Rota Panorâmica no Caminho do Kruger na África do Sul

A Rota Panorâmica no caminho para o Kruger National Park é composta por diversos pontos próximos ao Blyde River na África do Sul. Confira o mapa completo e saiba quais são os locais com as vistas mais incríveis desse roteiro de carro.

Foto perfeita em Three Rondavels

Foto perfeita em Three Rondavels

Percorrer a Rota Panorâmica é uma atividade obrigatória para quem pretende visitar o Parque Nacional do Kruger na África do Sul. Isso porque você conhecerá vários pontos com visuais deslumbrantes que ficam bem próximos dessa região.

Neste artigo vou contar minha experiência recente ao dirigir pela rota panorâmica. Incluirei um mapa completo mostrando todos os locais para facilitar ao máximo o seu roteiro na África do Sul e em seguida explicarei um pouco sobre cada um dos ponto de parada.

Rota Panorâmica

Abaixo você confere a lista dos principais pontos da Panorama Route organizados em um índice sequencial:


Onde Fica a Rota Panorâmica?

A África do Sul é um país muito grande. Em princípio, o fato de você organizar uma viagem para lá não significa que você estará próximo da rota panorâmica. Se você está procurando o que fazer na Cidade do Cabo, por exemplo, esta certamente não será uma sugestão viável, pois a rota fica do outro lado do país.

O caso mais comum para se incluir a Panoramoa Route no roteiro é quando se pretende ir de Johanesburgo ao Parque Nacional do Kruger usando um carro alugado na África do Sul. A rota panorâmica fica justamente entre esses dois pontos, embora esteja consideravelmente mais próximo da região do Greater Kruger.

Localização da Rota Panorâmica no mapa da África do Sul

Localização da Rota Panorâmica no mapa da África do Sul

Se você pretende fazer um safari no Kruger porém optou por ir de avião até o aeroporto de Hoedspruit, ainda assim eu recomendo que você tire um dia do seu roteiro para fazer esse passeio. Analise o que é melhor, alugar um carro ou contratar o serviço de alguma agência ou guia local.

Muitos turistas que adorariam alugar um carro e fazer esse roteiro acabam se sentindo inseguros já que terão que dirigir na mão inglesa. Se esse é o seu caso, vale a pena dar uma olhadinha nesse artigo. Eu conto como foi dirigir na África do Sul e, além disso, dou dicas de como enfrentar as principais dificuldades.

Cidade Base na Rota Panorâmica

Na verdade você não precisa ter uma cidade base para curtir esse roteiro. É possível sair de Johanesburgo bem cedo, dirigir toda a manhã e parte da tarde até chegar ao trecho da rota panorâmica e, enfim, chegar ao Kruger já na parte da noite. O problema é que é muito, muito cansativo.

Minha recomendação é pernoitar em alguma cidade da região, sabendo que Graskop ou Sabie provavelmente serão os melhores opções. Essas cidades ficam em posições estratégicas para esse roteiro de tal forma que, dormindo uma noite lá, você poderá aproveitar ao máximo a Rota Panorâmica.

Outras cidades próximas e que podem servir de base para esse roteiro são Nelspruit assim como a própria Hoedspruit. Veja qual delas faz mais sentido dentro do roteiro da sua viagem.

Onde se Hospedar na Rota Panorâmica

Encontre as melhores opções de hospedagem nas cidades de Graskop, Sabie, Nelspruit e Hoedspruit. Clicando nos links você acessa a uma lista selecionada de hotéis e pousadas com boas avaliações e ótimo custo benefício.

Em nossa passagem pela África do Sul, saímos do aeroporto de Johanesburgo ainda pela manhã. Depois de quase 2 horas de estrada, almoçamos em um shopping chamado Highveld Mall na cidade de Emalahleni. Seguimos viagem por mais de 3 horas até chegar a Graskop e finalmente nos hospedamos no Mogodi Lodge.

O local é simples mas bem aconchegante, perfeito para uma boa noite de descanso. Na manhã seguinte, logo depois de tomar o café da manhã apreciando a vista da região, seguimos viagem. Tentamos aproveitar ao máximo a Rota Panorâmica e, logo após ao almoço, seguimos para o Kruger onde ficaríamos 2 noites no Kapama Southern Camp.

