O Que Fazer em Toronto – Roteiro de 5 Dias

A capital da província de Ontario é um dos destinos mais procurados pelos brasileiros que vão ao Canadá. Veja o que fazer em Toronto com 5 dias de visita (que incluiu uma ida a um Outlet).

Toronto

Toronto

Quando pensei em conhecer o Canadá, logo me ocorreu que não podia faltar no roteiro uma visita a Toronto – já que é um dos destinos mais conhecidos do país.

A capital da província de Ontario é uma cidade cosmopolita e famosa também por abrigar muitos estrangeiros que imigraram para o Canadá. A maior parte da população que vive por lá não é composta por canadenses.

Talvez por ter encontrado essa característica multicultural, me senti totalmente em casa ao visitar Toronto. É uma cidade muito agradável de estar e visitar.

Nesse post, vou contar como foram os ótimos 5 dias que passei na cidade.

O objetivo é trazer algumas impressões, dicas e informações úteis para que você possa montar o seu próprio roteiro.

E também saber o que fazer em Toronto e poder se programar.

Dica de hotel em Toronto

• Onde fiquei hospedada? Holiday Inn Toronto Downtown Centre

• O hotel era bom? Sim, mas achei o quarto um pouco pequeno. Viajei com mais 3 pessoas e ficávamos “batendo cabeça” lá dentro. Mas o hotel era limpo, tinha um bom Wi-Fi e o staff era atencioso. Minha diária não tinha café da manhã. Há um Starbucks na entrada do hotel.

• A região do hotel era boa? Excelente. Fica numa avenida importante do Downtown de Toronto e a poucos metros da principal artéria da cidade: a Yonge Street. Há supermercados e alguns restaurantes nas proximidades.

O que fazer em Toronto? Meu roteiro de 5 dias

Minha visita à cidade ocorreu no final do mês de Setembro de 2018, pegando a transição do verão para o outono.

Fiquei 5 dias inteiros, já que meu voo vindo do Brasil chegou no final de uma tarde.

Desse total, foram 4 dias inteiros só para visitar Toronto e mais 1 dia inteiro de compras num Outlet.

Pra conhecer o essencial, foi tempo suficiente. Mas como toda cidade grande e multicultural, eu precisaria de mais dias para explorar tudo o que ela tinha a oferecer.

ATENÇÃO!

Esse blog possui um conteúdo voltado exclusivamente para TURISMO, pois aqui publicamos os relatos das viagens que fazemos e as dicas que adquirimos baseadas na nossa experiência, com a intenção de ajudar o planejamento de outros viajantes.

E justamente por NÃO termos a experiência e nem o conhecimento necessários, desde já informamos que não responderemos perguntas sobre "vida no Canadá”, “cursos no Canadá” ou processo de mudança para o Canadá.

DIA 1: CN Tower / Downtown / St. Lawrence Market / City Hall / St. Michael’s Cathedral / Yonge-Dundas Square

O dia começou pela visita ao cartão postal de Toronto: a CN Tower.

A famosa torre de transmissão possui 553 m de altura e, graças a isso, acaba sendo visível de vários pontos da cidade.

CN Tower em Toronto

CN Tower em Toronto

Entrada da CN Tower

Entrada da CN Tower

Apesar de ser um programa meio “turistão”, a visita à CN Tower é imperdível. A subida aos 2 mirantes que há nela (em níveis diferentes) nos proporciona um visão incrível da cidade. Tem até um chão de vidro que nos faz olhar o abismo embaixo, enquanto caminhamos sobre ele.

Parece uma visita rápida, mas não é. Ficamos facilmente distraídos com a paisagem e com as idas aos mirantes. Levei umas 2 horas lá em cima, e sem sentir.

Fizemos um post separado só sobre essa atração, com ótimas dicas pra você. Confira: Visita à CN Tower em Toronto: O Que Preciso Saber?

A CN Tower oferece uma bela vista aérea de Toronto

A CN Tower oferece uma bela vista aérea de Toronto

Toronto visto de cima

Toronto visto de cima

DICA: Quem pretende visitar várias atrações da cidade pode adquirir o Toronto CityPASS, que é um carnê contendo ingressos de alguns pontos turísticos mais procurados. Ele permite que você escape das filas das bilheterias e vá direto para a entrada.

Saiba mais sobre ele no post: Como Funciona o Toronto CityPASS?

