Roteiro de 1 Dia em Stratford-upon-Avon na Inglaterra

Quem for visitar Londres, que tal tirar 1 dia para fazer um passeio bate-e-volta até a cidade natal do famoso William Shakespeare? Veja como fazer pra ir até lá e o que ver.

Stratford-upon-Avon

Stratford-upon-Avon

Para quem estiver visitando Londres, uma ótima opção de passeio de 1 dia (o famoso “bate-e-volta”) é ir até Stratford-upon-Avon, que fica a 145 km da capital.

Pequena e charmosa, ela não teria nenhum grande atrativo turístico se não fosse o fato de ser o lugar onde nasceu um dos maiores escritores e dramaturgos que o mundo já conheceu: William Shakespeare.

A cidade vive em função do ilustre criador de Romeu e Julieta, Hamlet, Macbeth, Otelo, Rei Lear e etc. Em Stratford-upon-Avon, Shakespeare nasceu, viveu boa parte de sua vida, morreu e está sepultado.

Cortada pelo Rio Avon, a cidade é bem pitoresca: ainda preserva sua arquitetura típica da era Tudor, com casas apresentando vigas de madeira aparentes na fachada, formando listras escuras ou desenhos geométricos característicos.

O nome dela se refere a uma estrada da época romana que passava pelo Rio Avon. Strat que dizer “rua” e Ford quer dizer “vau” (uma parte rasa de um rio, onde se pode caminhar sem ficar submerso). Daí surgiu “Stratford-upon-Avon”, cuja tradução literal significa “Rua/Vau sobre o Avon”.

Arquitetura Estilo Tudor

Arquitetura Estilo Tudor

Estive na cidade em Março de 2011, numa excursão de 1 dia (day trip) que a recepção do meu hotel de Londres havia indicado. Ela incluía também uma visita a Oxford e uma visita ao Castelo de Warwick.

Foi legal, mas não recomendo esse tipo de passeio. Foram muitas atrações para um dia só, e no final das contas, acabou sendo tudo corrido. Pra se ter uma ideia, só entrei em apenas 1 atração da cidade. O restante foi visto de dentro do ônibus. E como você verá neste post, há vários lugares que vale muito a pena entrar pra conhecer.

Era minha primeira viagem feita por conta própria, de modo que fiquei receosa em tentar me aventurar sozinha pra fora de Londres. Mas hoje me arrependo, pois deixei de visitar atrações incríveis que gostaria de ter ido. Tem certos “confortos” que não compensam...

Uma coisa é certa: para se conhecer um lugar de verdade, é necessário passear por suas ruas, interagir com a população local e visitar as principais atrações. Ver tudo da janela de um ônibus não é exatamente “conhecer”. Por isso digo que estive em Stratford-upon-Avon, mas conhecer bem, aí já é outra história...

Se você estiver receoso(a) de se aventurar para fora de Londres sem ajuda de um guia, não se preocupe. É muito fácil circular pela Inglaterra e os ingleses geralmente são muito solícitos. Falo mais sobre isso no post sobre dicas de sobrevivência para quem vai à Inglaterra (EM BREVE).

Neste post, criei um roteiro de visita à cidade, para aqueles que pretendem ir por conta própria. Falarei como fazer para chegar até lá, darei informações sobre os pontos turísticos e impressões daquilo que consegui visitar e ver na cidade.

Como chegar a Stratford-upon-Avon?

Este roteiro está considerando que você esteja saindo de Londres. Quem estiver em outra cidade inglesa, aconselho checar as opções (com ajuda dos links disponibilizados abaixo).

De trem – Há 2 estações na cidade. É melhor saltar na Stratford-upon-Avon Station, pois ela fica bem próxima do centro e das atrações. Vindo de Londres, pegue o trem na estação Marylebone. A viagem dura cerca de 2 horas e há trens que fazem o trajeto direto e outros com conexão. Consulte os horários e opções no site do National Rail.

De ônibus – eles saem da estação rodoviária Victoria Coach em Londres e deixam o visitante na Stratdford-upon-Avon Riverside Bus Station, também próximo do centro. A viagem dura em torno de 3h. Consulte os horários disponíveis no site da National Express.

