Dicas de Sobrevivência Para Quem Vai Visitar o Canadá

Vai visitar o Canadá por conta própria e está com receio do que irá encontrar pela frente? Então não perca nossas dicas de sobrevivência e veja que os guias de viagem não contam.

Canadá

Canadá

Uma viagem internacional, feita por conta própria, é a melhor opção para quem quer conhecer direito um lugar e ficar livre pra fazer o que bem entender, no seu próprio ritmo.

Mas por outro lado, também gera certa insegurança. Afinal, trata-se de outra cultura, outro idioma, outros costumes... Sem a segurança e o conforto de um guia turístico, a pergunta que não quer calar é: “será que conseguirei me virar sozinho(a) por lá?”.

Pensando nisso, escrevi este post com o objetivo de ajudar o leitor do blog a tirar algumas dúvidas, utilizando a minha experiência como referência.

Longe de mim querer dizer o que é certo ou errado. A intenção aqui é dar as minhas impressões para que você possa ter uma ideia do que poderá encontrar quando chegar ao seu destino.

É claro que cada um tem um ponto de vista. Por isso, convido os leitores do blog a fazerem seus comentários no final do post. Assim, poderemos todos ajudar aqueles que estão com viagem marcada para esse encantador país.

Como são os canadenses?

Achei um povo bastante simpático e receptivo. Pra qualquer lugar que vamos, os canadenses nos recebem bem e quase sempre com um sorriso no rosto.

Canadá

Canadá

Sinceramente, não esperava uma atitude diferente, pois o Canadá é um país bastante conhecido por investir na imigração de estrangeiros. Ou seja, os canadenses estão acostumados a lidar com as diferenças culturais dos povos de outras nações que decidem ir morar lá.

Aliás, esse é um ponto que contribuiu bastante para eu me sentir “em casa” no Canadá. Não nos sentimos forasteiros por lá. Especialmente em Toronto, a cidade mais multicultural que visitei nessa viagem.

Mas, calma aí... Não é pra todo mundo achar que eles sejam totalmente despachados como o brasileiro costuma ser. Eles são simpáticos e receptivos sim, mas com aquele toque reservado que estamos habituados a ver nos “gringos”.

E outra coisa bem legal que observei: o canadense é um povo bastante educado. Incluindo as autoridades.

Visitei o Parlamento de Ottawa e, ao passar pela revista com a Polícia antes de entrar, eles encasquetaram com um pau de selfie que tinha na minha bolsa. De forma respeitosa e educada, me informaram que o item não era permitido dentro do estabelecimento e que seria guardado com eles até o final da visita.

E ao término do passeio, lá estava o objeto guardado com outro agente da Guarda, tão educado e respeitoso quanto o da entrada.

Outra situação: peguei um voo entre Toronto e Quebec e, por alguma razão, o agente do raio X do aeroporto encrencou com algo na minha mochila. Imediatamente veio uma policial canadense que, de forma firme, mas bastante respeitosa, me chamou para revistarmos juntas a minha bagagem.

Claro que não havia nada suspeito e logo ela me liberou, também de forma bem respeitosa – algo que NÃO acontece com os agentes dos EUA, que costumam tratar os estrangeiros como se fosse a escória do planeta.

Entrando no Canadá: Como é a imigração no aeroporto?

Imigração

Imigração

Minha chegada ao país foi pelo aeroporto internacional de Toronto. Logo após descer do avião e pegar a bagagem, me deparei com um setor cheio de máquinas self-service.

Diante de uma delas, precisei colocar alguns dados pessoais e, ao término, a máquina imprimiu uma espécie de comprovante.

Em seguida, uma funcionária me direcionou para as cabines de imigração. O agente pegou o tal comprovante e o passaporte, digitou algumas coisas num computador e perguntou o que eu estava indo fazer no Canadá.

Respondi que estava indo a turismo e ele deu um “ok”, devolvendo meu passaporte.

Pronto. Partiu conhecer o Canadá!

ATENÇÃO!

Esse blog possui um conteúdo voltado exclusivamente para TURISMO, pois aqui publicamos os relatos das viagens que fazemos e as dicas que adquirimos baseadas na nossa experiência, com a intenção de ajudar o planejamento de outros viajantes.