Opções de Roteiros pela Rota Panorâmica

A princípio tínhamos planejado conhecer o máximo de pontos possíveis da rota panorâmica. Selecionamos alguns locais para visitarmos ainda no primeiro dia, antes de dormirmos em Graskop. Já os próximos pontos de parada, nossa ideia era conhecer no dia seguinte, logo após uma noite de descanso, seguindo viagem em direção ao Kruger.

Todavia, tivemos um imprevisto logo no primeiro dia. Chegamos na África do Sul pelo aeroporto de Johanesburgo e perdemos muito tempo para alugar o carro. Nos foi entregue um veículo que não era automático, embora nossa reserva garantisse o contrário. Tivemos que solicitar uma troca e aguardar toda a burocracia até que o problema fosse resolvido.

Também perdemos mais tempo do que o esperado para trocar os dólares que levamos pela moeda local, o rande. Se acaso você pretenda fazer câmbio na África do Sul, recomendo fortemente ler essa pesquisa que fiz sobre as principais estratégias de câmbio no país. Veja também uma análise do custo final para quem compra os randes no Brasil, assim como para quem leva dólares para trocar lá.

1. Pernoite em Graskop

Enfim, o fato é que não conseguimos conhecer alguns pontos que pretendíamos visitar ainda no primeiro dia. Como viajamos no inverno, o horário do pôr do Sol era relativamente cedo e com isso acabamos chegando já de noite em Graskop.

Pernoitar nesta cidade funciona para quem pretende dividir a rota panorâmica em dois dias, visitando Mac Mac Falls, Mac Mac Polls, God's Window e Wonder View ainda no primeiro dia. Por consequência, o restante dos pontos ficam para o dia seguinte. São eles: The Pinnacle, Lisbon Falls, Berlin Falls, Bourke's Luck Potholes, Lowveld View, Three Rondavels e Upper Lookout.

Escolhemos essa estratégia por causa de horários de chegada do nosso voo em Johanesburgo e do check-in na reserva privada do Kapama, que aconteceria 2 dias depois. Tentamos dividir o tempo para aproveitar ao máximo a rota panorâmica.

2. Pernoite em Sabie

Uma outra opção que pode se encaixar melhor no seu roteiro é sair de Johanesburgo no início da tarde de tal forma que chegue na cidade de Sabie no início da noite. Você vai dirigir mais de 4 horas todavia pode programar algumas paradas para esticar as pernas, por exemplo em Emalahleni onde tem um shopping bem pertinho da estrada.

Sabie fica localizada antes do primeiro ponto da rota panorâmica. Pernoitando por lá você poderá aproveitar esse roteiro completo no dia seguinte estando bem descansado e com bastante tranquilidade.

Essa alternativa não era viável para o nosso roteiro no entanto, caso ela se encaixe no seu, pode ser uma ótima alternativa.

Importante: Alugue o Carro com Antecedência

A melhor forma de explorar um novo destino, com liberdade total, é alugando um carro. Em muitos casos você poderá economizar, evitando despesas com translados e deslocamentos em geral. Será que vale a pena? Faça uma cotação online na RentCars e encontre as menores tarifas entre as principais locadoras. Você tem a vantagem de poder pagar em reais, sem IOF, e ainda parcelar no cartão.

Os Principais Pontos da Rota Panorâmica

Além dos pontos já citados anteriormente e que vamos detalhar a partir de agora, existem também outras opções de atividades nessa região. São duas cavernas bem interessantes e cheias de história, uma em cada extremidade da rota.

Infelizmente não foi possível visitar as Sudwala Caves, por outro lado, demos um jeitinho de conhecer as Echo Caves. Mais para frente eu conto melhor essa história.

Preparamos o mapa da Rota Panorâmica acima com o intuito de permitir que você identifique o local exato de cada ponto do trajeto. Certamente isso irá ajudá-lo bastante a organizar o seu roteiro de viagem.

