Museus do Vaticano: O Que Ver ?

Um dos maiores do mundo e parada obrigatória para todo turista que visita Roma, os Museus do Vaticano são imperdíveis. Confira o que há de melhor a ser visto por lá.

Museus do Vaticano

Museus do Vaticano

Quando decidi ir aos Museus do Vaticano, uma pergunta passou pela minha cabeça: sendo um dos maiores e mais ricos do mundo, como posso fazer para aproveitar o máximo da minha visita, sem perder de vista os itens mais importantes?

Pensando nisso, preparei este post contando como foi o meu roteiro, destacando aquilo que considerei como imperdível e acrescentando algumas informações e comentários pessoais, para que você possa programar o seu passeio e tirar o melhor proveito dele.

Outra dúvida que costuma surgir é: quanto tempo reservar para os Museus do Vaticano? Isso vai depender do interesse de cada um, mas no geral, se quiser ver bastante coisa, e direito, reserve umas 5 horas para visitá-lo. O meu passeio durou 6.

Procure chegar na hora da abertura, para terminar a visita um pouco depois do almoço. Assim, você ainda terá uma tarde livre para conhecer outro lugar.

Agora... Se preferir visitar todas as salas, apreciando todo o acervo com calma, prepare-se: você irá levar o dia todo lá dentro.

Por que chama "Museus do Vaticano”, no plural?

Porque, na verdade, é um conjunto de pequenos museus reunidos e instalados nos antigos aposentos dos palácios que pertenceram aos Papas de outras épocas. Todos são interligados entre si.

Apesar de serem vários museus e salas, é difícil ficar perdido. Depois que a gente entra, as portas e passagens estão estrategicamente abertas ou fechadas, induzindo os visitantes a seguirem por um trajeto pré-estabelecido. Inclusive, é possível escolher um percurso mais longo ou mais curto para realizar o passeio, dependendo do interesse de cada um.

Um Roteiro pelos Museus do Vaticano

Abaixo, estão os mapas dos 2 pisos que formam os Museus do Vaticano, numerados de acordo com a ordem da minha visita. Dessa forma, ficará mais fácil para você entender o percurso que realizei e acompanhar o roteiro, que citarei logo em seguida:

Museus do Vaticano

Museus do Vaticano

Museus do Vaticano

Museus do Vaticano

1. MUSEU PIO CLEMENTINO

Meu passeio começou por este belo museu, fundado no final do século 18 pelo Papa Clemente XIV (1769-1774) e depois reestruturado pelo seu sucessor, o Papa Pio VI (1775-1799). Eles promoveram uma onda de colecionismo, adquirindo peças ao comprá-las de nobres falidos e confiscando das escavações arqueológicas (⅓ dos achados era da Igreja).

Contém várias salas e um pátio interno, com belíssimas peças gregas e romanas. Meus destaques:

A) Pátio Octogonal:

Apolo de Belvedere – estátua do deus com um manto enrolado no braço esquerdo e provavelmente segurando uma flecha (hoje inexistente) na mão. Acredita-se que data do século 2. Atenção para a perfeição do manto...

Laocoonte e filhos – estátua retratando o sacerdote de Apolo, que se opôs a entrada do cavalo de Tróia, lutando junto com seus filhos contra a serpente (representando os gregos). Acredita-se que seja de 30-40 a.C.

Perseu com a cabeça da Medusa – estátua que retrata o herói grego que decapitou a Medusa. De Antônio Canova, feita por volta de 1790.

B) Sala Rotonda:

Estátua dourada de Hércules – peça de bronze dourado representando o herói grego com um bastão na mão direita e a pele do leão de Nemeia no mesmo braço. Na outra mão, segura a maçã das Hespérides. Acredita-se que tenha sido feita entre os anos 100 e 300.

Piso em mosaico – proveniente de uma terma romana, o piso foi readaptado e levemente modificado para ficar nesta sala. Retrata a batalha entre gregos e centauros, além de uma série de cenas marinhas. Lindo!

Bustos de deuses e personalidades da Roma Antiga, com destaque para os dos Imperadores Claudio e Adriano.

C) Sala da Cruz Grega:

• Sarcófago de Santa Helena (mãe do Imperador Constantino I)

Piso em mosaico no centro, vindo de uma cidade do Lácio.