E justamente por NÃO termos a experiência e nem o conhecimento necessários, desde já informamos que não responderemos perguntas sobre "vida no Canadá”, “cursos no Canadá” ou dúvidas sobre o processo de imigração para o Canadá.

É necessário tirar visto para visitar o Canadá?

Sim! Todo brasileiro que pretende ir para o Canadá precisa tirar o visto. Seja para turismo, para estudo e, é claro, para quem quer se mudar pra lá.

Para quem está indo a turismo (o foco desse blog), uma boa notícia...

Desde 2017, as autoridades canadenses facilitaram bastante esse processo, criando um visto eletrônico conhecido como eTA – Electronic Travel Authorization (em português: AEV, Autorização Eletrônica de Viagem).

A solicitação é feita agora pela internet, custa apenas 7 dólares canadenses e o processo é bem simples.

Porém... Ele requer alguns pré-requisitos para ser adquirido, caso contrário, o candidato terá que ir até o consulado para tirar o visto (um processo bem mais demorado...).

Para saber mais informações sobre isso, recomendamos a leitura do post: O que preciso saber sobre o visto eletrônico para o Canadá (eTA)?

Como se virar com o idioma no Canadá?

A maior parte do território canadense fala o inglês. Somente na província de Quebec é que se fala outro idioma: o francês.

No Canadá se fala inglês e francês

No Canadá se fala inglês e francês

Eu fui tranquila, crente que o meu inglês básico iria fazer eu me virar bem no Canadá. Só que não foi bem assim...

Embora tenha conseguido ler bem as placas, cardápios e etc, achei o inglês falado deles um pouco enrolado. Tinham momentos em que eu pedia para que falassem devagar para conseguir compreender.

No caso de Toronto, o inglês era ainda mais estranho. Como grande parte da população da cidade é composta por imigrantes, então era aquele festival de inglês com sotaque estrangeiro.

A sorte é que os canadenses (e os imigrantes que moram lá) são simpáticos e, na maioria das vezes, compreensivos com o turista estrangeiro. Pelo menos no meu caso, nenhum se importou em repetir as palavras mais devagar.

Quanto ao francês de Quebec, não se desespere se você é como eu e sabe falar no máximo um “bonjour” (ou nem isso). Todos os canadenses de lá falam fluentemente o inglês.

Internet no celular durante a viagem

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UTILIZEI ESSE CHIP NO CANADÁ! Leia nossa resenha no post: "Utilizando o chip da EasySim4U no Canadá".

A comida no Canadá

Dada a sua característica multicultural e a proximidade com os EUA, encontra-se estabelecimentos dos mais variados possíveis: desde os clássicos americanos (hambúrguer, batata frita e seus molhos apimentados) até restaurantes de cozinha estrangeira, como os italianos e os asiáticos.

Mas apesar disso, há vários itens que são bem típicos do Canadá. Se eu fosse falar de todos, o post ficaria interminável. Por isso, eis alguns destaques que o visitante não deve deixar de experimentar quando for ao país...

► Maple Syrup

Xarope de Maple

Xarope de Maple

Um dos mais famosos é o xarope de bordo, chamado por lá de Maple Syrup (ou Sirop D’Érable, em francês).

Trata-se de um xarope doce derivado da seiva da árvore conhecida como Bordo Canadense (ou maple) – cuja folha é aquela famosa que estampa a bandeira do Canadá e é o maior símbolo do país.

O aspecto lembra bastante o mel, mas é só aparência: o xarope de maple é mais fluido e possui um sabor doce mais suave. É ótimo para colocar em cima de waffles, crepes, pães e etc.

Ele é vendido tanto nos supermercados quanto nas feirinhas e lojas de souvenir, pois é um produto bastante típico do Canadá. E é uma ótima lembrança pra trazer pra casa ou presentear parentes e amigos. Alguns vem em frascos lindos.

► Poutine

Poutine

Poutine

Outro item muito famoso é o poutine, que consiste num prato composto por batatas fritas cobertas por um molho típico a base de carne (chamado gravy) e queijo em cubos.

Há várias casas especializadas pelo Canadá, que costumam oferecer variações desse formula tradicional (pode-se acrescentar bacon, cheddar, outros molhos e por aí vai).

Algumas famosas: Smoke´s Poutinerie (em várias cidades), Poutineville (Montreal e Quebec), Nom Nom Nom Poutines (Toronto).