Mac Mac Falls

A cachoeira Mac Mac Falls é o primeiro ponto da Rota Panorâmica uma vez que vamos considerar o sentido de Johanesburgo até o Kruger. É verdade que antes estão as Sudwala Caves, mas neste artigo vamos enquadrar as cavernas como atividades extra, um bônus.

Mac Mac Falls na Rota Panorâmica

Mac Mac Falls

A enorme queda d'água fica localizada entre as cidades de Sabie e Graskop. Boa parte dos pontos de parada deste roteiro estão próximos ao Blyde River, entretanto as águas desse local fazem parte de um outro rio, o Mac Mac River.

Assim como na maioria dos pontos da Rota panorâmica você precisará pagar um valor para acessar o local. Antes de se deparar com a plataforma que permite a bela vista da cachoeira, certamente encontrará muitos produtos e artesanato a venda por moradores da região.

Como expliquei anteriormente, infelizmente não conseguimos visitar as Mac Mac Falls. Quando chegamos nessa região em nosso primeiro dia já estava escuro e fomos direto para nosso hotel em Graskop.

Mac Mac Pools

Logo após ficam as Mac Mac Pools, uma sequência de piscinas naturais de águas claras, em meio as pedras do rio. Nos dia de Sol, as águas ficam ainda mais claras e mais bonitas.

Vale lembrar que, nessa região próxima a Sabie, existem muitas outras cachoeiras menos conhecidas. Caso alguém tenha interesse, deixo aqui os nomes: Horse Shoe Falls, Lone Creek Falls, Bridal Veil Falls, Sabie Falls e Maria Shire Falls.

São muitas opções e os viajantes acabam precisando fazer algumas escolhas, priorizando os pontos mais interessantes.

The Pinnacle

Este acabou sendo o primeiro ponto que visitamos na Rota Panorâmica. Acordamos cedo pois pretendíamos incluir no roteiro do dia alguns pontos que estavam inicialmente programados para o dia anterior. Acabou não dando tão certo pois o dia amanheceu com muita névoa e, por isso, fomos direto para o The Pinnacle.

Casal no The Pinnacle

Casal no The Pinnacle

The Pinnacle Rock na Rota Panorâmica

The Pinnacle Rock

Pagamos uma taxa de entrada de 17 rands por adulto em julho de 2019. Estacionamos o carro e então seguimos um caminho bem curto de uns 150 metros até o local de observação.

A bela vista mostra um grande vale repleto de árvores e com uma enorme rocha bem no centro chamada The Pinnacle Rock. O tempo ainda não estava tão bonito, mas ainda assim curtimos bastante o visual bem curioso do lugar.

Também é possível explorar um pouco mais a área, caminhando pelo mato, todavia a vista será basicamente a mesma. No nosso caso, optamos por curtir a vista daquele local e, em seguida, continuar o trajeto de carro.

God's Window

É sempre bom ter um bom motivo para voltar novamente ao destino. Ainda pretendo conhecer pessoalmente a God's Window em uma outra oportunidade, assim que puder retornar à África do Sul.

God's Window na Rota Panorâmica

God's Window

Tínhamos incluído essa visita no primeiro dia mas, como chegamos tarde, não foi possível. Então encaixamos esse ponto da Panorama Route logo no início do segundo dia. Como o dia acabou amanhecendo com muita névoa, desistimos de tentar apreciar a Janela de Deus, pois nos avisaram que não seria possível ver nada.

Quem visita o local se depara com uma belíssima vista depois de apenas 30 segundos caminhando em uma trilha. Rochas de um lado, morro do outro e no meio uma vista linda, até onde sua vista alcançar. Ou até onde as condições climáticas permitirem.

Explorando um pouco mais o caminho você terá outros belos pontos de vista, mas não tão impactantes quanto o primeiro. Existe também uma trilha chamada Rainforest. Caso você tenha tempo, sem dúvida será uma boa opção explorar um pouco mais esse trecho.

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Lisbon Falls

Nossa segunda parada foi a Lisbon Falls. Acabamos tendo que fazer uma escolha entre ela e a Berlin Falls, que aliás ficam ficam bem próximas. Nosso objetivo foi otimizar o roteiro já que faríamos nosso primeiro safari no Kruger ainda neste dia.