Sala Rotonda --- Escultura: Laocoonte e Filhos

Sala Rotonda --- Escultura: Laocoonte e Filhos

2. MUSEU GREGORIANO ETRUSCO

Quando você sai do Museu Pio Clementino, é automaticamente induzido a subir uma escada até o andar de cima, onde está o Museu Etrusco.

Fundado pelo Papa Gregório XVI (1831–1846), ele abriga peças do antigo povo que habitou a península itálica antes dos romanos, entre 1000 e 700 a.C.: os Etruscos.

Contém muitas peças em cerâmica e metais preciosos, belíssimos e muito antigos. Todos confiscados das escavações arqueológicas realizadas na época.

Além das relíquias etruscas, encontramos também peças mais “recentes”, da época do Império Romano.

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3. MUSEU GREGORIANO EGÍPCIO

Museu Gregoriano Egípcio

Museu Gregoriano Egípcio

Você será induzido a descer novamente para o andar inferior, para visitar o próximo museu, que traz relíquias provenientes do Antigo Egito.

Também fundado pelo Papa Gregório XVI, 2 anos depois do Museu Etrusco, contém peças egípcias encontradas nas escavações feitas em Roma.

Os romanos tinham por hábito saquear peças e relíquias do Egito e trazê-los para a capital, a fim de decorar suas casas e os espaços públicos.

Sou suspeita pra falar, já que adoro tudo que é relacionado ao Antigo Egito, mas as relíquias são belíssimas e valem a visita. Meus destaques:

• Sala com sarcófagos e uma múmia de verdade, com parte do tecido descoberto, mostrando o corpo embalsamado (ao lado, tem uma placa explicando como eles faziam esse processo).

• Reconstrução do canopus da Villa Adriana em Tivoli, com estátuas de deuses e um busto gigante da deusa Isis-Sothis-Demeter

Tumulo de Iri, o guardião da pirâmide de Quéops

• Estátua de granito da Rainha Tuya, mãe do famoso faraó Ramsés II

No final deste museu, estão reunidas peças provenientes de vários locais da Antiguidade, como a Mesopotâmia, entre outros.

4. PÁTIO DA PINHA

Na saída do Museu Egípcio, nos deparamos com uma escadaria (cujo teto e paredes são belíssimos), que nos levará direto para um corredor cheio de estátuas e bustos. Antes de seguir em frente, você verá à direita, uma porta que levará a um pátio interno – o Pátio da Pinha.

O nome se refere a uma pinha de bronze, gigante, situada no semicírculo de um dos prédios dos Museus. Ela pertencia a uma fonte das termas privadas de Agripa, um nobre da Roma Antiga.

Pátio da Pinha

Pátio da Pinha

Apesar de ter dado nome ao pátio, não é esta peça que mais chama atenção de quem passa por ali. Bem no centro, há uma esfera dourada, criada pelo artista italiano Arnaldo Pomodoro chamada Sfera con Sfera. Existem outras versões da mesma em vários lugares do mundo, mas a do Vaticano é a mais famosa. Eu confesso que não entendi muito bem o significado dela. Dizem que o artista quis representar o cristianismo. Enfim...

Neste pátio há um pequeno restaurante, para quem quiser repor as energias.

5. MUSEU CHIARAMONTI

Voltando pela mesma porta, você irá encontrar um imenso corredor lotado de estátuas e bustos – o Museu Chiaramonti.

O nome foi dado em homenagem ao Papa Pio VII (1800-1823), da família Chiaramonti, que organizou uma coleção de estátuas e criou leis (que serviram de base para as atuais) que protegem as relíquias achadas no território italiano, para que não sejam levadas do país. Tudo para evitar o que aconteceu na época de Napoleão Bonaparte, que confiscou várias peças dos Museus e as levou para França. Foi Antônio Canova o responsável por trazer tudo de volta, anos depois. Inclusive, ele foi o supervisor deste museu.

Meu destaque são os bustos e estátuas de Imperadores Romanos, como Julio Cesar, Augusto, Trajano, Tibério, Vespasiano e Settimo Severo. Em tempos onde a fotografia era o busto esculpido na pedra, achei bastante interessante dar um rosto para aquelas figuras históricas que sempre ouvi falar na escola.