De carro – se você não tiver problemas com a mão invertida na Inglaterra, também é uma opção. E, de quebra, ainda permite fazer esse passeio no seu próprio ritmo.

Alugar um carro pode ser uma ótima opção

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Confira como fazer pra ir de carro até lá e os estacionamentos aqui.

Visitando Stratford-upon-Avon

Este roteiro serve tanto para quem estiver vindo de trem ou de ônibus: as estações ferroviária e rodoviária ficam próximas ao centro.

Stratford-upon-Avon é pequena e bastante agradável. Tal como acontece com outras cidades do interior da Inglaterra, parece que parou no tempo. As típicas casas em estilo Tudor, com fachadas que deixam suas vigas de madeira visíveis, dão um toque bem pitoresco ao lugar. Achei tudo lindo.

Para chegar à primeira atração:

Quem veio de trem: siga pela Alcester Road, que depois muda de nome para Greenhill Street. Após passar o cruzamento com a Windsor Street, logo a frente você verá uma bifurcação. Siga para a esquerda (Meet Street) e ande até o final dela. Isso dá uma caminhada de cerca de 650 metros.

Quem veio de ônibus: desça pela Bridgeway até chegar às margens do Rio Avon e vire à direita, seguindo pela Bridge Street. Você chegará num cruzamento em rotatória. Indo em sentido anti-horário, você entrará na segunda rua. Isso dá uma caminhada de cerca de 500 metros.

Henley Street

Henley Street

Seja qual for o trajeto que você tenha feito, acabará chegando a uma das ruas mais agradáveis da cidade: a Henley Street.

É uma rua só de pedestres, cheia de lojinhas, restaurantes e cafeterias. Quase sempre está cheia de gente. Na excursão que eu estava, o guia nos deixou livre para passearmos por esta rua. Vale a pena tirar um tempinho para explorá-la.

No horário marcado, o grupo encontrou novamente com o guia no final da rua, para que pudéssemos conhecer uma das principais atrações da cidade: a Shakespeare’s Birthplace.

Nada mais é do que a casa onde o famoso dramaturgo nasceu e morou até os 20 e poucos anos. Sua família era abastada, pois seu pai além de ter sido um prestigiado produtor de luvas da cidade, ainda chegou a ser prefeito de Stratford, o que era um status e tanto na época. Esse prestígio permitiu que o pequeno William pudesse frequentar a escola secundária, o que certamente contribuiu e muito para a vida de escritor e dramaturgo que ele teria.

Shakespeare's Birthplace

Shakespeare's Birthplace

A entrada se dá pelo lado esquerdo da construção, onde assistimos primeiro um filme informativo sobre a vida e obra de William Shakespeare. Em seguida, acompanhado por um guia do local, entramos na casa em si (restaurada no século 19, que a deixou exatamente como era no século 16). Eles vão dando informações sobre cada um dos aposentos da casa e algumas curiosidades. Lá dentro podemos entrar no ateliê de luvas do pai de Shakespeare, e um funcionário explica como era o processo da fabricação das mesmas. Muito interessante.

Olhando da rua, parece uma casa grande. Mas ao entrar, notamos que é menor do que se imagina, com cômodos bem apertadinhos. Dizem que, de fato, era a maior residência da Henley Street, o que me fez imaginar como deveriam ser os cômodos das casas menores...

Outra coisa que me chamou atenção foi o mobiliário, que na verdade não é o original da época, mas sim uma reprodução, para que possamos ter uma ideia de como era.

Interior da casa em que nasceu Shakespeare

Interior da casa em que nasceu Shakespeare

No final, ainda passeamos pelo pequeno quintal que há anexo à residência, onde reza a lenda, a família criava porcos, galinhas e cavalos e tinha uma pequena horta.

Saindo de lá, descendo a Henley Street (à sudeste, em direção ao rio), você chegará num cruzamento em rotatória. Girando em sentido horário, siga pela 3ª rua, a High Street (que depois passa a se chamar Chapel Street) até o cruzamento com a Chapel Lane. Logo à esquerda, você verá uma casa estilo Tudor, com um jardim anexo: é a Nash’s House & New Place.

