Roteiro de 2 Dias em Granada na Espanha

Venha conferir como foi nosso passeio por uma das cidades mais procuradas da Andaluzia (com dica de roteiro pelo Albaicín) e veja que nem só de Alhambra vive a agradável Granada.

Granada na Espanha

Granada na Espanha

Quando sentei para preparar o meu roteiro de 15 dias pela Espanha, já tinha uma lista de preferências em mente. E a cidade de Granada NÃO estava nela.

Só que eu queria muito (muito mesmo!) visitar Alhambra e, para isso, eu teria que ir até essa cidade pra chegar até lá.

Como boa viciada em viagens que sou, não me contentei em apenas “dar uma passadinha”. Por que não visita-la logo?

Por isso, Granada acabou entrando no meu roteiro e a surpresa boa: eu adorei conhecê-la!

Localizada ao sul da Andaluzia e aos pés da Sierra Nevada, a cidade é famosa por ter sido a que mais tempo ficou sob domínio muçulmano na Espanha – influência que vemos nitidamente até os dias de hoje.

Mas apesar disso, nada marcou mais a história do local do que a Reconquista de Granada, no final do século 15, pelo casal de monarcas Isabel de Castela e Fernando de Aragão – conhecidos como o Reis Católicos.

Eu tinha assistido uma maratona da (ótima) série “Isabel” antes de fazer essa viagem e isso acabou contribuindo para que a minha visita à Granada ficasse bem mais interessante, pois o ponto alto da história deles se confunde com a desta cidade. Tanto é que ambos monarcas estão enterrados numa capela anexa à Catedral de Granada.

Catedral de Granada

Catedral de Granada

Aliás, o nome deles está por toda parte, em lojas, ruas, praças... Assim como o nome de Cristóvão Colombo, já que ele também possui ligação com os Reis Católicos – a Rainha Isabel financiou sua aventura pelos mares, o que acabou resultando na descoberta da América.

Granada é uma cidade bem pequena e dá para ir aos pontos principais em apenas 1 dia de passeio. Mas o ideal é fazer como eu: pernoitar por lá para que possamos casar essa visita com a espetacular Alhambra – que ocupa um dia inteiro.

Como peguei uma chuva enjoada no meu 1º dia de visita, precisei fazer uma adaptação no roteiro e espremer a visita ao Albaicín no dia de Alhambra – já que felizmente, o clima estava um pouco melhor.

Não é uma combinação que eu indicaria, porque Alhambra é grande e realmente ocupa um dia inteiro de visita. Confesso que cheguei ao Albaicín um pouco cansada depois das (muitas) andanças pela atração anterior.

Neste post vou contar como teria sido o meu roteiro de visita a Granada original – que é bem viável de ser feito – trazendo minhas dicas e impressões sobre o que vi por lá.

Dessa forma, você saberá o que fazer em Granada e poderá se programar.

Dados da visita e dica de hotel em Granada

Quantos dias fiquei em Granada? 2 dias inteiros

Foi o suficiente? Sim. Granada não é uma cidade grande e, sendo bem objetivo no roteiro, dá pra conhecer tudo em um dia. E deixar Alhambra + Generalife para o outro.

Onde fiquei hospedada? Leonardo Hotel Granada (antigo Hotel Vincci Granada)

O hotel era bom? Sim. Instalações limpas e novas, staff solícito, wi-fi gratuito (porém razoável) e oferece café da manhã (que não estava incluso na minha diária).

A região do hotel era boa? Depende do seu interesse. O entorno era ótimo: bem movimentado (fica numa avenida), com comércio, transporte e supermercado nas imediações, e situado a 5 minutos de caminhada da estação de trem de Granada. Mas para ir até as atrações, era preciso encarar uma boa caminhada ou apelar pra um ônibus.

Aí vai da preferência de cada um: ficar perto da estação de trem e facilitar a chegada e partida (inclusive para possíveis “bate-voltas”), pagando poucos euros só pra se deslocar de ônibus até o centro ou ficar perto das atrações, mas precisando apelar para um taxi da estação ferroviária até o hotel no centro histórico.

Não existe opção melhor ou pior. Pro meu caso, preferi a 1ª alternativa.

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DIA 1 – Centro Histórico de Granada e Albaicín

Conforme mencionei acima, cheguei à Granada num final de dia, vindo de Madri e após uma breve passada por Córdoba.

Aliás, essa ida a Granada foi uma novela pra ser realizada, pois e estação de trem da cidade estava em obras na época que visitei e, por conta disso, a Renfe custou a liberar os horários disponíveis dos trens, atrasando a minha programação (explicarei melhor isso no final do post).

Felizmente, tudo deu certo e consegui os 2 dias inteiros que eu queria em Granada – tempo suficiente pra eu fazer um roteiro "carpe diem" pela cidade num dia e visitar com calma Alhambra no outro.

Saindo do hotel por volta das 09:00, fui caminhando pela agradável Av. de la Constituición (que conta com um agradável passeio de pedestres no centro) e depois virei na Calle San Juan de Diós.

A caminhada me levou à primeira atração do dia, que me trouxe uma surpresa pra lá de boa: a Basilica San Juan de Diós.

Basilica San Juan de Diós

Basilica San Juan de Diós

A princípio, eu nem ia colocar essa visita no roteiro. Mas li nas minhas pesquisas pré-viagem, que o santo que dá nome a essa igreja era o padroeiro dos hospitais, dos doentes e dos enfermeiros.

Sendo médica, achei que seria uma visita interessante a se fazer e fui não só pra conhecer a igreja, mas também pra fazer meus agradecimentos e pedidos com relação a minha profissão.

O que eu não imaginava é que, ao fazer isso, me depararia com uma das atrações mais bonitas e diferentes dessa viagem à Espanha!

Toda em estilo barroco, a igreja se destaca pelas rebuscadas capelas laterais e, principalmente, pelo maravilhoso altar dourado que, acredite se quiser, é uma espécie de relicário gigante e nos apresenta um espetáculo animado.

Como assim, Fernanda? Um funcionário da Basílica nos coloca sentados nos bancos, apaga as luzes da igreja e um espetáculo começa a acontecer no altar, com as estátuas e apetrechos católicos se movimentando, portinholas se abrindo... Tudo ao som de uma música e com um narrador explicando seus significados. É praticamente um teatro de bonecos!

E não parou por aí. Terminado o “show”, o funcionário nos guia a uma escada lateral e nos coloca – literalmente – dentro do altar (ou do relicário, melhor dizendo). A dimensão é tanta que chegamos a caminhar dentro dele e ver, de pertinho, todos os lindos detalhes barrocos. Muito bacana!

O altar é um relicário gigante

O altar é um relicário gigante

Detalhes dourados e barrocos de dentro do altar

Detalhes dourados e barrocos de dentro do altar

A visita à Basilica San Juan de Diós é paga, mas garanto a você: vale cada centavo. Inclusive, o dinheiro das entradas vai para obras sociais. Confira as informações.

Saindo de lá, segui pela mesma rua até chegar à próxima atração que ficava logo mais a frente: o Monasterio de San Jeronimo.