Imperadores Vespasiano (esq) e Settimo Severo (dir) --- Museu Chiaramonti

Imperadores Vespasiano (esq) e Settimo Severo (dir) --- Museu Chiaramonti

O corredor de repente termina numa grade que veda o restante do caminho. Dali pra frente é a chamada Galeria Lapidaria que contém inscrições e tabuletas de túmulos pagãos e cristãos. Mas é fechado ao público geral, sendo necessário pedir permissão ao Vaticano para a visita.

6. BRACCIO NUOVO

Um pouco antes de chegar à grade que fecha a Galeria Lapidária, virando à direita, está o Braccio Nuovo, um corredor perpendicular contendo várias estátuas.

O destaque é a famosa estátua do Imperador Augusto, inspirada no Doríforo de Policleto. Encontrada na Villa de Augusto, é talhada em mármore e tinha a roupa pintada. Infelizmente não pude ver pessoalmente, pois esta ala estava fechada para reforma na ocasião da minha visita.

7. GALERIA DOS CANDELABROS

Como o Braccio Nuovo estava interditado, tive que voltar pelo corredor do Museu Chiaramonti e sair novamente no Pátio da Pinha, para poder acessar o corredor paralelo ao que eu estava.

Chegando nele, fui induzida a subir até o piso superior para iniciar o passeio por esse longo corredor, que contém 3 museus consecutivos (galerias, na verdade), cuja arquitetura é tão bela que chega a rivalizar com as relíquias ali expostas, pela atenção do visitante.

O primeiro é a Galeria dos Candelabros. Contém uma série de peças gregas e romanas, principalmente estatuas, mosaicos e, é claro, os objetos que deram o nome ao museu: os grandes candelabros achados em Otricoli.

Embora as peças expostas sejam magníficas, o destaque mesmo é o teto. Lindo!

8. GALERIA DAS TAPEÇARIAS

Continuando pelo corredor, entramos no segundo museu dessa ala: a Galeria das Tapeçarias (ou Arazzi, em italiano).

Presos nas paredes estão vários tapetes decorados com cenas da vida de Cristo à esquerda e da vida do Papa Urbano VIII (1623-1644) à direita.

Todos feitos por alunos do artista renascentista Rafael, são lindíssimos e merecem o destaque. São verdadeiras obras de arte.

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9. GALERIA DOS MAPAS

Cena comum na Galeria dos Mapas: pescoços esticados

Cena comum na Galeria dos Mapas: pescoços esticados

Continuando pelo corredor, chegamos a esta terceira galeria do corredor. A mais deslumbrante...

Ela contém 40 gigantescos mapas pintados nas paredes pelo cartógrafo Ignazio Danti no século 16, representando as possessões da Igreja na época do Papa Gregório XIII (1572-1585).

Mas, na verdade, ninguém dá muita atenção para os mapas. O motivo? O magnífico teto abobadado, que é lindíssimo! E ainda tem uma iluminação propícia, que ajuda a ficar mais bonito. Não é raro encontrar as pessoas ali com o rosto virado pra cima e a boca aberta, tirando milhares de fotos. Imperdível!

10. APOSENTOS DE SÃO PIO V

Seguindo em frente, logo após as Galerias, encontramos o antigo aposento do Papa Pio V (1566–1572). Hoje, expõe uma série de tapetes decorados, semelhantes aos que estão na Galeria das Tapeçarias.

A sala anexa, que faz parte dos aposentos, é a Sala Sobieski, com vários afrescos. O principal deles o do pintor polonês Jean Matejko, que retratou a vitória do Rei Jan III Sobieski sobre os turcos.

11. SALA IMACULADA CONCEIÇÃO

Seguindo agora para esquerda, chegamos a esta sala, cheia de belos afrescos.

O Papa Pio IX (1846–1878) proclamou o dogma da Imaculada Conceição em 1854. Em comemoração, contratou o pintor Francesco Podesti, um dos mais renomados da época, para decorar a sala utilizando este evento como tema.

É espetacular! As pinturas são belíssimas e já nos prepara para as salas seguintes, que são ainda melhores.

12. SALAS DE RAFAEL

Logo em seguida, estão as famosas Salas de Rafael.

É um dos pontos altos dos Museus. Como considerei tudo destaque, foi necessário um post à parte, com detalhes, curiosidades e informações sobre elas. Tudo para enriquecer sua visita às Salas de Rafael.

13. APARTAMENTOS BORGIA

Apartamentos Borgia

Apartamentos Borgia

Essa é para os fãs do seriado “Os Borgias”. Descendo as escadas, chegamos a um conjunto de aposentos, conhecidos como Apartamentos Borgia.