Nash's House vista do ônibus

Nash's House vista do ônibus

Essa foi uma das atrações que vi apenas da janela do ônibus. E também uma das que eu queria ter entrado para visitar.

Para quem vem da Henley Street, a caminhada é curta: cerca de 350 metros.

A casa (Nash’s House) pertenceu a uma das filhas de Shakespeare, sendo passada depois para a neta dele, Elizabeth, que foi morar ali com seu marido, cujo sobrenome era Nash (daí o nome da residência). Hoje é um museu que conta um pouco sobre a história da cidade.

Mas o que atrai mesmo a atenção dos turistas é o terreno que está ao lado, conhecido como New Place. Ali ficava a casa que Shakespeare comprou em 1597, quando já era um dramaturgo famoso e com dinheiro suficiente para tanto. Quando não estava em Londres, ele ficava nesta casa. No final da vida, acabou se estabelecendo ali definitivamente, e por isso, acredita-se que foi neste local que o escritor faleceu.

A casa não existe mais, pois foi demolida em 1759. Mas ainda pode-se ver algumas partes dos alicerces dela. E o jardim é bem bonito.

Nash's House & New Place

Nash's House & New Place

Suposta escola de Shakespeare (visto do ônibus)

Suposta escola de Shakespeare (visto do ônibus)

Depois desta visita, continue andando pela Chapel Street, que logo a frente passa a se chamar Church Street. Note uma igreja gótica (logo depois da Nash's House), que está ligada a um conjunto de construções em estilo Tudor. Atrás deste “paredão” está a King’s Edward VI Grammar School, a escola que Shakespeare teria estudado (há controvérsias quanto a isso).

Passando batido pela escola, siga reto pela Church Street até ela terminar. Então, vire à esquerda, seguindo pela Old Town.

Hall's Croft

Hall's Croft

No caminho, do lado esquerdo desta rua, você encontrará a Hall's Croft – a casa da filha mais velha de Shakespeare, Susana. O nome da residência se deve ao sobrenome do marido dela, John Hall, um médico renomado da cidade. É possível visitar o interior, que possui uma decoração típica de uma casa abastada. Além disso, ainda há uma exposição no cômodo que era o consultório do Dr. Hall, onde podemos ver sua coleção de equipamentos médicos e livros de medicina da época.

Infelizmente, não passei nem perto dessa atração. Como médica, eu ia adorar ter visto esse consultório...

Continuando pela Old Town, você encontrará os portões da próxima atração a ser visitada: a Holy Trinity Church.

Holy Trinity Church vista do ônibus

Holy Trinity Church vista do ônibus

Esse foi mais um ponto turístico que eu apenas vi (de longe) da janela do ônibus, e que gostaria muito de ter conhecido direito. E mesmo assim achei linda.

De quem está vindo da Nash’s House, a distância total é de cerca de 500 metros, o que dá perfeitamente para ir caminhando.

Esta igreja é o edifício mais antigo da cidade, datado de 1210. Apesar da beleza evidente (principalmente do interior, com seus magníficos vitrais e esculturas), o que atrai mesmo os turistas é o fato de ter sido ali que Shakespeare foi batizado (em 1564) e enterrado (em 1616).

Holy Trinity Church

Holy Trinity Church

O túmulo fica no altar à esquerda, junto com o de sua esposa, Anne Hathaway. É fácil encontrá-lo, pois logo acima há uma escultura com a imagem de Shakespeare segurando uma pena (substituída todos os anos, sempre no dia do aniversário do escritor) na mão direita.

Outro fato curioso do monumento é a inscrição da lápide. Reza a lenda que foi o próprio Shakespeare que a escreveu. Os dizeres, em um inglês antigo, amaldiçoam quem se atrever a mexer em seus ossos. A intenção era simples: o escritor não queria que esvaziassem seu túmulo com o passar dos anos, um hábito comum até os dias de hoje.