Monasterio de San Jeronimo

Monasterio de San Jeronimo

Embora não tivesse o quilate da anterior, achei a igreja desse mosteiro bonita. Pra mim, valeu a visita, porque lá está enterrado uma das figuras marcantes da época dos Reis Católicos: Gonzalo Fernandez de Córdoba, o Gran Capitán. Quem assistiu as primeiras temporadas do seriado “Isabel”, sabe quem ele era.

No entanto, admito que se você não é ligado em história ou não assistiu essa série, talvez não seja uma visita tão interessante a se fazer em Granada.

A entrada é paga. Confira as informações.

Descendo a Calle Duquesa, fui me embrenhando em direção ao centro histórico de Granada.

Plaza Bib-Rambla

Plaza Bib-Rambla

Caminhei com calma, passando por uma série de praças bonitas – como a Plaza de la Trinidad e a Plaza Pescadería – o que acabou se mostrando um passeio pra lá de agradável. Mesmo com a chuvinha fina que caía nessa hora.

O passeio me levou até uma 3ª praça, bastante famosa de Granada: a Plaza Bib-Rambla, que é cercada de lojinhas e restaurantes.

O nome esquisito deriva de "Bib Arrambla", o nome de uma das portas da antiga muralha de Granada, que ficava bem ali. Foi demolida em 1884 para dar lugar a atual praça.

Como a chuva apertou nesse momento e já começava a hora do almoço, parei pra comer algo no Restaurante Mediterranean Taste (escolhido aleatoriamente e que achei razoável) e pra esperar um pouco a chuva diminuir.

Quando ela deu uma trégua, fui fazer uma das principais visitas do dia: a Catedral de Granada.

Catedral de Granada

Catedral de Granada

Misturando os estilos renascentista e barroco, ela foi encomendada pelos Reis Católicos e começou a ser construída logo após a morte da Rainha Isabel de Castela.

O interior é bem diferente do que eu esperava, pois ela é quase toda branca: nas paredes, nas pilastras e nos detalhes rebuscados. As poucas cores ficam mesmo por conta do piso, dos vitrais e do altar-mor – que possui tons dourados.

Apesar de simples, achei-a muito bonita por dentro. O grande atrativo é que ela não tem aquele festival de informações visuais que vemos em Catedrais como a de Toledo e a de Sevilha, por exemplo. Chega a ser até elegante, de certa forma.

A visita é paga e o ingresso inclui um audioguia (em português). E lembro mais uma vez: o interior não pode ser fotografado. Confira as informações.

Essa visita tem uma “2ª parte” que, pra mim, era a mais interessante: a Capela Real.

Capela Real em Granada

Capela Real em Granada

Ela só pode ser acessada pelo lado de fora da Catedral, mais especificamente na Calle de Ofícios (são 2 visitas distintas, apesar de estarem no mesmo complexo de edifícios).

Em estilo gótico e concluída em 1521, ela atrai os turistas porque ali está o Mausoléu dos Reis Católicos, cujos caixões de chumbo estão na cripta junto com a filha e sucessora Joana (“a Louca”) e seu esposo Felipe (“o Belo”).

DICA: Tô sendo repetitiva, porém mais uma vez indico que você assista a série “Isabel” antes de fazer a sua viagem. Não só é um ótimo seriado, como também foi fundamental para tornar essa visita a Granada bem mais interessante.

Não é que eu teria desgostado das visitas que fiz nessa cidade, mas sem saber um pouco sobre a história das pessoas que influenciaram a vida e o cotidiano de Granada, eu não teria dado o devido valor a esse passeio.

Rei Mouro dando as chaves de Granada aos Reis Católicos

Rei Mouro dando as chaves de Granada aos Reis Católicos

Não deixe de reparar, no hall de entrada, o quadro que retrata a famosa cena em que os Reis Católicos e o Grán Capitán Gonzalo de Córdoba (aquele que está enterrado lá no Monasterio San Jeronimo) recebem as chaves de Granada e de Alhambra das mãos de Boabdil, o Rei Muçulmano da época. Esse episódio formalizou a Reconquista Católica da cidade.

A visita à Capela Real é paga e requer um ingresso separado ao que usamos para a Catedral (são 2 ingressos diferentes). E aqui também não pode fotografar o interior (só é permitido no hall de entrada). Confira as informações.

Saindo de lá e ainda na Calle de Ofícios, encontrei algumas lojinhas de artesanato e um portal em arco que me deu passagem para um labirinto de ruas estreitas, conhecido como Alcaicería.

Gente... Quando passamos por esse portal, parece que fomos transportados imediatamente para um souk (mercado) de uma medina marroquina!

É um festival de lojinhas que vendem desde produtos típicos da Espanha (leques, roupas e acessórios de dança flamenca, souvenires e etc) até artesanatos árabes, como lanternas multicoloridas, narguilés, lenços, echarpes, artigos de couro, tapetes pequenos, artesanato de madeira marchetada e por aí vai.

Te garanto: mesmo que não compre nada ali, é uma delícia deixar-se perder por aquelas vielas.

Uma das entradas da Alcaiceria

Uma das entradas da Alcaiceria

Alcaicería em Granada

Alcaicería em Granada

Alcaicería em Granada

Alcaicería em Granada

Lojas de artesanato (protegidas da chuva)

Lojas de artesanato (protegidas da chuva)

Dizem que o local era um antigo mercado de seda, na época da ocupação muçulmana de Granada.

A Alcaicería não é exatamente um quarteirão completo, mas compreende a Placeta de la Seda (cujo acesso vem da Calle de Ofícios) e as ruas (ou Calles) Alcaicería, Ermita e Paños.

Saindo de lá, caminhei em direção à Calle Reyes Catolicos, onde segui andando até outra praça famosa de Granada: a Plaza Isabel la Catolica.

Plaza Isabel la Catolica

Plaza Isabel la Catolica

Destaca-se, no centro dela, um monumento que traz a famosa rainha sentada em seu trono e recebendo a visita de ninguém menos do que Cristóvão Colombo. Ele simboliza o momento em que a monarca teria oficializado o financiamento de sua jornada de navegação (que acabou resultando na descoberta da América).

Nesse momento, o céu resolveu desabar de vez e decidi encerrar meu passeio, já que a próxima parte do roteiro seria um passeio a pé pelo Albaicín – o antigo bairro muçulmano de Granada.

O que acabei fazendo foi pular para o final do roteiro desse dia, que era subir a Calle Elvira, já que ela ficava a poucos metros da Plaza Isabel la Catolica (o ponto onde eu estava naquele momento). Falarei sobre essa rua mais adiante...

Se não fosse esse imprevisto, eu teria seguido pelas contíguas Plaza Nueva e Plaza Sta. Ana, que possuem como destaques o prédio do Tribunal de Justiça da Andaluzia e a antiga Igreja Santa Ana. E em seguida, continuaria pela Carrera del Darro – uma rua estreita e cheia de prédios históricos, que beira o rio de mesmo nome.