A saída da CN Tower nos deixa numa agradável praça onde há um tradicional letreiro escrito "Canadá" – ótimo para tirar foto.

Neste local também fica a entrada para o Rogers Centre (o famoso estádio de hóquei de Toronto) e para o Aquário de Toronto (Ripley’s Aquarium). Decidimos não visitar nenhum dos dois.

A praça aos pés da CN Tower

A praça aos pés da CN Tower

Nós 4 no letreiro do Canadá

Nós 4 no letreiro do Canadá

Seguimos caminhando pelo Downtown, o bairro central que ficava ali coladinho.

O centro de Toronto é recheado de arranha-céus, que também compõe a paisagem da cidade junto com a CN Tower.

E como era dia útil, ao caminhar por suas ruas pude ter uma pequena ideia de como é o cotidiano de quem trabalha na região.

St. Lawrence Market em Toronto

St. Lawrence Market em Toronto

Almoçamos no ótimo restaurante Taverna Mercatto e depois seguimos até a próxima atração do dia: o St. Lawrence Market.

Um dos mercados mais visitados de Toronto, ele vende não só produtos alimentícios (verduras, frutas, carnes, queijo, peixe e etc), como também possui ótimas lojas de souvenir.

Vale a pena dar uma escapada até lá.

Voltando depois pelo Downtown, cheguei até uma das mais famosas (e bonitas) praças da cidade: a Nathan Philips Square.

Um dos atrativos dela é o prédio do Old City Hall, todo em estilo romântico/gótico e onde ficava a antiga Prefeitura (hoje abriga o Tribunal de Justiça de Ontario).

Mas o destaque inegável ali é mesmo o 3D Toronto Sign, um letreiro com o nome da cidade e que compõe a fonte que está na frente dele.

Foi colocado ali para os Jogos Panamericanos de 2015 e era para ter sido retirado depois. Mas agradou tanto que acabou ficando.

O letreiro também faz um belo conjunto com o prédio modernoso que fica atrás dele – o City Hall, a atual Prefeitura da cidade.

Old City Hall

Old City Hall

3D Toronto Sign e a Prefeitura

3D Toronto Sign e a Prefeitura

DICA: Quando estiver visitando essa praça, não deixe de subir na passarela que está em frente para o Toronto Sign. Ela não só proporciona uma vista interessante, como também possui vários pontos estratégicos (marcados no piso) onde você pode ter os melhores ângulos para as suas fotos.

St. Michael’s Cathedral Basilica

St. Michael’s Cathedral Basilica

O tempo fechou de repente e uma chuva fina começou a cair no final da visita à Nathan Philips Square. Mas para a nossa sorte, a próxima atração nos protegeria dela: a St. Michael’s Cathedral Basilica.

Essa igreja (uma das mais antigas da cidade) é a Arquidiocese de Toronto e possui um estilo neogótico. Destaque para os belos vitrais nas laterais.

Achei simples e bonita. E na hora que cheguei, começou a rolar uma missa. Foi interessante, porque nunca tinha assistido uma toda realizada em inglês.

Saindo de lá, fomos caminhando até a última atração do dia: a Yonge-Dundas Square.

Situada no cruzamento de 2 avenidas importantes de Toronto (Yonge St e Dundas St), ela é rodeada por restaurantes, lojas e letreiros luminosos. É como se fosse uma versão canadense da Times Square.

Yonge-Dundas Square

Yonge-Dundas Square

Eaton Centre na Yonge-Dundas Square

Eaton Centre na Yonge-Dundas Square

Um dos destaques no local é o CF Toronto Eaton Centre, o shopping center mais famoso da cidade.

Nele há várias lojas conhecidas entre os brasileiros, como Sephora, Apple, Best Buy, MAC, Zara, H&M, Forever 21, entre outras.

Dei uma volta por ele e acabei comendo alguma coisa por lá, antes de voltar ao hotel.

DIA 2: Casa Loma / Yorkville / Noitada na King Street West

A primeira atração do dia foi a interessante Casa Loma.

Trata-se da antiga mansão do milionário canadense Sir Henry Pellat, construída toda em formato de castelo medieval, no início do século XX.