Túmulo de Shakespeare

Túmulo de Shakespeare

Saindo da igreja, volte pela Old Town. Só que ao invés de fazer o trajeto todo de volta, vire na Southern Lane e siga por ela, que mais à frente muda de nome para Watersite. No caminho, você encontrará a próxima atração do dia: o Royal Shakespeare Theatre.

Royal Shakespeare Theatre

Royal Shakespeare Theatre

Trata-se de uma enorme casa de espetáculos da cidade, com fachada de tijolos e localizada às margens do Rio Avon. Havia outro teatro no local (chamado Shakespeare Memorial Theatre), construído em 1879, mas destruído por um incêndio nos anos 20. Foi então que construíram o teatro atual, inaugurado em 1936 com o mesmo nome. Só na década de 60, quando passou a ser gerido pelo Royal Shakespeare Company, é que ganhou o nome que tem hoje.

Esta foi mais uma das atrações que só vi da janela do ônibus. Um belo edifício, com um jardim bastante agradável em frente.

É possível visitá-lo por dentro, mesmo que não vá assistir a nenhum espetáculo. Há várias opções interessantes de tour guiado: um que mostra a história do teatro, outro que leva o visitante aos bastidores, outro que leva aos cantos mais antigos e sombrios do teatro (regado a muitas histórias de fantasmas) e um que leva o visitante até o topo da torre, de onde se pode ter uma vista panorâmica de Stratford-upon-Avon.

Neste teatro são encenadas peças o ano todo. Este roteiro não está contando que você irá assistir a nenhuma delas, embora tenha algumas sessões que acontecem no meio do dia. Se por acaso você preferir pernoitar na cidade (e tiver um bom inglês), esta é uma ótima opção de programa noturno.

Royal  Shakespeare Theatre e Bancroft Gardens (visto do ônibus)

Royal Shakespeare Theatre e Bancroft Gardens (visto do ônibus)

Como citei acima, em frente ao teatro há um belíssimo jardim, às margens do Rio Avon: é o Bancroft Gardens. Há fontes decoradas, um relógio solar e estátuas de personagens de Shakespeare. Muito agradável para um passeio.

Deste jardim, vemos um canal, que desemboca no Rio Avon e onde pode-se fazer um passeio de barco, que dura cerca de 45 minutos. Outra ótima opção.

Minha sugestão de roteiro se encerra após este passeio. Como vc pode perceber, não estabeleci horário de almoço. Preferi deixar em aberto, pois cada um tem um ritmo e como o roteiro é feito todo a pé, quando a fome apertar, basta escolher um restaurante pelo caminho.

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Para pegar o transporte de volta para Londres, estando no Bancroft Gardens, faça assim:

Se for voltar de trem: siga pela Waterside (sentido norte) e vire na Bridge Street à esquerda. Seguindo reto, você chegará novamente à estação ferroviária.

Se voltar de ônibus: siga pela Waterside (sentido norte), atravesse a Bridge Foot e siga pela Bridgeway até chegar ao terminal rodoviário.

Procurei fazer um roteiro de “bate e volta” de 1 dia, incluindo as principais atrações da cidade, que além de estarem relativamente próximas, ainda poderiam ser feitas a pé.

Anne Hathaway's Cottage

Anne Hathaway's Cottage

Mas existem outras opções a serem visitadas, porém ficam mais afastadas do centro e não daria para fazer a pé. A mais conhecida delas é a Anne Hathaway's Cottage – a casa onde morava a esposa de Shakespeare quando era solteira. Um belo exemplar de uma residência rural do século 16, com fachada, mobiliário e relíquias da época. A casa é conhecida como a “mais romântica da Inglaterra”. E novamente, só vi pela janela do ônibus...

Se você quiser visitar esta e outras atrações mais afastadas do centro, há a opção dos ônibus sightseeing (ou hop on - hop off). Eles circulam pela cidade e os pontos ficam bem próximos das atrações turísticas. Comprando o bilhete, você pode subir e descer do ônibus quantas vezes quiser. Para quem não quiser encarar a caminhada, também é uma saída.