Mais ou menos na altura da Calle Monte de Piedad (que é perpendicular a avenida que beira o Rio Darro), começa um trecho conhecido como Paseo de los Tristes.

Paseo de los Tristes (visto da janela do taxi)

Paseo de los Tristes (visto da janela do taxi)

Reza a lenda que esse nome deriva do fato de que, neste trecho da avenida, costumavam ocorrer cortejos fúnebres em direção a um cemitério que havia nas redondezas.

Mas, hoje em dia, essa região não tem nada de “triste”, pois é uma conhecida área boêmia de Granada – com vários bares e restaurantes no entorno.

DICA: Estando no Paseo de los Tristes, não deixe de olhar pra cima em direção à colina. Você estará praticamente em baixo da fachada norte dos Palácios Nasridas de Alhambra.

A minha caminhada seguiria até o final dessa rua, onde pegaria o ônibus da linha C1, que me levaria pro alto da colina do bairro do Albaicín.

Albaicín de Granada

Albaicín de Granada

Muita gente encara essa subida a pé, mas eu achei um pouco íngreme e cansativa.

Como sei isso, se não fiz esse trajeto?

Na verdade, eu fiz no dia seguinte. Como estava em Alhambra, peguei um taxi pra ganhar tempo (rachei com as pessoas que estavam comigo nessa viagem) e o motorista passou justamente pela beirada do rio, pelo Paseo de los Tristes (a foto acima foi tirada nesse momento) e fez o mesmo trajeto do ônibus que eu pegaria.

A passagem de ônibus é super barata (€ 1,40 – preço de outubro de 2017) e não vale a pena se cansar a toa pra chegar lá em cima. Até porque, o objetivo e andar bastante pela região – que já possui algumas ruas em ladeira.

Mas não se preocupe: a ideia é começar o passeio lá no alto e vir descendo até a base da colina. Assim, o passeio não fica tão cansativo.

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O ônibus me deixaria nas imediações da Plaza del Salvador. De lá iria andando pela Calle de Panaderos até chegar ao ponto de partida desse passeio – a agradável Plaza Larga, que era um dos pontos centrais do bairro há séculos atrás.

Ao lado dela, nos deparamos com o Arco de las Pesas, uma antiga porta que possui aquele formato em “buraco de fechadura”, clássico da arquitetura de estilo árabe. Ele tem esse nome graças ao fato de que ali se exibiam as peças adulteradas apreendidas dos comerciantes da região (açougueiros e etc).

Plaza Larga

Plaza Larga

Arco de las Pesas

Arco de las Pesas

Outra curiosidade é que esta porta pertencia a mais antiga muralha de Granada, construída no século 11 e que cercava a cidade muçulmana que existia ali. Inclusive, parte dela ainda está de pé e continua bem atrás do Arco de las Pesas, seguindo bairro adentro.

Continuando pela Callejón San Cecilio, cheguei a um dos pontos mais visitados do Albaicín – o Mirador San Nicolás.

Mirador San Nicolás

Mirador San Nicolás

Trata-se de uma agradável praça, geralmente cheia de artistas de rua, que oferece uma vista maravilhosa de Alhambra e do Generalife.

O único “porém” é que quase sempre está cheio de turistas, que ficam sentados na mureta, apreciando a vista e o vai-e-vem de gente. E, muitas vezes, atrapalhando quem quer chegar perto e tirar uma foto com o complexo de Alhambra (é quase impossível sair sozinho nessa foto).

Mezquita Mayor de Granada

Mezquita Mayor de Granada

Eu desisti de tentar uma foto só eu e o panorama de Alhambra e decidi dar uma escapada até a Mezquita Mayor de Granada, que fica ali pertinho, tem seu pátio externo aberto ao público (visita totalmente gratuita) e que me falaram que era bem agradável e bonita.

Uma curiosidade sobre essa mesquita é que ela foi a 1ª a ser construída em Granada em 500 anos, ou seja, desde a expulsão dos Mouros da cidade pelos Católicos (ocorrida em 1492) não se ergue um templo muçulmano por lá.

De fato, adorei o ambiente. Mas o que eu não imaginava é que esse pátio me daria aquilo que eu não consegui lá no Mirador San Nicolás...

No M. San Nicolás, vc divide a foto com estranhos (essa aí foi a melhor q saiu)

No M. San Nicolás, vc divide a foto com estranhos (essa aí foi a melhor q saiu)

Já no pátio Mezquita Mayor, vc consegue espaço pra sair sozinho(a) com Alhambra ao fundo

Já no pátio Mezquita Mayor, vc consegue espaço pra sair sozinho(a) com Alhambra ao fundo

DICA: Se você quer uma foto panorâmica de Alhambra sem nenhum estranho saindo de "papagaio de pirata", é só ir até o pátio da Mezquita Mayor. A maioria dos turistas não vai até lá e muitos não fazem ideia de que ali é mais tranquilo pra tirar foto. E, pelo menos a meu ver, oferece um panorama bem melhor de Alhambra do que o do Mirador de San Nicolás (ele está um pouco mais alinhado com o complexo palaciano).

Voltando para o Mirador San Nicolás, desci a escada lateral e segui até o Camino de San Nicolás e continuei o passeio.

Durante a caminhada, notamos que o Albaicín ainda mantém o seu labirinto de ruas estreitas de outras épocas e com casas de fachadas e muros brancos, que são altos o suficiente para esconder os belíssimos jardins internos conhecidos como Carmen (que deriva da palavra árabe Karm, que significa “jardim”).

Albaicín: ruas estreitas com muros altos e brancos

Albaicín: ruas estreitas com muros altos e brancos

Muito muro do Albaicín esconde um "Carmen"

Muito muro do Albaicín esconde um "Carmen"

A rua Camino de San Nicolás segue em frente com o nome de Calle Santa Isabel la Real e passa pela Placeta Cristo Azucenas – que também fica num plano mais alto em relação a rua, mas não oferece uma vista tão magnífica como a do Mirador San Nicolás. Não achei que vale a pena subir até ela, apesar de ser uma praça agradável.

Essa rua desemboca na Placeta San Miguel Bajo, que também é bastante frequentada no Albaicín.

Nessa pequena praça encontramos alguns cafés e restaurantes, assim como 2 destaques: a Igreja San Miguel Bajo, que era uma antiga mesquita (o que dá pra desconfiar só ao olhar o minarete transformado em campanário) e a imagem de Cristo de las Azucenas (ou Cristo dos Lírios).

Placeta San Miguel Bajo

Placeta San Miguel Bajo

Cristo de las Azucenas

Cristo de las Azucenas

Ali pertinho, há outro mirante – o Mirador de la Lona. Vale a pena dar uma escapada a ele, pois diferentemente do Mirador San Nicolás, esse aqui oferece um panorama de Granada (e não a de Alhambra, como no outro).

Voltando para a Placeta San Miguel e descendo e a Calle San José Alta, passei pela Igreja de San José, cujo destaque é o campanário instalado num antigo minarete de mesquita.