Assim como na maioria dos pontos da Rota Panorâmica, foi cobrado um valor na entrada do local. Dessa vez o custo foi de 10 randes por pessoa, se não me engano um dos mais baratos da rota.

Estacionamos o carro bem ao lado do local onde se avista a cachoeira. De uma forma geral, os principais pontos desse roteiro tem essa característica. Não existe nenhuma trilha longa ou subida que exija muito esforço. É sempre possível estacionar bem próximo do local de interesse e apenas fazer uma rápida caminhada.

Curtindo o visual da Lisbon Falls

Curtindo o visual da Lisbon Falls

Artesanato local na Lisbon Falls

Artesanato local na Lisbon Falls

A plataforma que acessamos nos permite ver a Lisbon Falls do alto, um pouco de lado. A queda d'água é bem grande e quase não conseguimos ver o seu final, já que o vão é relativamente estreito. O Sol já estava começando a aparecer e, dessa forma, conseguimos um registro bacana dessa experiência.

Berlin Falls

Infelizmente acabamos não conhecendo a Berlin Falls. Embora estivesse em nosso roteiro inicialmente, visto que precisávamos ganhar tempo, decidimos conhecer apenas uma das cachoeiras dessa área da rota panorâmica e ela acabou ficando de fora.

Berlin Falls na Rota Panorâmica

Berlin Falls

Acho que a grande diferença entre as duas é que na Berlin Falls você tem um ponto de vista mais frontal e amplo, todavia bem mais distante. Já no caso da Lisbon Falls, embora a vista seja um pouco lateral, ainda é ótima e bem próxima.

Se tiver tempo, visite as duas.

Bourke's Luck Potholes

Esse é um local bem diferente dos outros pontos da Rota Panorâmica e, certamente, vale a pena priorizá-lo. Se organize para ficar mais tempo no Bourke's Luck Potholes do que nos outros pontos pois lá você terá várias áreas para explorar.

Vários aspectos diferenciam o Bourke's Luck Potholes dos outros, a começar pelo preço. Foi a entrada mais cara que pagamos, 63 randes por adulto. Outro ponto é que nesta parada você precisará andar um pouquinho mais assim como enfrentar alguns degraus de escada e trechos com alguma inclinação. Nada complicado mas, se você for um pouco sedentário como eu, na volta poderá estar um ofegante.

Detalhe das rochas esculpidas em Bourke's Luck Potholes

Detalhe das rochas esculpidas em Bourke's Luck Potholes

Contudo, a principal diferença é certamente no visual. Neste local você encontrará um cânion bem estreito com um rio passando lá embaixo. O detalhe que chama tanto a atenção são as rochas que possuem uma formação bem peculiar. As pedras que ficam mais próximas do nível da água tem um formato ondulado e uma textura lisa, como resultado do trabalho das águas ao longo dos anos.

Explore Bem a Região

Logo no início do trajeto encontramos aquela moldura para foto muito comum em pontos turísticos da África do Sul. A ideia é que o viajante pose para uma fotografia como se estivesse dentro de quadro, onde o fundo é o visual do lugar. Bem legal.

Moldura para foto no Bourke's Luck Potholes

Moldura para foto no Bourke's Luck Potholes

Tirando self ao lado dos penhascos

Tirando self ao lado dos penhascos

Casal no Bourke's Luck Potholes

Casal no Bourke's Luck Potholes

Curtindo a Vista do Bourke's Luck Potholes

Curtindo a Vista do Bourke's Luck Potholes

Duas pontes te permitem, não só apreciar esse visual de um ângulo privilegiado, como também explorar o outro lado. Lá você encontrará o rio correndo entre as pedras com algumas quedas d'água e pequenos penhascos.

Este cenário é bem diferente de todo o restante que você verá na Panorama Route por isso considero um visita imperdível.

Prudência e Cuidado Nunca é Demais

Embora alguns locais tenham cercas de apoio, em vários outros pontos da Rota Panorâmica o turista está totalmente exposto aos penhascos. Sempre aproxime-se das extremidades com cuidado, mantendo uma distância segura. Priorize a sua segurança, ela é muito mais importante do que aquela foto incrível para publicar no Instagram.