McDonald's No Canadá

McDonald's No Canadá

Mas você também pode degusta-lo em vários restaurantes e pubs pelo país. Tem até no McDonald’s!

CURIOSIDADE: Por falar em McDonald’s, você irá reparar que as filiais canadenses da rede possuem uma pequena folha de maple estampada no logotipo deles.

Achei uma graça e uma homenagem singela ao país.

► Tim Hortons

Trata-se de uma famosa rede de cafeterias canadense, com milhares de lojas espalhadas pelas cidades, disputando a preferência da clientela com o seu concorrente mais famoso: o Starbucks.

Tim Hortons

Tim Hortons

Aliás, a concorrência entre os dois é tão ferrenha, que se você avistar a loja de um, pode olhar ao redor que logo logo você vai encontrar a loja do outro na esquina seguinte.

Eu achei o Tim Hortons tão bom quanto o Starbucks (que adoro e estou acostumada a frequentar). Pra mim, essa disputa deu empate!

Indo lá, não deixe de experimentar o Timbits, umas bolinhas de massa frita e açucarada, que lembra bastante o sonho (só que sem o recheio).

► BeaverTails

Essa foi, DE LONGE, a minha guloseima preferida no Canadá!

O BeaverTails (ou “rabo de castor”, em tradução para o português) é uma rede de pâtisserie que oferece uma massa frita em formato de rabo de castor, servida com diversas coberturas.

Você não faz ideia de como esse negócio é bom!

Há um cardápio com cerca de 10 opções de cobertura, variando entre nutella com banana, creme de chocolate com pasta de amendoim + M&M, creme de baunilha com Oreo, maçã com canela, e por aí vai. Basta escolher pelo número (tal como pedimos num menu do McDonald’s).

Essa guloseima é uma bomba calórica, eu sei... Mas te garanto: ela cai muitíssimo bem no meio de um dia de muitas andanças.

CURIOSIDADE: a rede muda de nome nas cidades da província de Quebec. Lá, o nome é traduzido para o francês e chama-se Queues de Castor.

No Canadá "inglês" chama "BeaverTails"

No Canadá "inglês" chama "BeaverTails"

No Canadá "francês" chama "Queues de Castor"

No Canadá "francês" chama "Queues de Castor"

Banana com Nutella

Banana com Nutella

Chocolate com pasta de amendoim e M&M

Chocolate com pasta de amendoim e M&M

► Icewine

Icewine

Icewine

Se você for visitar a região de Niagara, não deixe de provar o famoso Icewine, um vinho feito com uvas congeladas naturalmente.

Os produtores costumam deixar as uvas maduras nas videiras até o inverno, onde acabam congeladas pelo clima. Depois, são colhidas e geram o famoso vinho.

O sabor é bastante peculiar e divide opiniões quanto ao gosto, pois é bem doce e concentrado, lembrando mais um licor do que um vinho.

Eu achei delicioso (especialmente bem gelado), mas quem é adepto a um bom e tradicional vinho seco, talvez possa não gostar.

Como se locomover entre as cidades do Canadá?

Quem quiser se deslocar entre as cidades canadenses, tem 4 opções pra escolher: alugar um carro, ir de trem, ir de ônibus ou ir de avião.

Uma das formas mais práticas é alugar um carro. As estradas canadenses são excelentes e bem sinalizadas, o que facilita bastante os deslocamentos.

Estrada entre Toronto e Niagara Falls

Estrada entre Toronto e Niagara Falls

Niagara Parkway

Niagara Parkway

Diferentemente do que acontece na Europa, por exemplo, não há muitas opções de transporte público interurbano no país. E quando tem, não há tantos horários disponíveis ou levam muitas horas entre um destino e outro, ou a estação fica longe das melhores regiões das cidades, e por aí vai.

Tive a experiência de usar o carro para ir a Niagara Falls e achei a estrada bem conservada e tranquila de transitar.

Alugar um carro pode ser uma ótima opção

A melhor forma de explorar um novo destino, com liberdade total, é alugando um carro. Em muitos casos você poderá economizar, evitando despesas com translados e deslocamentos em geral. Será que vale a pena? Faça uma cotação online na RentCars e encontre as menores tarifas entre as principais locadoras. Você tem a vantagem de poder pagar em reais, sem IOF, e ainda parcelar no cartão.