Mas o que tem isso de interessante, se há tantos outros em Granada? Esse minarete aí é especial, porque é um dos mais antigos da Espanha ainda de pé. Ele data do século 11!

Vista de Granada do Mirador de la Lona

Vista de Granada do Mirador de la Lona

Um dos minaretes mais antigos da Espanha

Um dos minaretes mais antigos da Espanha

Continuando a caminhada, cheguei à Placeta de San José (que não tem nada de especial), virei na Calle Grifos de San José e depois comecei a descer a Cuesta de San Gregorio – uma rua agradável que segue (em degraus) até a parte mais baixa do bairro.

Calle Caldería Nueva em Granada

Calle Caldería Nueva em Granada

Ela termina na famosa Calle Caldería Nueva, que é cheia de lojinhas de artesanatos (similares aos da Alcaicería) e também de cafés e casas de chá.

Essa rua termina na Calle Elvira – aquela mesma que subi quando a chuva começou a apertar e precisei dar fim ao meu passeio do dia.

A Calle Elvira também vemos muitas lojinhas, casas de tapas, restaurantes e Teterías – as famosas casas de chá de Granada.

Nas Teterías temos chá e narguilé

Nas Teterías temos chá e narguilé

Esses estabelecimentos costumam ter uma linda decoração de inspiração árabe, com paredes cheias de traçados geométricos, portais com rendilhados e luminárias multicoloridas. Uma graça!

A chuva torrencial daquela tarde me empurrou para a primeira que encontrei pela frente (e que, por sorte, adorei o atendimento) – a Tetería El Folclore Andalusi.

Nela encontrei um cardápio cheio de opções de chás, para todos os gostos.

Eu nem muito fã dessa bebida, mas como também não chego a detestar, resolvi experimentar e achei bem gostosinho. Provei um chá de laranja e outro de coco – ambos ótimos. Foi um acalento (literalmente) para o dia frio e de chuva que estava fazendo.

Puerta Elvira

Puerta Elvira

Inclusive, também é possível fumar um narguilé nessas casas. Havia vários grupos de pessoas reunidas em volta de uma mesa e compartilhando o “cachimbo” (ou sei lá que nome se dá pra aquilo). Preferi não encarar.

A Calle Elvira termina na Puerta Elvira, que era o antigo portão de entrada de Granada, na época da ocupação moura (cujo nome original era Bib Ilbira).

Depois, foi só seguir caminhando para a Av. de la Constituición e chegar ao meu hotel.

DIA 2 – Alhambra, Generalife e Sacromonte

Esse foi um dos dias mais aguardados da viagem à Espanha, pois era o meu sonho conhecer as belezas de Alhambra.

E não me decepcionei – essa foi uma das melhores visitas que fiz nessa jornada.

La Alhambra

La Alhambra

O dia começou bem cedo. Peguei o ônibus da linha LAC bem pertinho do hotel, que me deixou na Plaza Isabel la Catolica. E dela, peguei a linha C3 que me deixou na porta de Alhambra.

O passeio começou cedo porque programei a visita aos Palácios Nasridas (a única atração que requer agendamento dentro de Alhambra) logo para os primeiros horários. Não podia correr o risco de me atrasar – já que o horáro de entrada neles é rigorosamente respeitado.

Foi um passeio maravilhoso pela antiga fortaleza árabe da região, que possui basicamente 2 zonas: a Cidade Palatina (onde estão a Medina, os Palácios Nasridas e o Palácio de Carlos V) e a Cidade Fortificada (onde estão as torres de visualização e o Alcazaba).

E a visita ainda inclui a (não menos bela) vila anexa, que servia de pomar e retiro para os sultões de Granada – o Generalife.

O passeio a essas 2 atrações é imperdível e recomendo a todos que estão indo visitar a Andaluzia na Espanha. Vale cada centavo!

Pátio dos Leões

Pátio dos Leões

Palácio de Carlos V

Palácio de Carlos V

Alcazaba: a antiga fortaleza

Alcazaba: a antiga fortaleza

Generalife

Generalife

Há tanta coisa pra vermos lá em cima que precisei fazer um post a parte só sobre isso. E nele, ainda trago várias dicas de como fazer para programar essa visita e o exato itinerário (com horário e tudo mais) que fiz para que ele acontecesse.

Por isso, não deixe de conferir o meu Roteiro de visita a Alhambra: Dicas para se programar e o que ver por lá.

Pelo roteiro original, essa seria a única visita do dia. Se sobrasse tempo e eu não tivesse muito cansada, deixei em "stand-by" um passeio rápido pelo Sacromonte, o antigo bairro cigano de Granada, cujas casas estão situadas em cavernas.

Como precisei ir ao Albaicín nesse dia, acabei não visitando-o.

Se você não estiver com disposição de andar por lá, uma ótima opção de visita que representa bem o Sacromonte é assistir a um dos espetáculos noturnos de dança flamenca que acontecem nas cavernas do bairro – e onde é apresentada uma variante chamada zambra.

A origem dessa dança é controversa, mas acredita-se que ela venha da época dos mouros. O que se sabe mesmo é que a zambra era praticada nas cerimônias de casamento do povo cigano de Granada.

Eu estava bastante cansada nesse dia e acabei desanimando de assistir a algum deles. De qualquer forma, eu já tinha entradas para um show de flamenco em Sevilha. Dizem que não é exatamente a mesma dança, mas no fundo são bastante parecidas.

Pra quem quiser assistir a "zambra gitana" em Granada, há várias opções de lugares e os hotéis costumam ter ótimas referências para os hóspedes (alguns arrumam até o transfer que te leva pra lá e te busca depois).

Como chegar em Granada?

TREM – Granada tem uma pequena estação ferroviária, que fica mais ou menos próxima ao centro histórico.

Só que há um “porém”: essa estação está em obras atualmente, para a implantação de trilhos que comportem o trem de alta velocidade.

Por isso, quem estiver chegando (ou saindo) de Granada, tem que fazer uma baldeação de ônibus em outra cidade das redondezas.

A estação de Granada está funcionando parcialmente

A estação de Granada está funcionando parcialmente

Mas não se preocupe, pois é tudo super tranquilo.

Você compra a passagem para o trecho até Granada, normalmente. No dia da viagem, o trem de deixará na (pequena) estação da cidade de Antequera/Santa Ana e você será redirecionado a um ônibus fretado pela Renfe (a cia. ferroviária espanhola), que te levará até a estação ferroviária de Granada (uma viagem de 1h20). É tudo gratuito e bancado por eles.

E pra sair da cidade, é a mesma coisa. Pega o ônibus fretado em frente a estação de trem, que te deixa em Antequera/Santa Ana e de lá, você pega o trem para o seu destino final.

Mas uma coisa que achei bem desagradável: por causa desse improviso, a Renfe costuma liberar os horários dos trens em cima da hora. Eu tive que fechar a minha passagem pertinho do começo da viagem.

E ainda por cima, não há muitas opções de horários, de modo que quem quer programar algo com bastante antecedência, pode ter problemas pra “amarrar” um roteiro.