Casa Loma em Toronto

Casa Loma em Toronto

A Casa Loma foi feita estilo um castelo medieval

A Casa Loma foi feita estilo um castelo medieval

Após a Primeira Guerra Mundial, Sir Henry ficou endividado e teve que se desfazer de suas propriedades, incluindo o castelo. Desde então, a propriedade passou por várias mãos até terminar sob administração da Prefeitura – que preservou e abriu para visitação.

O passeio consiste na visita aos jardins e aos cômodos da casa, que ainda possuem móveis de época e parafernálias antigas, como telefones, máquina de escrever, banheiras, chuveiro... Tem até um órgão!

Achei bem interessante essa visita aos cômodos, pois está tudo bem arrumado e preservado. É como se tivéssemos sido transportados para 100 anos atrás.

É possível também subir em uma das torres, que oferece uma vista linda do skyline de Toronto.

Já os jardins me decepcionaram um pouco. Eu esperava que fossem mais amplos e suntuosos.

Móveis de época na Casa Loma

Móveis de época na Casa Loma

Móveis de época na Casa Loma

Móveis de época na Casa Loma

Jardins da Casa Loma

Jardins da Casa Loma

Da torre da Casa Loma dá pra ver o skyline de Toronto

Da torre da Casa Loma dá pra ver o skyline de Toronto

A minha visita a Casa Loma durou cerca de 2 horas e estava inclusa no Toronto CityPASS. Confira as informações.

Após essa visita, fomos dar uma volta por Yorkville, o pequeno bairro nobre de Toronto situado ao norte do Downtown.

Yorkville

Yorkville

Ele nem estava no meu roteiro inicialmente. Mas quando soube que suas ruas eram lindas e super agradáveis de passear, decidi ir lá conferir.

E não me arrependi. O bairro é um charme só!

A graça é zanzar sem pressa pelas ruas principais (Yorkville St e a Cumberland St), apreciando as belezas pelo caminho, em meio a vitrines caras e o vai-e-vem de carros de luxo.

Dois destaques desse bairro:

Old York Lane – uma pitoresca rua estreita de pedestres, que é cheia de lojinhas e restaurantes;

Village of Yorkville Park – uma praça (e não um parque) super agradável entre a Cumberland Street e a Critchley Lane.

Old York Lane

Old York Lane

Village of Yorkville Park

Village of Yorkville Park

Mas nem tudo é exatamente caro em Yorville. Almoçamos no restaurante Dimmi Bar & Trattoria (excelente e com preços justos) e aproveitei para dar uma olhada no lojão da Winners que fica ali pertinho na chique Bloor Street.

A Winners é uma loja que vende vários produtos de marca a preços mais em conta. Há roupas, bolsas, sapatos, produtos para casa, cosméticos e por aí vai. É como se fosse um “semi-outlet”. Com tempo e disposição, dá pra garimpar ótimos preços ali.

OPÇÃO: Se você adora arte e não faz questão de passeio em loja (ou quiser só passar rápido por Yorkville), uma sugestão é encaixar aqui a visita ao Art Gallery of Ontario, um dos museus de arte mais famosos de Toronto. Preferimos não vistá-lo, mas se for do seu interesse, confira as informações.

Voltamos ao hotel para dar uma relaxada. À noite, fomos dar uma olhada na King Street West, que possui vários bares e restaurantes. É considerado um dos principais points da noitada de Toronto.

Como era um sábado, estava lotado de gente nas ruas e nos bares, além de muito trânsito de veículos. Se não quiser se aborrecer, salte nas ruas do entorno ou vá de transporte público (os bondes circulavam normalmente e sem interrupção).

Fomos a 2 estabelecimentos. Primeiro paramos no Bar Wvrst, que na verdade era uma cervejaria. Mas ela ficou vazia cedo, dando a entender que ali era uma espécie de “pré-night”.

Seguimos, então, andando pela King Street W até encontrar outro lugar interessante. Tinham várias opções, mas simpatizamos com o Banknote Bar, um pub bem frequentado e animado, onde tocava música. Ficamos por lá até 1:30 da manhã.

Internet no celular durante a viagem

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UTILIZEI ESSE CHIP NO CANADÁ! Leia nossa resenha no post: “Utilizando o chip da EasySim4U no Canadá”.

DIA 3: Universidade de Toronto / ROM / Distillery District / Little Italy

Acordamos um pouco mais tarde e seguimos caminhando pela College Street até nos depararmos com o bonito prédio da Assembleia Legislativa de Ontario.