Lowveld View

Em seguida conhecemos o Lowveld View. Este foi um dos poucos locais onde não foi necessário pagar nenhuma taxa. Por outro lado, alguns guias locais ficam por ali e abordam os turistas com o objetivo de ganhar alguma gorjeta enquanto passam informações sobre o local.

Eu não tinha interesse no serviço do guia, até porque ficaria pouco tempo por ali. Estava mais preocupado em curtir a vista, tirar fotos e gravar vídeos para o blog. Todavia, mesmo deixando claro algumas vezes que não tinha interesse, o guia ficou nos acompanhando e tentando contar a história do local durante toda a nossa visita. Um saco!

Lowveld View na Rota Panorâmica

Lowveld View

Neste local você para o carro em uma rotatória, ao lado da entrada do caminho. Não tem um espaço com vagas especificamente para os carros. Ali também havia uma senhora vendendo artesanato, mas diferente dos outros locais, com muito menos estrutura.

Caminhamos um minutinho pela rápida trilha e já chegamos ao ponto onde pudemos, pela primeira vez, avistar o Blyde River. As montanhas possuem formações bem interessantes e o rio passa entre elas lá embaixo formando um visual belíssimo.

A Rota Panorâmica é realmente maravilhosa. As montanhas dessa região são incríveis mesmo quando vistas da estrada. O Lowveld View é muito bonito, mas se você tiver com o horário apertado, talvez este seja um ponto que você poderia abrir mão. O motivo é porque mais adiante teremos um ponto com uma vista semelhante, porém imperdível.

Three Rondavels

Na minha humilde opinião, este é o melhor ponto de toda a Panorama Route. Se você não tem tempo ou não quer fazer a rota completa, dá um jeito de encaixar no seu roteiro uma visita as Three Rondavels, ainda que sejam apenas 30 minutos. Claro, se puder ficar mais tempo, vale a pena.

O custo de entrada é de 30 rands por pessoa. Após a entrada você vai encontrar várias barracas de artesanato e certamente muitos carros já estacionados no local.

Casal em Three Rondavels

Casal em Three Rondavels

Three Rondavels no detalhe

Three Rondavels no detalhe

Você seguirá por um caminho pavimentado que se dividirá em dois. Fomos primeiro para a direita e chegamos a uma plataforma cercada de onde foi possível apreciar uma vista ampla e maravilhosa. O diferencial da paisagem são justamente as tais Three Rondavels, três montanhas em formato de cilindro. Além disso, o rio Blyde lá embaixo completa o visual.

Nessa hora o tempo já estava mais aberto, com céu azul e poucas nuvens. As fotos e vídeos ficaram lindos.

Seguimos explorando um pouco mais seguindo pela esquerda, beirando a lateral do penhasco. É possível seguir esse caminho pelas pedras e, já que vimos muitas pessoas por ali, decidimos ir também. É bem tranquilo na verdade, só precisa ter cuidado quando se está próximo dos penhascos. Siga caminhando até encontrar o local da foto abaixo.

Self num dos melhores pontos da Rota Panorâmica

Tirando uma self neste lugar fantástico

Tenha muito cuidado pois nesse ponto não existem proteções. Muitos turistas se arriscam para tirar uma foto sentado nesta pedra pontuda, mas certamente eu não recomendo. Optei por tirar a foto nesta outra pedra cujo acesso é bem mais fácil e é possível manter uma distância segura da extremidade. A sensação de liberdade é espetacular!

Blyde River Canyon

Devido ao horário estar apertado, seguíamos para o carro sem explorar o outro caminho, mas acabei decidindo dar uma fugidinha lá só pra ver o que tinha. Foi a melhor coisa que eu fiz, afinal de contas quase perdemos uma das vistas mais incríveis de toda a Panorama Route.

Jaque diante do Blyde River Canyon

Jaque diante do Blyde River Canyon

Rafa apreciando o Blyde River Canyon

Rafa apreciando o Blyde River Canyon

Seguindo o caminho, dessa vez do lado esquerdo, chegamos a outra margem do penhasco. Sem nenhuma proteção nos aproximamos da extremidade com cuidado e pudemos ver o Blyde River Canyon. O rio faz uma curva quase completa em torno de uma grande montanha central formando um paisagem espetacular. Estão faltando adjetivos para descrever o lugar, você vai precisar ir lá pessoalmente e conferir.