Foi numa dessa que quase deixei Córdoba de fora. Se não tivesse horário que me permitisse passar o dia por lá, eu nem teria ido. No fim, deu tudo certo, mas precisei chegar um pouco tarde em Granada (por volta de 22:00).

Até o fechamento deste post, as obras da estação de trem de Granada ainda não estavam concluídas (dizem as más línguas que tá pior que obra de igreja...).

CARRO – Quem adora uma roadtrip, também pode chegar em Granada de carro. Confira as opções de estacionamento que existe na cidade.

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ÔNIBUS – a Espanha possui uma rede rodoviária que atende a várias cidades do país.

Apesar de ser uma opção, você deve saber que a estação rodoviária de Granada fica um pouco distante do centro e provavelmente será necessário pegar um taxi até o seu hotel. Isso deve ser levado em consideração na hora de avaliar o custo-benefício.

Caso decida por ir de ônibus, a empresa que presta serviço é a ALSA.

Dicas importantes para seu planejamento de viagem à Espanha

Para não entrar em nenhuma roubada em sua viagem pelo país, não deixe de conferir nossas dicas de sobrevivência para quem vai à Espanha.

• Quer um roteiro completo pelo país? Então, não perca EM BREVE nossa sugestão de Roteiro de 15 dias pela Espanha e veja o que visitar por lá em 2 semanas de viagem.

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48 Comentários
  1. Helidea Lima

    Fernanda, temos algo em comum! A profissão e o gosto pelas viagens! Adorei seu post sobre Granada! infelizmente só o descobri agora que já estou na cidade. Me ajudaria muito no planejamento antecipado da viagem. Mas ainda assim me ajudou a selecionar os locais que vamos. Parabéns!
    Estou te seguindo no instagram com o meu – @viajarantesduranteedepois.
    Abraços,

    • Fernanda Rangel

      Oi, Helidea!
      Obrigada pelo elogio!
      Fico muito contente pelo post ter lhe ajudado.
      Eu adorei Granada. Achei aquela mistura de Espanha Medieval com Árabe encantadora. É uma delícia deixar-se perder por aquelas vielas do centro histórico e também do Albaicín. Passear por Alhambra então…
      Espero que sua estada tenha sido especial, minha colega! 😀
      Abs

  2. Luiza

    Olá, Fernanda! Td bem ? Estou indo para Espanha mês que vem e vi seu blog, muito bom! Estou me planejando por ele! Só uma dúvida, tenho poucos dias sobrando e já reservei Sevilha. Os palácios de Granada e Sevilha são parecidos? É que vi um comentário seu de que o Alcazar dê Sevilha é até mais interessante que o de Granada.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Luiza!
      Obrigada pelo elogio!
      Fico muito contente pelos posts estarem lhe sendo úteis. 😀
      Olha, os Palácios de Alhambra (Granada) são o grande protótipo da arquitetura mudéjar da Espanha. Depois deles, todo mundo copiou o estilo.
      Foi o caso do Alcazar de Sevilha, decorado depois dos de Alhambra e copiando o estilo arquitetônico deles. São bem parecidos, mas não iguais. E talvez por ter sido mais “recente” e por ser um palácio da Realeza Espanhola, ficou bem mais preservado que os palácios árabes de Granada, preservando inclusive, alguns vestígios das pinturas nas paredes rendilhadas.
      Em suma: se vc tem pouco tempo, dá pra ficar por Sevilha mesmo. Mas se a arquitetura árabe te encanta muito, eu tentaria um bate-volta de 1 dia pra Alhambra. Apesar de tudo, eles estão relativamente preservados e são tão lindos quanto o Alcazar de Sevilha.
      Abs

    • Solange

      Luiza,

      muito bacana suas dicas, planejo conhecer e adcionei com minhas ideias, pois meu roteiro e idêntico .Super valeu

  3. Sandra

    Bom dia Fernanda,
    Parabéns pelo site, muito didático e explicativo. Gostaria de te fazer uma pergunta. Estou viajando para Espanha em Janeiro e ficarei hospedada em Sevilha e Granada. Ao sair de Sevilha para Granada estou planejando pegar o trem AVE para Córdoba, visitar a cidade e depois, no final da tarde ir para Granada onde vou ficar por 3 dias. Vou estar de mala. Há lockers na rodoviária ou estação de trem em Córdoba? Acha esse planejamento viável? Ou seria mais interessante pegar um tour pra Córdoba e de lá pegar um ônibus pra Granada?

    • Fernanda Rangel

      Oi, Sandra!
      Obrigada pelo elogio!
      É viável, mas o problema é com relação aos lockers em Córdoba.
      Na época que eu fui, tinha a opção de deixar na rodoviária (que fica ao lado da estação de trem) ou numa loja em frente. O Vinícius Miranda (que tb escreve esse blog) visitou a Espanha em julho desse ano e me contou que a tal loja fechou e só há a opção dos lockers da rodoviária.
      Eu acabei usando o da rodoviária e achei os armários de lá um pouco pequenos para quem estiver com mala grande ou com mala tamanho M com extensor aberto…
      Se vc tiver com malas pequenas ou “magras”, dá pra deixar na rodoviária sem problemas. E te aconselharia chegar cedo, pois há poucos armários disponíveis.
      Outra coisa digna de nota é que ainda não há trem AVE até Granada ainda (eles estão fazendo obras pra implementa-lo). No momento, parte da viagem Córdoba > Granada está sendo feita de trem, e parte de ônibus (tudo incluso no bilhete e coordenado pela Renfe, a cia ferroviária espanhola).
      Contei um pouco sobre isso no meu post Roteiro de 2 dias em Granada na Espanha.
      Abs

  4. Fátima

    Olá! parabéns! muito didático, explicativo seu site. Tenho uma pergunta: Sou professora e tenho férias no mês todo de julho, seria um bom mês para viajar pra Granada?
    obrigada

    • Fernanda Rangel

      Oi, Fátima!
      Eu que agradeço o elogio! 😉
      Julho e agosto são os meses de alta temporada na Europa e a tendência é ter mais turistas, temperaturas mais altas e maiores preços pelas diárias de hotel. Seriam as desvantagens de se viajar pra lá nesse período.
      Mas, por outro lado, é a temporada que tem mais coisas abertas e funcionando. Geralmente tem algum evento rolando nas cidades.
      Acho que se você se programar direitinho e começar o dia cedo, dá para fugir um pouco das multidões.
      Abs

  5. Denise Estill

    Olá Fernanda,
    Ao preparar minha viagem para Granada encontrei seu roteiro e comentários. Me identifiquei com suas descrições e opiniões e fui dar uma olhada em suas dicas. Adorei!
    Tinha justamente 2 dias e segui suas orientações.
    O Hotel Leonardo continua muito bom e a cidade de Granada, incluindo Alhambra (indescritível!!!) é inesquecível.
    Parabéns e obrigada por compartilhar suas experiências. Ah, os dois dias estavam lindíssimos!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Denise!
      Eu que agradeço o elogio e o seu retorno!
      Fiquei muito contente pelo post ter sido útil para o seu planejamento. E por ter tido mais sorte com o tempo! 😀
      Alhambra é incrível mesmo. Aliás, a Andaluzia é maravilhosa de um modo geral, né?
      Abs