Para quem não quiser encarar o volante durante a viagem ao Canadá, outra opção é optar pelo deslocamento de trem entre as principais cidades.

Essa foi a forma que escolhi em alguns deslocamentos (Quebec > Montreal // Montreal > Ottawa // Ottawa > Toronto). No geral, achei um serviço bom, mas com alguns “poréns”...

Os trens são limpos e confortáveis, mas por outro lado, são vagarosos, param em milhares de estações no caminho e ainda sacodem razoavelmente em alguns trechos.

Estação de trem de Quebec

Estação de trem de Quebec

Trem da Via Rail no Canadá

Trem da Via Rail no Canadá

Outra forma é fazer o deslocamento de ônibus entre as cidades.

Não experimentei esse serviço, mas apurei que, como vantagem, o preço é mais em conta. E como desvantagem, a demora do deslocamento entre algumas cidades (lembre-se que o Canadá é um dos maiores países do mundo em território).

Por fim, há a opção de deslocamento de avião. Como o Canadá é um país grande, às vezes compensa mais pegar um voo entre 2 cidades – tanto em termos de praticidade, ganho de tempo e, em algumas ocasiões, até mesmo economia de dinheiro.

Downtown Toronto visto do avião

Downtown Toronto visto do avião

Foi o meu caso, que precisei fazer um deslocamento entre Toronto > Quebec.

A distância entre as 2 cidades é de aproximadamente 800 km, o que já de cara desanimava o deslocamento de carro. Se fosse de trem, levaria cerca de 9 horas pra chegar ao destino, depois de 2 trocas de trem. Sem chance!

Foi aí que vi que um voo entre essas cidades duraria apenas 1h e sairia pouca coisa mais cara que o trem. E ainda estava incluso o despacho de uma mala de 23kg.

Não pensei nem duas vezes: fui de avião e ganhei mais um dia de viagem!

Leia também:

Dicas Para Quem Vai Alugar Um Carro no Canadá

Retirando e Devolvendo um Carro Alugado no Aeroporto Toronto Pearson

Viagem de Trem Entre Quebec e Ontario: Dicas e Informações

E como se locomover dentro das cidades do Canadá?

Bonde em Toronto

Bonde em Toronto

Minha experiência foi apenas nas principais cidades do leste canadense e, em todas, há um bom serviço de transporte público disponível.

Nas maiores (Toronto e Montreal), além dos ônibus, há a opção de metrô e bondes que te levam pra todo canto.

Aliás, ambas (especialmente Montreal) possuem um sistema de galerias subterrâneas que ligam vários pontos importantes e também algumas estações de metrô. É praticamente uma cidade embaixo de outra.

Em Toronto, o sistema é menor e chama PATH. Já em Montreal é bem mais amplo e é conhecido como RÉSO.

O motivo de eles existirem é simples: foi a maneira que os canadenses encontraram de essas cidades não pararem durante inverno rigoroso (Montreal chega a bater 30ºC negativos com facilidade no auge do inverno!).

PATH (Toronto)

PATH (Toronto)

RÉSO (Montreal)

RÉSO (Montreal)

Quanto aos taxis, andei pouco neles e achei um serviço bom, embora os motoristas sejam um pouco mal-humorados. Especialmente se não rolar uma bela gorjeta no final da corrida (falarei sobre isso mais adiante...).

Mas usei o serviço de Uber várias vezes nessa viagem e foi tranquilo em todas as vezes. Os motoristas são, na maioria, imigrantes e adoram “trocar uma ideia” com os turistas estrangeiros que andam em seus veículos.

Apesar do aluguel do carro ser uma boa ideia para quem for se deslocar de uma cidade até outra, dentro dos centros urbanos NÃO achei viável, tanto pelas poucas vagas pra estacionar, quanto pelo trânsito.

Toronto, por exemplo, tem alguns horários de pico de trânsito de fazer inveja a muita capital brasileira...

A segurança no Canadá

Me senti muito segura andando pela cidades canadenses e, felizmente, não presenciei nenhuma intercorrência durante a minha visita.

É possível andarmos com nossos celulares na mão sem medo de sermos assaltados e transitei à noite sem grandes problemas.

Mas, é claro, necessitamos ter certos cuidados. Afinal, somos e temos cara de turista, ou seja: estaremos sempre visados.