Consiste nos aposentos de Rodrigo Borgia, o Papa Alexandre VI (1492-1503), decorado no final do século 15 por Pinturicchio.

O Papa que o sucedeu, Julio II (1503-1513), era seu desafeto. Quando Rodrigo Borgia morreu, o novo pontífice fechou os aposentos do rival e mandou construir os próprios na mesma posição, só que no andar de cima. Daí surgiram as Salas de Rafael.

Os Apartamentos Borgia ficaram abandonados até o século 19, quando então foram reabertos para expor obras de arte religiosa moderna.

Quando visitei estava em reformas, de modo que não pude ver muita coisa. É bem bonito, mas achei que não chegava aos pés dos aposentos de seu desafeto, no andar de cima.

14. CAPELA SISTINA

É o ápice do passeio. A mais linda de todas as capelas do mundo. Aliás, “linda” é um adjetivo pífio para descrevê-la.

Da mesma forma que ocorreu com as Salas de Rafael, há tanto a ser dito e descrito sobre ela que também foi necessário um post separado só sobre a visita à Capela Sistina.

15. MUSEUS DA BIBLIOTECA APOSTÓLICA VATICANA

Saindo da Capela Sistina, seguimos pelo corredor que fica logo em frente e abaixo das Galerias dos Mapas, das Tapeçarias e dos Candelabros.

Nele está o Museu da Biblioteca Apostólica Vaticana, uma galeria que abrigava a antiga biblioteca do Vaticano, desativada no início do século 20. Depois disso, deu lugar a um museu de coleções doadas ao longo dos séculos: moedas, vidros, mobiliário, esculturas antigas, cristais, bronzes e etc.

Mais uma vez, o destaque vai para o teto e as paredes. Lindos!

O Final da Visita

Escada em Espiral de Giuseppe Momo

Escada em Espiral de Giuseppe Momo

Chegando de volta ao hall de entrada, próximo ao Museu Pio Clementino, você encontrará restaurantes, lojas e quiosques de souvenir e, na saída, a famosa Escadaria em espiral de Giuseppe Momo. Criada em 1932, consiste em 2 rampas em espiral, que se enroscam entre si e não se cruzam, de modo que quem sobe e quem desce não se encontra. Rende uma das fotos mais tradicionais dos Museus.

O que não visitei nos Museus do Vaticano

Teve uma parte que optei por não visitar e que ficam à direita de quem entra nos Museus do Vaticano. Para quem se interessar, são esses:

Pinacoteca – com obras de Leonardo da Vinci, Giotto, Fra Angelico, Caravaggio, entre outros

Museu Profano Gregoriano – com mais relíquias da Roma Antiga

Museu Etnologico – criado em 1926, para expor peças doadas à Igreja em missões pelo mundo

Informações para quem vai visitar os Museus do Vaticano

• Veja como furar a fila (legalmente) para os Museus do Vaticano

• Veja como chegar e informações sobre horários e preço do ingresso

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35 Comentários
  1. Juliana

    Oi, Fernanda! Estarei em Roma em novembro, mas só terei 4 noites na cidade eterna. Não sabia da existência de restaurantes dentro dos museus do Vaticano. Das pesquisas que tenho feito, seu blog é o único que traz essa informação. Vc chegou a comer por lá? Os preços são exorbitantes? É que tenho um passeio agendado para às 14h45 pelos subterrâneos do Vaticano e queria visitar os museus de manhã. Será que dá tempo? Sou historiadora e adoro museus. Se eu sair do museu, posso voltar e entrar de novo no mesmo dia?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Juliana!

      Sim, eu almocei dentro dos Museus. Há uma praça de alimentação lá dentro, mas de restaurantes simples, que estão mais para lanchonete (não tem nada a la carte, pelo menos eu não vi). Os preços não eram careiros, era a média do que pagaria do lado de fora para aquele mesmo tipo de prato.

      Quanto ao tempo de visita, se você chegar às 9h da manhã (horário da abertura) e sair umas 14h, serão 5 horas de visita para os Museus. Parece o suficiente, mas para quem adora um museu e gosta de história, pode ser que seja pouco. Não é que você não vá curtir, mas também não vai dar pra ver todos os detalhes. O acervo é enorme e lindo – foi um dos museus que eu mais adorei visitar (pra mim, só perde pro Louvre em Paris). Tanto que abortei a visita ao Trastevere naquele dia só pra poder ficar mais tempo por lá.