Extasiados, já estávamos nos esquecendo do almoço.

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Onde Almoçar na Rota Panorâmica?

Em nossas pesquisas só encontramos um único local para comer nessas proximidades, o Kadisi Restaurant. Ele fica dentro de uma espécie de condomínio com várias casas. Pelo que entendi é possível também se hospedar nesse lugar.

A questão é que ele fica em uma área restrita, não aberta ao público. A forma de acessar o restaurante é se dirigir ao portão de entrada, estacionar o carro ao lado e ir na recepção. Uma vez explicando que você deseja ir ao restaurante, é possível acessar o condomínio pagando o valor de 50 randes por pessoa.

Kadisi: único restaurante da Rota Panorâmica

Kadisi Restaurant

A boa notícia é que esse valor funciona como se fosse um pré-pagamento. Depois de comer no restaurante, basta apresentar o comprovante de pagamento que o valor pago será integralmente descontado da sua conta, ou seja, você não perde esse dinheiro.

O restaurante tem uma opção bem completa de buffet mas não é barato. Existem opções a la carte também, inclusive sanduíches, que fica bem mais em conta. Acabou sendo a nossa escolha para a hora do almoço.

Uma grande vantagem de almoçar nesse local é aproveitar que você já está dentro do condomínio para então conhecer o Upper Lookout e o Lower Viewpoint.

Upper Lookout

Novamente por uma questão de tempo, escolhemos o Upper Lookout para ser o último ponto da nossa rota. Acabamos tendo que deixar de lado o Lower Viewpoint, mas se você tiver tempo, da uma passadinha lá também.

Vista do Upper Lookout

Vista do Upper Lookout

O acesso é bem fácil, só seguir o caminho de carro para a parte mais alta que beira o cânion.

Chegando na entrada da trilha, paramos o carro embaixo de uma árvore e fomos seguindo as placas. Existe uma trilha mais complicada que liga os dois pontos, mas estávamos interessados apenas em apreciar mais uma vez aquela vista das montanhas.

O caminho é curto e bem rápido. Ao final você chega em cima de uma enorme pedra de onde tem uma visual 180 graus das montanhas. Sem nenhuma proteção, esse foi o local que mais me deu frio na barriga. Não cheguei a sentir medo em nenhum outro momento, mas nessa hora me deu uma certa vertigem.

Eu sou bem resolvido com altura. Acho que o motivo dessa minha insegurança foi o vento, já que nesse momento estava bem mais forte. A Jaque foi de boa e ainda ficou implicando comigo depois. A revanche aconteceria no Cabo da Boa Esperança.

Concluída a Rota Panorâmica seguimos viagem em direção ao Kapama, uma reserva natural privada ao lado do Kruger. A continuação da estrada nesse sentido é muito bonita. Cruzamos a montanha em uma estrada sinuosa e com uma bela vista. E já na parte final do trajeto, pudemos apreciar as montanhas de longe, vistas pelo outro lado.

E as Cavernas?

É verdade, nessa região existe algumas cavernas que podem ser visitadas pelos turistas. Não sei se elas fazem de fato parte da rota panorâmica, mas certamente vale encaixar essa atividade se você tiver tempo disponível.

Não fomos nas Sudwala Caves que fica no início desse trajeto. Por outro lado, conseguimos incluir uma visita as Echo Caves em nossa volta, depois da estadia que tivemos de 2 noites no Kruger.

Echo Caves

Explorando as Echo Caves

Explorando as Echo Caves

Como esse artigo já está enorme achei melhor fazer um texto separado para contar nossa experiência nas Echo Caves. Já posso adiantar que levamos cerca de 1:30 para fazer esse passeio mas valeu a pena.

Não é pra qualquer pessoa, já que é preciso descer e subir muitas escadas e caminhar bastante pelas cavernas. Isso sem falar em alguns trechos apertados e com pouca iluminação. Em breve todas as informações estarão aqui no blog Para Viagem.

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