Logo ao lado (a oeste), fica o bonito campus da Universidade de Toronto, também composto por edifícios históricos.

Assembleia Legislativa de Ontario

Assembleia Legislativa de Ontario

Um dos belos prédios da Universidade de Toronto

Um dos belos prédios da Universidade de Toronto

Pena que era um domingo. Eu teria adorado zanzar por ali num dia de semana, entre os estudantes.

Mas mesmo assim, valeu o passeio, pois os jardins do entorno me proporcionaram uma bela (e colorida) paisagem do outono canadense, que tinha acabado de começar.

Outono canadense: árvores coloridas e folhas de maple caídas pelo chão

Outono canadense: árvores coloridas e folhas de maple caídas pelo chão

Ali perto fica o Queen’s Park, uma ampla área verde que só vimos por fora, pois seguimos caminhando pela rua que o contornava.

O nosso destino era um dos museu mais visitados em Toronto (e quiçá do Canadá): o Royal Ontario Museu, mais conhecido como ROM.

Situado num prédio clássico, mas com uma entrada modernosa (e de gosto duvidoso), este museu é considerado um dos maiores da América do Norte. Ele possui um rico acervo de arte asiática, arqueologia e história natural.

Eu, que adoro história (em especial da Antiguidade), adorei ver as relíquias egípcias e reproduções da cultura da Antiga Grécia.

Destaco também os acervos de arte medieval e o belíssimo de arte oriental, com vestimentas e espadas samurai, vasos de porcelana chinesa, dentre outras belezas.

O prédio do ROM é meio moderno e meio clássico

O prédio do ROM é meio moderno e meio clássico

Coleção de arte oriental do ROM

Coleção de arte oriental do ROM

Mosaicos egípcios do ROM

Mosaicos egípcios do ROM

Coleção de história natural do ROM

Coleção de história natural do ROM

Valeu super a pena visitar o ROM. Levei cerca de 2 horas lá dentro, mas quem quiser ver tudo com detalhes, afirmo que precisará de mais tempo.

O ingresso está incluso no Toronto CityPASS. Confira as informações.

Saindo do ROM, fomos para outro ponto da cidade e dar uma volta pelo agradabilíssimo Distillery District.

O local abrigava uma antiga destilaria, desativada há alguns anos. Hoje a área está revitalizada e transformou-se num ótimo local de entretenimento em Toronto.

Os antigos galpões de tijolos abrigam lojinhas, restaurantes, cafés, galerias de arte, sorveteria... Tem até uma cervejaria.

Confesso que não coloquei muita fé se seria uma visita legal ou meio “turistão”. Mas eu estava errada: foi um programa pra lá de agradável. Especialmente para uma tarde linda, como estava naquele domingo em Toronto.

Distillery District em Toronto

Distillery District em Toronto

Distillery District em Toronto

Distillery District em Toronto

Voltamos ao hotel para tomarmos banho e, mais tarde, fomos até o Little Italy para jantar.

Placa de rua do Little Italy

Placa de rua do Little Italy

Não foi uma escolha acertada, pois o bairro estava meio vazio. Talvez seja mais animado durante o dia ou em uma noite de sexta e sábado.

Mesmo assim, conseguimos jantar na Trattoria Tavertini. Apesar de ser bem cotada na web, me decepcionei. Os pratos de massa servidos nessa cantina não eram naaaada demais...

Comi massas muito melhores nessa viagem ao Canadá. Não recomendo.

DIA 4: Ilhas de Toronto / Harbourfront / Graffiti Alley / Chinatown / Kensington Market / Passeio Noturno

Acordamos cedo e nos dirigimos até o porto da cidade para pegarmos um ferry até as ilhas de Toronto.

Dizem que a região era um banco de areia até 1858, quando um furacão passou e as águas alagaram o local, criando várias ilhas.

Skyline de Toronto visto da Centre Island

Skyline de Toronto visto da Centre Island

O ferry que pegamos nos levou até a parte principal: a chamada Centre Island.

Infelizmente, estava um dia bastante nublado e ventava muito. Mas como era nosso último de visita à cidade, acabamos tendo que encarar.

A ilha possui um parque bem bacana e é procurado por muitas pessoas que querem passear e se exercitar.

Mas o que mais atrai os turistas é mesmo a vista do belo skyline de Toronto que ela proporciona.