  6. Maristela

    Oi Fernanda…
    Tb compartilho com vc a profissão e o amor pelas viagens.
    E admiro o fato de vc ter conseguido conciliar com o blog. Meus amigos me pedem mas não me animo a escrever.
    Enfim…
    Estudo muito antes de viajar e seus posts tem sido maravilhosos. Muito agradecida. Minha viagem será em maio/junho por várias cidades da Espanha.
    Abs

    • Maristela

      Esqueci de dizer que tb compartilho “o gostar” pela serie “Isabel”. Assisti todinha e fiquei com mais vontade ainda de ir a Espanha. Claro que vou ter que ir onde está o tumulo do Gonzalo….rs

    • Fernanda Rangel

      Oi, Maristela!
      É verdade, não é fácil conciliar a medicina com o blog. Entrei nessa empreitada justamente porque muitos amigos me pediam dicas de viagem e a oportunidade apareceu quando o meu primo Rafael Miranda me convidou para escrever. Entre um paciente e outro, acabo conseguindo produzir alguma coisa.
      O bom é que a gente viaja 3 vezes: no planejamento, na viagem propriamente dita e depois escrevendo o blog. É muito bom, vc vai ver. Não desista! 😉
      A Espanha é maravilhosa. Tenho certeza que vc vai adorar.
      Grande abraço!

  7. Fernanda Souza

    Nossa Fernanda que post excelente, eu amei e vou aproveitar cada passo seu! Sempre faço milhões de pesquisas para cada cidade que vou e vc resumiu à perfeição Granada no seu post!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Fernanda!
      Obrigada pelo elogio! 😀
      Fico muito contente pelo post estar sendo útil para o seu planejamento.
      Tenho certeza que vc vai adorar Granada. Aliás, a Andaluzia é incrível.
      Abs

  8. Marcelo Albuquerque

    Olá Fernanda !
    Parabéns pelo detalhado relatório da sua viagem, está nos ajudando muito.
    Decidimos visitar Granada de última hora e já vi quer não há ingressos on-line disponíveis, exceto nas agências de viagem ou guias turísticos, com preços bem acima que o normal. Assim pergunto: Existem diferentes tickets de acesso a Alhambra. Quais ass melhores visitas? As imperdíveis !
    Obrigado e um abraço
    Marcelo

  9. Luciana

    Oi Fernanda , parabéns pelo roteiro.

    Este será o meu também . Ficarei dois dias em Granada e seguirei para Sevilla .

    Em Granada vc acha interessante o Granada Card?

    Vc tem o roteiro de Sevilla ?

    Muito obrigada , ótimas viagens .

  10. Geraldineli Azevedo

    Fernanda Rangel.
    Não sei se você lembra de mim, mas quando estive na costa Amalfitana, suas informações me foram muito úteis.
    Pretendo ir em Outubro próximo à Andaluzia e pergunto-lhe, se me permite, quantos dias inteiros devo permanecer em Sevilha, Granada, Córdoba e Ronda, considerando cada cidade separadamente ?
    Mais uma vez parabenizo-a pelo dom que você tem de transmitir suas informações para outros turistas e desde já muito obrigado.

    Geraldineli

    • Fernanda Rangel

      Oi, Geraldineli!
      Desculpe a demora pela resposta. E obrigada pelo elogio, mais uma vez!
      E lembro sim! Fico contente por estar planejando sua próxima viagem novamente conosco.
      Sevilha precisa de uns 2 dias, no mínimo. E é tão agradável, que aposto que sairá de lá arrependido de não ter ficado mais! Hehehe… Mas pra conhecer o essencial, 2 a 3 dias é o suficiente.
      Córdoba dá pra visitar em 1 dia. Ou como bate-volta de Sevilha, ou no caminho entre Madri e Sevilha.
      Granada, como assinalei no post, dá pra fazer em 2 dias: um pra cidade, 1 pra Alhambra.
      Ronda não visitei. Não saberia te dizer quanto tempo seria necessário por lá.
      Não sei se vc já deu um giro pelo blog, mas vou listar abaixo os posts que poderão te esclarecer mais sobre cada um desses destinos.
      Grande abraço!
      Roteiro de 2 Dias em Sevilha na Espanha
      Roteiro de 1 Dia em Córdoba na Espanha
      Roteiro de 15 Dias pela Espanha
      Dicas de Sobrevivência Para Quem Vai à Espanha

  11. Geraldineli Azevedo

    Oi Fernanda Rangel.

    Suas informações como sempre são valiosíssimas para planejar uma viagem por conta própria, pois os tours comerciais são muito corridos e você só vê o essencial.
    Importante a sua informação sobre o “bate-volta” de Sevilha para conhecer Córdoba e não ter que trocar de hotel.

    Mais uma vez o meu muito obrigado e darei notícias.

    Geraldineli

  12. Edmir Junior EDJr

    Olá Fernanda. Adorei seu roteiro e imagens, ajudou muito na elaboração do nosso roteiro em Granada, onde eu e minha estaremos agora, dia 20/05/19.
    Somente fiquei com uma dúvida que não consegui achar resposta: eu consegui comprar Dobla de Oro e reservar o Palácio Násridas para dia 21/05 horário das 17h. Como você disse que o resto do complexo é livre, sem precisar de horário e pelo fato do local ser grande e uma visita lá leva algumas horas, eu estava pensando em ir umas 11h para Alhambra e visitar o Generalife e Alcazaba e tudo mais por lá e deixar para as 17h para entrar ao Palácio Nazaríes e aproveitar como última parte da minha visita. Eu posso fazer assim, dá certo? Ou existe um roteiro definido que deve ser seguido?
    E existe um tempo determinado para a visita o Palácio Násridas, tipo duração de 01 hora ou uma vez dentro, podemos ficar quanto tempo quisermos?

    Valeu, agradeço mesmo se puder nos ajudar!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Edmir!
      Desculpe a demora pela resposta. E obrigada pelo elogio!
      Dá certo sim. Nessa época (maio), os palácios ficam abertos até 20h, ou seja, vc terá até no máximo 3h para visitá-los. Só fique de olho no relógio, para poder chegar lá na entrada com antecedência. Uns 20 min antes já é o suficiente.
      Não há um tempo pré-determinado para estar dentro dos palácios. A visita é livre e cada um faz no seu próprio ritmo. Só tem que atentar que, em maio, eles vão fechar às 20h. Como vc entrará às 17h, então terá no máximo 3h para essa visita.
      Abs

  13. GERALDINELI AZEVEDO

    Oi Fernanda Ragel.

    Eu de novo.
    Pretendo em outubro fazer um “bate-volta” de Sevilha à Málaga ou Cadiz. Conhece alguma destas cidades , para ajudar-me na escolha ? Ou poderia dizer-me, na sua opinião, caso não as conheça, qual a mais indicada ?

    Mais uma vez muitíssimo obrigado.