Polícia canadense

Polícia canadense

Segundo apurei com brasileiros e moradores das cidades que visitei, dificilmente você verá assalto à mão armada no Canadá. O que às vezes é visto são os famosos “batedores de carteira”. Enquanto você está lá, distraído, vem um ladrão por trás e abre a sua bolsa, sem você perceber. Tem que ter atenção quanto a isso.

Não sei se felizmente ou infelizmente, o brasileiro que mora em qualquer capital ou cidade um pouco maior, está mais do que acostumado com as regras para se prevenir contra isso. O que aconselho é: não deixe esses cuidados em casa.

Apesar de eu ter saído alguns dias à noite em Toronto, Quebec e Ottawa, procurei evitar voltar em altas horas para não correr riscos. Mas mesmo no dia que fiquei até mais tarde (algo em torno de 1:00 da manhã), não vi qualquer situação que me deixasse com medo.

Segundo soube, as autoridades de Toronto andam preocupadíssimas com o aumento da violência na cidade, já que entre janeiro e setembro de 2018, tinha totalizado algo em torno de 60 mortes na cidade.

É bastante coisa? Claro que sim... Mas em se tratando que tem muita capital brasileira que morre isso (ou mais) POR DIA, então podemos concluir que o Canadá não é tão violento quanto estamos (infelizmente) acostumados...

Outra coisa que me chamou atenção por lá, especialmente nas cidades de Montreal e Toronto, é que há algumas pessoas maltrapilhas vagando nas ruas e agindo de forma desconexa, como se tivesse algum distúrbio de loucura.

Não se assuste! Eles não fazem absolutamente nada e não agridem ninguém, basta apenas ignorá-los. E se caso vierem na sua direção, é só desviar ou sair de perto ou entrar em alguma loja. Nada acontecerá.

Uma amiga (médica) que visitou recentemente a cidade de Vancouver, disse que também há vários deles vagando por lá e que se tratam de pessoas viciadas em metanfetamina.

Um problema social e triste do país, pelo visto...

Os esquilos canadenses

Esquilo no Canadá

Esquilo no Canadá

Ainda dentro do tema segurança, uma coisa fantástica que notei nas cidades que visitei do Canadá foi a presença de esquilos perambulando por toda a parte.

E se você pensa que eles ficam só nos parques e áreas verdes, se engana. Eles muitas vezes correm nas calçadas, junto com os pedestres. Não é raro estarmos andando e daqui a pouco passa um troço peludo correndo ao nosso lado.

Você deve estar aí se perguntando: ”É seguro andar ao lado deles???

Esquilo no Canadá

Esquilo no Canadá

No começo fiquei apreensiva, mas depois acabei encantada por eles, pois além de fofinhos, convivem de forma bastante pacífica com os seres humanos. E não fazem absolutamente NADA!

Claro que não em atrevi a tocá-los (algo que notei que os canadenses também NÃO fazem), mas dá tranquilamente pra chegar pertinho sem ter problemas. Eles realmente não saem correndo. Não estão “nem aí”!

E parecem ser símbolos do Canadá, pois há vários souvenires com tema de esquilos. Outra marca registrada do país, junto com as folhas de maple...

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Quanto gastar por dia numa viagem ao Canadá?

Eis um tema delicado, já que cada um tem um objetivo e um orçamento próprios.

A moeda utilizada no país é o dólar canadense, facilmente adquirido nas principais casas de câmbio do Brasil.

Dólar Canadense

Dólar Canadense

Quando for comprar a moeda, você vai perceber que ele é mais barata que o dólar americano e o euro, o que pode animar muita gente.

Mas não se iluda: o Canadá não é um país barato...

Pra se ter uma ideia, uma refeição simples com bebida saía em torno de $ 25 a 30 CAD por pessoa. Levando em conta o câmbio turismo de R$ 3,05 (que foi o que paguei na época), isso saiu entre 76 a 90 reais.

Como todos os restaurantes serviam água de graça (e à vontade), muitas vezes me peguei evitando pedir a bebida para tentar baratear a refeição. Claro que não foram todas as vezes, mas para quem passou 18 dias almoçando e jantando na rua, isso gerou uma certa economia no final das contas.

Em minhas viagens, procuro não ficar convertendo tudo pro real, porque senão, a gente não compra um chaveiro. É claro que, em certos momentos, é necessário. Mas não dá pra entrar na paranoia de fazer conta pra tudo.

