trem Atocha até lá.
      O meu primo Vinícius Miranda, que tb escreve o blog, pegou um taxi do aeroporto até o centro – ele ficou hospedado no centro histórico.
      A questão é a seguinte> se estiver com malas a tiracolo, é melhor apelar para um taxi ou uber. Se tiver de mochilão, dá pra encarar o metrô numa boa.
      Abs

  7. José Eduardo

    Fernanda, parabéns pelo site, foi um dos melhores e mais práticos e eficientes que ja vi. Fantástico.

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