      Até onde sei, não é possível sair e retornar aos Museus com o mesmo ingresso. No FAQ do site dos Museus, há uma pergunta que quer saber se depois de um tour guiado por lá, se é possível permanecer dentro dos Museus. Eles respondem que sim, mas alertam que se o passeio esticar até a Basílica de São Pedro, ele termina por lá e não é possível voltar para dentro dos Museus com o mesmo ticket.

      Espero tê-la ajudado!

      Abs

  2. Carla Ripper

    Oi Fernanda!
    Pode me dar uma ajuda?
    Já que a Capela é sem dúvida o lugar mais concorrido do museu, será que não daria para começar a visita por ela? Fazer a visita ao museu ao contrário? Acha que daria certo?
    Beijo

    • Fernanda Rangel

      Oi, Carla!
      A Capela Sistina é o final da visita aos museus, que segue um roteiro pre-definido pela administração. É até possível tomar um caminho mais curto até a Capela, mas a ideia é que depois vc seja direcionada para a saída.
      Já ouvi dizer que é possível reiniciar a visita, mas também já soube de uma pessoa que acabou sendo direcionada pra fora dos museus e aí já era: não pode entrar de novo com o mesmo ingresso.
      Resumindo, eu acho um risco começar pela Capela Sistina e depois tentar voltar pro início dos Museus.
      Baseado na minha visita, te digo o seguinte…
      Não vi problema algum em visitar a Capela Sistina no meio do dia. Cheguei a ela por volta das 13-14h, depois da visita aos Museus. Estava bastante cheia, mas a multidão não atrapalhou em nada, pq os maiores atrativos estão nas paredes e no teto, ou seja, acima da cabeça das pessoas.
      Espero tê-la ajudado!
      Bjs

  3. Regina Coeli Leão

    Oi, Fernanda. Adorei suas dicas em vários posts que li. Estarei em Roma em outubro 2015 e como só terei 3 dias nesta cidade, reservei 1 dia para a visitar o Vaticano. Minha dúvida é se visito o Vaticano por minha conta ou se faço visita guiada. O que vc me aconselha ?? Tenho medo das filas. Dizem que são imensas. E também fico apreensiva se sozinha vou conseguir entender e apreciar tudo. Aguardo sua dica. Bj.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Regina! Obrigada pelo elogio!

      Eu fui por conta própria mesmo e foi tranquilo. Mas também levei algumas coisas anotadas, para conseguir entender melhor o que estava vendo.
      Tentei resumir aqui nos meus posts do blog para quem quiser fazer o mesmo que eu, mas é claro que o acervo é imenso e tem muito mais coisas interessantes por lá do que eu escrevi aqui.
      Se você preferir, você pode alugar um audioguia em português lá nos museus. Custa 7 euros (veja aqui). Mas prepare-se: se for ver cada cantinho dos Museus, vai levar mais que um meio período lá dentro (eu mesma levei quase 7 horas, e sem audioguia!). Vai ser preciso ficar de olho no relógio, porque os Museus fecham às 18h.

      Quanto às filas…
      Para visitar a Basilica de São Pedro, chegue até no máximo 8 da manhã (se chegar antes, melhor ainda). E evite o dia da missa do Papa, porque costuma estar mais cheio.
      Para os Museus, compre seu ingresso pela internet, com dia e hora marcados. É a única forma de evitar a fila da entrada, que é imensa sim. E dependendo da hora do dia que a pessoa chega, às vezes nem consegue entrar, porque a bilheteria encerra 2 horas antes de fechar os museus. Explico como fazer para comprar no meu post sobre como furar fila (legalmente) nos Museus do Vaticano.