  14. DELMA

    Tenho intenção de fazer algumas viagens de trem pelo sul. Porém, não gosto de viajar de costas (gosto de viajar sempre sentido que o trem anda). Como escolher o assento? Como você me orienta ir de Madid a Granada? Vi que não tem trem e ônibus leva quase 5 horas de viagem.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Delma!
      Desculpe a demora pela resposta.
      Infelizmente, quando compramos a passagem online, é a RENFE (cia ferroviária espanhola) que escolhe os assentos. Pelo menos na época que comprei, não tinha a opção de escolher se queria alguma poltrona de frente ou de costas.
      Alguns trens eram tipo um ônibus, em que temos duas fileiras de poltronas duplas e um corredor no meio. Mas tinham outros em que eram 4 poltronas no entorno de uma mesinha (2 de frente, 2 de costas).
      Se vc estiver viajando sozinha ou em dupla, talvez o sistema coloque vc numa poltrona dupla de frente. Mas não dá pra ter certeza…
      Outra opção é deixar pra comprar a passagem lá. É um risco, mas pelo menos, vc pode pedir pro atendente do guichê escolher a poltrona melhor pro seu caso.
      Abs

  15. Lidia

    Oi Fernanda, adorei seu blog e suas dias para visitar Granada. Você também tem o que visitou em Sevilla e onde se hospedou? Bjs Lídia

    • Lidia

      Acabei de encontrar seu roteiro para Sevilla. Adoro seus roteiros, estarei indo en Julho para lá!!! Bjs Lídia

      • Fernanda Rangel

        Oi, Lidia!
        Obrigada pelo elogio!
        Fico muito contente pelos posts estarem lhe sendo úteis.
        A Espanha é um país maravilhoso. me surpreendeu positivamente em tudo. A Andaluzia então… É mágica!
        Adorei Granada, mas Sevilha tem um lugar cativo na minha lista de preferências.
        Uma excelente viagem pra vc!
        Bjs

  16. Tatiana

    Oi Fe, tudo bem?!
    Você já me ajudou muito com dicas para minha viagem pra Itália no ano passado e agora já está me ajudando bastante no planejamento da minha viagem pra Espanha que vai acontecer no final de agosto e começo de setembro. Seu blog é fantástico!
    Gostaria de sua opinião sobre a parte de Granada. Penso em chegar de ônibus na noite do dia 04/09 (19h30) vindo de Córdoba; em 05/09 penso em conhecer o centro histórico, Sacromonte e Albaicín; e em 06/09 quero conhecer Alhambra e partir da cidade no ônibus das 18h30 para Sevilha. Você acha que conseguirei conhecer tudo em Alhambra, voltar para o hotel, pegar a mala e ir para a rodoviária a tempo de pegar o ônibus?! Ficará muito corrido?! Qual horário sugere para que eu agende os palácios?! Pensei em chegar em Alhambra no horário de abertura às 8h30 e agendar os palácios para às 12h30 ou 13h. Será que dá tempo?! Pensei também em me hospedar próximo a Plaza Nueva onde tem várias linhas de ônibus, certo?!
    Agradeço muito se puder me ajudar!
    Um abraço!
    Tatiana.
    OBS. No meu roteiro na Espanha estou considerando 3,5 dias em Madri sendo que em um deles quero fazer um bate e volta para Toledo, Ávila ou Segóvia (não sei qual cidade ainda, rs); 3,5 dias em Barcelona sendo que em um deles quero fazer um bate e volta para Montserrat; 1,5 dias em Córdoba; 2 dias em Granada; 3 dias em Sevilha; e 1 dia em Pueblos Blancos e Ronda (acho que vou fazer um tour com agência, mas pernoitar em Ronda e voltar de trem direto para Madri no dia seguinte chegando em lá por volta das 14h). Ainda terei o resto desse dia como chorinho em Madri e no dia seguinte cedinho embarcarei de volta para o Brasil. Penso em fazer os trechos de trem, com exceção apenas a ida e volta para Granada que será de ônibus. O que vc acha disso tudo?! Alguma sugestão diferente?! Suas dicas são sempre muito valiosas!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Tati!
      Desculpe a demora pela resposta. E obrigada pelo elogio!
      Fiquei muito contente de saber que o blog continua ajudando seus planejamentos de viagem.
      Vamos lá…
      1) Do seu roteiro em Granada, acho que dá tempo sim. Chegue a Alhambra logo na hora de abrir e programe a visita aos Palácios Nasridas logo pros primeiros horários. Pq aí vc fica livre depois pra conhecer o resto do complexo, até dar a hora de ir embora. A única visita de hora marcada é para os palácios, o restante é livre. Eu me livraria logo do “compromisso” no começo. Até pq, os palácios são a grande atração de Alhambra e perde-se horas lá dentro facilmente. E sem perceber! Se fizer mais tarde, vc vai acabar ficando preocupada com a hora de ir embora e não vai aproveitar direito essa atração.
      2) O ônibus que vai pra Alhambra sai da Plaza Isabel la Catolica, e não da Plaza Nueva. Mas elas ficam perto uma da outra e dá pra ir a pé tranquilamente.
      3) Acho muito corrido fazer Madri + 1 bate-volta em 3 dias e meio. A menos que vc não faça questão de ir a museus. Mas levando em consideração a visita ao Palácio Real de Madri (imperdível!), visita ao centro histórico, ao Parque El Retiro, Templo de Debod e etc… Teria que ter, pelo menos, uns 3 dias. Se vc terá um restinho de dia em Madri, no final da viagem, então talvez consiga fazer 2 dias e meio na ida, 1 dia de bate-volta e um meio dia em Madri na volta. Programando direitinho, acho que dá sim. Mas se tiver que visitar museus, acho corrido.
      4) Entre as 3 cidades do bate-volta, só visitei Toledo – e AMEI. Aliás, é o principal bate-volta de Madri. O meu primo Vinícius Miranda (que escreve o blog tb) fez um post sobre Segóvia e escreveu um post sobre a visita. Ele tb visitou Ávila tem cerca de 1 mês – e deverá publicar um artigo em breve.
      5) De novo: 3 dias e meio para Barcelona é muito pouco. Ainda mais com bate-volta envolvido. Todas as atrações de Gaudí são válidas de serem visitadas por dentro e vão exigir vários dias (e horas) pra visitar. Mas tb vai da preferência de cada um. No meu caso, eu preferi priorizar Barcelona, visitando todas as atrações que ela tinha de mais interessante, a meu ver. Eu preferi conhecer a cidade o máximo possível, do que conhecer superficialmente pra poder encaixar um bate-volta. Mas tem gente que prefere fazer um tour mais sucinto em Barcelona, para incluir Montserrat – que me parece incrível. Não tem certo ou errado. Vai do estilo de cada um.
      6) Córdoba dá pra visitar em apenas 1 dia, mas eu gostei tanto que teria pernoitado por lá. Por isso, acho 1 dia e meio super válido.
      7) Não visitei Pueblos Blancos e Ronda. Não saberia te dar mais informações sobre eles.
      Abs