Informações para quem vai visitar Stratford-upon-Avon

• A Shakespeare Birthplace Trust disponibiliza um ingresso chamado Full Story Ticket, que inclui a entrada nas seguintes atrações: Shakespeare’s Birthplace, New Place, Hall’s Croft, Anne Hathaway’s Cottage and Mary Arden’s Farm. Costuma ser mais barato ter o passe do que comprar os ingressos avulsos. Para maiores informações, acesse aqui.

Shakespeare Birthplace Trust – para obter mais informações sobre horário de abertura e preço dos ingressos das atrações administradas por eles, acesse aqui.

Holy Trinity Church – para obter informações sobre a visita a essa atração, acesse aqui.

Tours guiados no Royal Shakespeare Theatre – para mais informações, acesse aqui.

Passeio de barco – para mais informações sobre o passeio pelo canal e Rio Avon, acesse aqui.

Sightseeing – para obter informações sobre o serviço hop-on hop-off pela cidade de Stratford-upon-Avon, acesse aqui.

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Galeria de Fotos:

6 Comentários
  1. Estela Rufino

    Estou aqui viajando em suas fotos e informações.
    Como você estive na Inglaterra, precisamente por três anos, morei e viajei e, por falta de ousadia e ou, por querer visitá-la com meu filho, que é apaixonado como eu por William Shakespeare. Acabei voltando ao Brasil sem visitar sua cidade, coisa que até hoje arrependo.
    Voltarei ao país novamente e com certeza irei visitá-los e, aproveitando suas excelentes dicas, farei exatamente o que gosto e sinto que é conhecer um lugar, vivenciando-o, andando por suas ruas, sentindo seus cheiros, sua energia, sua essência.

    Muito obrigada por disponibilizar suas fotos e sua experiência conosco e até lá, viajaremos por aqui.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Estela!
      Eu que agradeço o elogio! 🙂
      No fundo, eu também vou precisar voltar à Stratford-upon-Avon, pois acabei fazendo praticamente um “janela tour” pela cidade.
      Mas o pouco que vi, achei linda e muito agradável. É uma ótima dica pra quem quer visitar uma cidade inglesa que tenha alguma ligação com pessoas conhecidas – tal como ocorre com Liverpool, em relação aos fãs dos Beatles, por exemplo (que também visitei, adorei e postarei o relato em breve aqui no blog).
      Espero que logo apareça uma oportunidade para que vc possa voltar à Inglaterra (um país que eu adoro) e visitar a cidade.
      Abs

  2. Lika

    Oi, Fernanda!

    Parabéns pelo blog.
    Estarei chegando no aeroporto de Heathrow e seguindo para Stratford Upon Avon. Do aeroporto tem algum transporte direto?
    Obrigada,

    • Fernanda Rangel

      Obrigada pelo elogio! 😉
      Dei uma olhada na web e não há um transporte direto do aeroporto até lá. Qualquer que seja o trajeto, necessitará de algumas baldeações até Stratford-upon-Avon.
      O trem que sai de Heathrow vai até a estação Paddington. De lá, vc teria que pegar um transporte até a estação Marylebone, pra depois tentar um trem direto pro seu destino final.
      Eu aconselharia vc ficar em Londres e tirar 1 dia pra fazer um bate-volta pra Stratford-upon-Avon. Ter que encarar essas baldeações com mala, depois de muitas horas de vôo será bem cansativo…
      Abs

  3. Maria Gomes

    Boa noite,

    gostaria de saber a sua opinião. Considera que um dia dá para visitar Stratford-Upon-Avon e Oxford ou é melhor reervar um dia inteiro só para Stratford?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Maria!
      É possível visitar as 2 cidades num mesmo dia. Mas acho um pouco corrido.
      Eu fui pra lá através de um passeio com guia, e visitamos o Castelo de Warwick, Stratford-upon-Avon e Oxford num mesmo dia. Foi super corrido. No final, não visitei nenhum dos 3 direito.
      Se for numa época de clima mais ameno ou quente (quando os dias são mais longos), talvez dê sim. Se vc sair bem cedo e voltar mais tarde, acho que dá pra visitar as duas cidades sim.
      Abs

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