DICA: Crie uma meta de gasto por dia. Faça aquele dinheiro render, sem pensar muito no quanto custaria se fosse em real. A não ser que você vá adquirir alguma coisa que compraria por um preço alto no Brasil. Aí sim é bom converter pra ver se vale a pena comprar aquele item lá fora.

De um modo geral, encontrei itens como cosméticos, maquiagem, eletrônicos, peças de vestuário com preços quase equiparados ao que pagaria em real, com uma pequena vantagem para o preço do Canadá (era ligeiramente mais barato). Só valia a pena mesmo se fosse comprar uma boa quantidade.

O que salvou mesmo foi o Outlet. Esse sim valeu a pena. Apesar de não chegar aos pés dos exemplares dos EUA (que são imbatíveis), ainda assim deu pra conseguir excelentes descontos. Confesso que dei uma pequena “surtada” neles...

► Coisas irritantes no Canadá: o preço nas etiquetas e a gorjeta

Uma coisa que achei irritante no Canadá foi o fato de que os preços das etiquetas NUNCA são o preço final, pois nelas não está incluso o imposto.

Isso é bastante chato, porque a gente nunca sabe quanto vai dar a conta final quando compramos algumas coisas. E pra piorar, cada província tem as suas regras de cobrança, o que nunca dá pra saber o preço final. Me pergunto até se os nativos conseguem fazer essa conta de cabeça.

E não fica só nas etiquetas das lojas, não. Nos cafés e restaurantes também é esse esquema. Vai comprar aquele ingresso esperto pela internet? Prepare-se para receber um valor final maior do o esperado.

Outra coisa MUITO irritante no Canadá: a questão da gorjeta.

Tudo, mas tudo MESMO é solicitado a tal da tip (gorjeta, em inglês). E não vá achando que é 10% não. Lá é papo de 15 a 20%. Achei um absurdo!

Tudo é gorjeta no Canadá!

Tudo é gorjeta no Canadá!

E não é só nos restaurantes não. Pede-se gorjeta no taxi, no Uber... O mais bizarro que eu vi foi na bilheteria do funicular em Quebec. Pagar tip pra subir 30 segundos num elevador? Fala sério!!!!

Os garçons te tratam super bem, te bajulam, são sorridentes e tal. Daí vem a conta e... tcharam! Lá está a gorjetinha sugerida.

Podemos simplesmente ignorar, mas me diz aí: você não ficaria constrangido de não dar algum "trocado" depois de ser bem tratado num atendimento?

A melhor coisa é fazer “cara de paisagem” e dar algumas moedas. Apele para o fato de que você é um estrangeiro visitando o país e não sabe como é o esquema por lá.

É chato? É... Mas não dava pra sair dando 20% de gorjeta para cada estabelecimento que eu fosse. E ainda por cima tinha o imposto irritante na conta. Se não me policiasse, eu iria à falência rapidinho nessa viagem!

Os garçons não te destratarão (farão apenas cara de decepção), mas aí entra de novo a “cara de paisagem”.

E prepare-se para os taxistas: esses nem vão disfarçar a raiva. Faça pra eles a “cara de paisagem” mais bonita que você puder!

► Quanto gastar por dia, afinal?

De um modo geral, meu limite máximo de gasto diário no Canadá (incluindo comida + transporte + atrações + gorjetas mínimas) era de $ 100 CAD por pessoa.

Teve dia que eu consegui gastar mais e, em outros, menos. Mas numa média, foi esse o valor que precisei por dia no Canadá.

Outlet em Toronto

Outlet em Toronto

Estão excluídos dessa conta os gastos de passagem, hospedagem e o deslocamento entre cidades.

As compras também não entram nessa conta. Pra elas, eu separei um dinheiro extra e o coloquei como meta máxima, para evitar extrapolar e ter que usar o cartão de crédito.

Esse gasto extra vai variar de acordo com o lado consumista e as possibilidades de cada um. Aqui não há regras.

O segredo é se programar e se organizar. Arrume um caderninho e faça as contas quando chegar ao hotel, todos os dias. Dessa forma, você consegue administrar melhor os seus gastos durante a viagem.

DICA: Sobrou dólar canadense no final da viagem? Guarda pra usar no Duty Free do aeroporto brasileiro (sim, ele é aceito!).

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