A vista da cidade já é bem visível a partir do barco, mas é chegando a Centre Island que temos a melhor imagem.

O ferry funciona diariamente, custa C$ 7,87 ida + volta (preço de 2018) e leva entre 10 e 15 minutos entre o porto e a ilha (e vice versa). Confira as informações atualizadas.

Simcoe WaveDeck em Harbourfront

Simcoe WaveDeck em Harbourfront

De volta ao “continente”, seguimos caminhando pela agradável orla que beira o Lago Ontario – uma região conhecida como Harbourfront.

O local foi revitalizado há um tempo e possui deques estilizados, ciclovia e atrações para entreter os visitantes (galerias, teatro, lojas, restaurantes e etc).

De lá, seguimos até a Spadina Avenue, uma das ruas mais famosas de Toronto.

O passeio começou por uma atração pouco convencional, mas que ultimamente vem atraindo muitos turistas: a Graffiti Alley.

Trata-se de uma rua estreita, suja e, confesso... Um pouco “mal encarada”.

Mas antes que você pense aí que eu enlouqueci ao visitar um lugar tão esquisito, já te digo: ele possui inúmeros (e incríveis) murais grafitados nas fachadas dos edifícios.

É tudo muito colorido e tem cada um mais lindo que o outro. Um verdadeiro museu de arte a céu aberto.

Apesar da cara estranha, não é raro encontrar vários turistas ali tirando fotos de todos os detalhes.

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Graffiti Alley em Toronto

Voltando à Spadina Avenue e seguindo por ela em direção norte, nos deparamos com o Chinatown.

O bairro chinês de Toronto concentra tudo o que esperamos ver num exemplar do gênero: lojas de bugigangas, casas de produtos orientais e restaurantes de comida asiática com patos assados na vitrine.

Aliás, essa é outra ótima região para comprar souvenires (além do mercado).

Chinatown em Toronto

Chinatown em Toronto

Chegando ao cruzamento com a Baldwin Street, seguimos em direção oeste e fomos dar uma volta por um dos redutos mais alternativos de Toronto: o Kensington Market.

O conjunto de ruas que fica atrás do Chinatown é cheio de brechós, lojas descoladas e restaurantes.

E também é cheio de gente com visual diferente. Não é raro ver alguém com penteados inusitados, cabelos coloridos ou com piercing de todo tipo.

Não sou muito dessa vibe alternativa e pensei em excluir a visita do roteiro. Mas acabei cedendo e me surpreendi: achei o local super agradável e interessante.

Aliás, esse é um dos maiores baratos de viajar: abrir a mente e nos surpreendermos com o "novo"...

Entrada para o Kensington Market

Entrada para o Kensington Market

Rua do Kensington Market

Rua do Kensington Market

Almoçamos tarde nesse dia e comemos por ali mesmo, na excelente Pizzeria Via Mercanti. Super recomendo.

Destaco também nesse bairro a interessante Toronto Popcorn Company. É uma loja que vende pipoca de todos os sabores que você pode imaginar – de salgado a doce. Vale a pena dar uma passada ali, nem que seja só pra experimentar.

Voltamos ao hotel para tomar um banho e depois fomos fazer um passeio noturno por Toronto.

Yonge-Dundas Square à noite

Yonge-Dundas Square à noite

Não foi nenhuma excursão fechada. Apenas escolhemos alguns pontos que gostaríamos de visitar à noite e fomos lá conferir, por conta própria.

A primeira parada foi na Yonge-Dundas Square, que estava ainda mais bonita com seus letreiros iluminando a noite.

Chamou atenção o movimento de gente no local, mesmo sendo uma noite de segunda-feira!

Depois, fomos cortando por dentro do CF Eaton Centre até chegar à Nathan Philips Square, para apreciar o Toronto Sign iluminado.

Dá pra tirar muitas fotos ali, já que as letras mudam de cor a todo o tempo. Difícil saber qual combinação é a mais bonita.

O 3D Toronto Sign iluminado à noite

O 3D Toronto Sign iluminado à noite

O 3D Toronto Sign muda de cor o tempo todo

O 3D Toronto Sign muda de cor o tempo todo

Segui andando pelo Downtown até ter uma boa vista da CN Tower. O ponto escolhido foi a esquina da Simcoe St com a King St W (em frente ao Roy Thompson Hall – uma casa de espetáculos famosa de Toronto).