      Espero ter conseguido ajudá-la!
      Abs

  4. Tânia

    Olá, adorei as dicas, irei em novembro e será minha seginda vez em Roma, gostaria de visitar os subterrâneos da cidade e do Vaticano, sabe como faço? Grata

    • Fernanda Rangel

      Oi, Tânia!
      Você diz o subterrâneo da Basílica de São Pedro (a necrópole)?
      É necessário fazer uma reserva, pois parece que o passeio é guiado. É possível fazer isso por e-mail, fornecendo alguns dados para a administração do Vaticano. Dê uma olhada nos detalhes aqui.
      Abs

  5. Fatima Furtado

    Olá Fernanda, estou copiando seu roteiro, achei genial ! Comprei ingresso online e agendei para 11hs, será que se for bem mais cedo consigo entrar , ou tem que ser na hora marcada. Obrigada.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Fatima!
      Obrigada pelo elogio!
      Acho que, dependendo do segurança da porta, pode ser que vc consiga entrar alguns minutos antes da hora marcada, mas acho que se chegar com muita antecedência eles devem vetar. Senão não teria sentido marcar o horário da visita, entende?
      No dia que eu fui, cheguei com uns 15 min de antecedência e o segurança deixou entrar.
      Abs

    • Mylena Brandão

      Oi, Fatima!
      Eu cheguei uma meia hora antes e entrei sem problema e sem fila alguma! 🙂

  6. Mylena Brandão

    Oi!

    Segui esse seu roteiro no Museu do Vaticano e foi completamente desnecessário o audioguide que alugamos na entrada do museu.
    Muito obrigada e parabéns! 😉

    • Fernanda Rangel

      Oi, Mylena!
      Eu que agradeço o elogio! 🙂
      Fiquei muito contente pelo post ter ajudado a sua visita. O museu é incrível, não é? Foi um dos que mais adorei visitar até hoje.
      Abs

  7. Maria Lucia Fagundes

    Oi Fernanda,
    Todas as suas dicas foram excelentes! Seus destaques para o Museu do Vaticano ajudaram a otimizar minha visita e a apreciar detalhes mais contextualizados. Parabéns pelo blog!

    • Fernanda Rangel

      Obrigada pelo elogio, Maria Lúcia! 🙂
      Fico muito contente por ter conseguido ajudá-la a montar o seu roteiro para um museu tão vasto quanto o do Vaticano (tarefa árdua!). Que bom que o meu post colaborou para que a sua visita tenha sido bem sucedida. Era essa a minha intenção.
      Abs

  8. ALESSANDRA

    Olá!
    Adorei seu blog e gostaria de saber se você tem uma ideia de quanto tempo leva um passei pela capela sistina?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Alessandra!
      Obrigada pelo elogio!
      Não lembro bem quanto tempo levei dentro da Capela Sistina, talvez uns 30 ou 40 min. É tanto detalhe pra ser visto e tanta beleza, que a gente perde um pouco a noção do tempo quando está lá dentro.
      Não deixe de dar uma olhada no nosso post exclusivo sobre a visita à Capela Sistina.
      Abs

  9. Marcio

    Oi Fernanda, belas fotos e belas dicas. Você chegou a visitar a tumba dos Papas? Vou mês que vem e gostaria de fazer esse passeio. O ingresso para os museus da direito as tumbas ou elas ficam na Basílica de São Pedro? Por fim, só para confirmar, a entrada na Basílica é gratuita, né? Se não me engano, paga-se apenas para subir até a cúpula. Poderia me confirmar? Obrigado!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Marcio!
      Obrigada pelo elogio!
      Sim, visitei as tumbas. Estão embaixo da Basílica de São Pedro e o acesso é por ela: basta descer pelos acessos que há nas naves laterais, próximo ao Baldaquino. Não precisa pagar nada para esta visita e nem fazer reservas (que só é exigido para quem quer visitar o subterrâneo, onde está o túmulo de São Pedro propriamente dito).
      A entrada para a Basílica de São Pedro é grátis, mas chegue cedo porque costuma formar uma fila homérica pra visitar. Mas pra subir a cúpula, aí sim tem que pagar.
      Fora isso, só se paga ingresso para visitar os Museus do Vaticano (que inclui a entrada na Capela Sistina).
      Abs

  10. Sylvia Mueller Rodrigues

    Estou adorando o Blog!
    Minha dúvida é em relação ao que pode levar e o que não pode levar na visita aos museus do Vaticano. Já li que não permitem roupas curtas e não pode fotografar a Capela Sistina. Mais alguma restrição? Pode levar algum tipo de alimento na bolsa, por exemplo bolachas?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Sylvia!
      Obrigada pelo elogio!
      Eu sempre ando com uma guloseima na bolsa em minhas viagens e nunca tive problemas. Mas não me lembro de ver ninguém comendo dentro das salas de exposição.
      Contudo, há cafés e restaurantes lá dentro. Um deles fica bem no meio do passeio, mais especificamente no Pátio da Pinha.
      Fora o que vc mencionou, não lembro de nenhuma outra restrição. 😉
      Abs