A CN Tower fica ainda mais linda iluminada e também muda de cor. As luzes se movimentam nela, fazendo uma pequena apresentação para quem está apreciando a torre.

CN Tower à noite

CN Tower à noite

A CN Tower também muda de cor

A CN Tower também muda de cor

Acabamos jantando no agradável Pub Elephant & Castle que ficava naquela esquina e onde estava rolando um maravilhoso pop rock anos 80.

DIA 5: Toronto Premium Outlets

Nosso último dia foi reservado para as compras.

Escolhemos ir ao Toronto Premium Outlets, que fica na beirada da Highway 401, num distrito da Great Toronto (ou GTA) chamada Halton Hills.

Toronto Premium Outlets

Toronto Premium Outlets

Toronto Premium Outlets

Toronto Premium Outlets

Inicialmente cogitamos ir ao outro outlet famoso de Toronto, o Vaughan Mills. Mas depois soube que, apesar de ter mais opções de lojas, nem tudo por lá é realmente “outlet”.

E como as lojas que procurávamos tinha nos 2 shoppings, acabamos optando por ir ao Premium. Pelo menos por lá tudo era realmente outlet.

Há muitas lojas conhecidas dos brasileiros como Michael Kors, Tommy Hilfiger, Asics, Coach, Fossil, Nike, Gap, Reebok, Guess, Calvin Klein, Ralph Loren, Sunglass Hut, dentre outras.

Folheto de descontos

Folheto de descontos

Nada se compara aos preços dos outlets americanos, mas achei promoções espetaculares no Toronto Premium na época que eu fui. Valeu super a pena.

DICA: Pegue o folheto especial que dá direito a mais descontos nesse outlet. No geral ele é pago, mas pode sair de graça se você fizer um cadastro (gratuito) no site do Premium Outlets. Faça o cadastro AQUI.

O shopping possui uma praça de alimentação. Apesar de ter poucas opções de restaurantes / lanchonetes, atende bem nos momentos em que a fome aperta.

Uma coisa ruim que achei desse shopping foi o acesso.

Nós surtamos? Sim ou com certeza?

Nós surtamos? Sim ou com certeza?

Até existe um ônibus que faz o traslado entre a Union Station em Toronto e o outlet (e vice versa). Mas só há 2 opções de horário e eles não permitiriam ficar muito tempo no shopping. Achei péssimo.

A melhor forma é mesmo ir de carro até lá, já que fica na beirada de uma estrada.

Como não estávamos querendo alugar um carro em Toronto e ter que dirigir dentro da cidade, nós acabamos optando por rachar um transfer particular – o mesmo que nos pegou no aeroporto, no dia da chegada.

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Considerações Finais

Adorei ter conhecido Toronto. Não tinha grandes expectativas sobre a cidade e confesso que achava que seria uma espécie de “projeto de NY”.

Mas me surpreendi, pois achei super agradável. Ela tem mesmo uma cara de metrópole americana, mas ao mesmo tempo tem uma identidade que é só dela.

Valeu muito a pena ter passado uns dias em Toronto. E agora entendo o porquê de muitos estrangeiros irem morar lá. É uma cidade que aceita (e abraça) a diversidade de culturas e faz com que todos que estão nela se sintam em casa.

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Galeria de Fotos:


2 Comentários

  1. Leila F. M. B. Minardi

    Cara Fernanda!!
    Amo seus relatos de viagem e esse, em especial, é altamente inspirador. Você já nos ajudou muito em outros planejamentos e mais uma vez nos ajudará. Estamos indo ao Canadá entre setembro e outubro deste ano (2019) e estamos muito animadas (eu e uma amiga). Parabéns, continue assim!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Leila!
      Obrigada pelo elogio!
      Fico muito contente pelos posts estarem sempre sendo úteis para o planejamento de suas viagens. É gratificante saber que, de alguma forma, conseguimos inspirar outros viajantes ao passar nossas experiências. Muito legal!
      O Canadá é lindo e essa época que vcs vão é uma das melhores, pois ainda não está frio demais e as árvores coloridas pelo outono dão um charme especial às fotos.
      Levem um bom casaco! No final do dia, esfria consideravelmente. Passamos uns perrengues com isso lá, não acreditamos que estaria friozinho…
      Abs

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