  11. Vinicius Corrêa

    Olá Fernanda, mais um vez parabéns pelo Blog, planejei muito da nossa Viagem a Itália (8 a 23/1) por aqui, como tenho poucos dias em Roma (4,5), e como ficarei hospedado perto, decidi arriscar os Museus do Vaticano no dia da chegada, então vou comprar ingresso para 14h, vi que o Museu fecha 18h…eles encerram tudo nesse horário? Tomara que dê tempo para o essencial…o que você acha? Abraços Vinicius

    • Fernanda Rangel

      Oi, Vinícius!
      Obrigada pelo elogio!
      Segundo o site oficial, eles começam a desocupar as salas 30 min antes do fechamento. Sendo assim, vc tem 3h e meia pra visitar os Museus + Capela Sistina.
      Sou meio suspeita pra falar, pois minha visita durou 7 horas – e de forma imprevista, pois eu havia programado ficar apenas metade disso. Eu amei tanto os museus que acabei optando por fazer o passeio com calma, apreciando as obras. E não vi tudo, conforme citei no post.
      Mas vai da preferência de cada um: o meu colega de blog (e seu xará) Vinícius Miranda fez a visita em bem menos tempo que isso e ficou satisfeito.
      Como vc tem um tempo curto, sugiro escolher o principal a ser visto e esquecer o restante. Inclusive, há sugestões de percursos na entrada, pra quem prefere fazer um roteiro mais curto ou mais longo.
      Abs

  12. Marcos Cardoso

    Bom dia Fernanda.

    Simplesmente fantástico!!!
    Amei seu roteiro e farei o mesmo em minha visita ao Vaticano, Abril/2017. Você fez um resumo tão bacana que acaba com quaisquer dúvidas rs…

    Muito obrigado, Abraços!.

  13. Sabrina Decker

    Oi Fernanda, tudo bem? Estou achando o blog ótimo, esta enclarecendo muitas dúvidas..
    Vamos a Roma em abril e gostaria de visitar o tumulo do Papa João Paulo II, Chegasse a visitar ele? Ele fica na Capela de São Sebastião. Minha duvida é, se pela visita aos museus e a capela Sistina a gente passaria por essa capela..
    Vamos em um grupo de 14 pessoas, e minha filha de 6 meses…chegasse a ver pais com carrinho de bebê na sua visita?

    Desde já agradeço a atenção!
    Abs, Sabrina Decker

    • Fernanda Rangel

      Oi, Sabrina!
      Obrigada pelo elogio!
      A Capela de São Sebastião fica dentro da Basílica de São Pedro, do mesmo lado da Pietà. É uma das capelas laterais que tem lá dentro.
      A visita aos Museus + Capela Sistina é separada da Basílica de São Pedro. Até existe uma passagem entre as 2 atrações, mas antigamente só podia passar por ela acompanhado por um guia credenciado do Vaticano (vc teria que contratar o passeio guiado). Porém, se entrarmos no atual site do Vaticano, nada é mencionado sobre essa visita conjunta… Em suma: não sei se ela existe mais atualmente.
      Não me lembro de ter visto carrinhos de bebê lá dentro, mas sei que os museus são acessíveis para cadeirantes, por exemplo, dando a entender que um carrinho de bebê tb poderia ser bem-vindo. Há uma parte do site que fala um pouco sobre a visita em família aos museus (veja aqui).
      Abs

      • Sabrina Decker

        Ah, então se tem acesso para cadeirantes, facilitará muito.
        Muito Obrigada Fernanda!
        Seus posts ajudam muito!
        Parabéns!
        Ah, só por curiosidade, a audiência com o Papa é as 9:30. Conseguimos marcar para o dia 19/04/17. (vi que alguém perguntou em algum post :D)

        Abs,
        Sabrina

  14. Bene

    Parabéns! Grato pelo descritivo. Muito útil!

  15. Laís Coam de Toledo

    Adorei! Você explica como eu precisava ler. Parabéns!

  16. Larissa

    Como funciona o audioguia? Explica todas as obras?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Larissa
      Não usei o audioguia no Vaticano. Não saberia te responder isso com precisão.
      Mas, baseado em outras visitas a museus que já fiz com audioguia, é bem provável que explique tudo sim.
      Abs

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