  17. GERALDINELI AZEVEDO

    Oi Fernanda Rangel.
    Eu de novo.
    Já estou com a passagem aérea comprada para Sevilha dia 08 de outubro próximo e pergunto-lhe, por favor;
    Há necessidade de comprar antecipadamente pela Internet os ingressos para a Mesquita, em Córdoba; a Alhambra em Granada e o Alcazar, a Catedral e La Casa Del Flamenco (Auditório Alcântara), estas últimas em Sevilha ? Com que antecedência ?
    E quanto às Passagens de Trem, você acha que há necessidade de comprá-las antecipadamente pela Internet ? Com que antecedência ?
    Ficarei 4 (quatro) dias inteiros em Sevilha e 2 (dois) dias inteiros mais meio-dia em Granada; parece-lhe que está bom ?
    Desde já muitíssimo obrigado por sua atenção e mais uma vez parabéns pelo dom que você tem de transmitir seus conhecimentos a outros turistas.
    Geraldineli

    • Fernanda Rangel

      Olá, Geraldineli!
      Desculpe a demora pela resposta!
      Vamos lá…
      1) A Mesquita de Córdoba comprei lá na horam, sem problemas. Alhambra eu comprei com antecedência (altamente recomendado, pois a visita aos Palácios Nasridas é feito com hora marcada). Tb aconselho comprar o ingresso pro Alcázar de Sevilha com antecedência (muita procura e muitas filas, melhor marcar a hora de entrar), e tb para o show de flamenco do Auditório Alcântara (o lugar é pequeno e não tem muitos lugares. A Catedral de Sevilha tb comprei online, para tentar fugir das filas (entrei imediatamente por uma porta exclusiva para quem adquiriu com antecedência).
      2) Comprei as passagens de trem todas pela internet, através do site da Renfe (a cia ferroviária espanhola). Preferi garantir os deslocamentos e aproveitei o fato de que, se comprado com anteced~encia, garantimos as melhores tarifas.
      3) 4 dias em Sevilha é muito pra visitar suas atrações. Mas a cidade é tão agradável, que eu ficaria facilmente esses 4 dias por lá. 😀 Nem que fosse para fazer um bate-volta pras redondezas e voltar no final do dia para curtir Sevilha à noite. Já 2 dias e meio para Granada é o suficiente.
      Grande abraço!

  18. GERALDINELI AZEVEDO

    Oi Fernanda Rangel.
    Perdoe-me por incomodá-la mais uma vez.
    Como já disse, em outubro próximo viajarei para a Andaluzía. Hoje fiz a compra do ingresso pela Internet para a Alhambra em Granada, para o dia 17/10, às 08:30h, o que foi muito fácil.
    Quanto à Sevilha, há um problema em comprar o ingresso pela Internet para o Alcazar, pois só vendem 2 (dois) dias antes, o que dificulta muito.
    Por todas estas dúvidas, permito-me perguntar-lhe o seguinte:
    1 – Dá para visitar a Catedral de Sevilha e o Alcazar no mesmo dia, já que estão próximos um do outro, ou fica muito apertado ?
    2 – Por suas descrições, você só comprou o ingresso para a Catedral de Sevilha, mas não comprou para o Alcazar. Foi isso mesmo ?
    3 – Qual seria, na sua opinião, o melhor horário para visitar o Alcazar de Sevilha sem ter adquirido antes o ingresso pala Internet ?
    Desde já muitíssimo obrigado e parabéns pelo dom que você tem de transmitir suas experiências para outros turistas.
    Consultei vários Blogs, como fiz há 4 ou 5 anos quando visitei Sorrento e a Costa Amalfitana, mas o seu Blog é sempre mais completo e melhor ilustrado.
    Geraldineli

    • Fernanda Rangel

      Oi, Geraldineli!
      Vamos lá…
      1 – Dá tranquilo sim. Eu preferi fazer em dias separados porque segui uma dica que tinham me dado, de que era “muita informação” para um dia só. Mas hj digo que isso vai do estilo de cada um. Dá pra fazer os 2 num mesmo dia sim, sem problemas.
      2 – Comprei ingresso para as 2 atrações com antecedência. O do Alcázar, inclusive, foi com hora marcada. Agendei a entrada para o primeiro horário, onde peguei a atração mais vazia. Mas essa informação de que só vendem com 2 dias de antecedência é nova. Quando fui, comprei uns 2 meses antes…
      3 – Se eu não tivesse comprado o ingresso antes, eu apareceria lá logo na hora da abertura. Quanto mais tarde, mais cheio e a probabilidade de encontrar filas é maior. Sempre segui esse esquema e (quase) sempre deu certo. Mas o garantido MESMO é tentar comprar com antecedência.
      E continuo contente pelo nosso blog estar ajudando nos seus planejamentos de viagem! 😉
      Abs

  19. GERALDINELI AZEVEDO

    Oi Fernanda Rangel

    Mais uma:
    Sou aposentado (jubilado, em espanhol) e tenho mais de 65 anos e neste caso, teria direito à entrada com preço reduzido para o Alcazar de Sevilha, ou isso se aplicaria somente aos espanhóis ?
    Grato
    Geraldineli

  20. Geraldineli de Azevedo

    Oi Fernanda Rangel.

    Não encontro o “site” oficial para comprar os ingressos antecipadamente para visitar a Catedral e a Capela Real, em Granada.
    Poderia informar-me, por favor,.

    Grato mais uma vez.

  21. Geraldineli Azevedo

    Oi Fernanda Rangel.

    Por mais que tente, não consigo finalizar a compra antecipada para visitar o Alcazar em Sevilha.
    Você teria alguma sugestão ?

    Grato mais uma vez.
    Geraldineli

  22. Andrea santa rosa

    Ola Fernanda

    Acabei de fazer seu roteiro em Granada, com um detalhe, sem chuva! Foi simplesmente fantástico! Parabens pelas dicas maravilhosas

    • Fernanda Rangel

      Oi, Andrea!
      Obrigada pelo elogio!
      Fiquei muito contente pelo post ter lhe servido de guia e ter ajudado a sua visita.
      Granada é encantadora mesmo, assim como a Andaluzia em geral. Eu tb achei fantástica!
      Grande abraço!

  23. GERALDINELI AZEVEDO

    Oi Fernanda Rangel.
    Venho de regressar da minha viagem à região de Andaluzía, na Espanha, e como da vez anterior há alguns anos quando visitei Sorrento e Costa Amalfitana, na Itália, as suas informações foram importantíssimas para mim.

    SEVILHA:

    Comprei na igreja do Divino Salvador os ingressos para a Catedral e a Giralda, sem enfrentar filas. Já para visitar o Alcazar tive que comprar um tour local, cuja guia foi muito boa, mas não foi possível visitar o “Cuarto Real Alto”, na parte superior.
    Visitei o interior do Ayuntamento, a Prefeitura local, que é belíssimo, sendo que a visita guiada dura 1h30m (4 Euros), bem ao lado da Plaza Nueva, ponto final do Tranvía. Visitei a Igreja do Divino Salvador, em estilo barroco, linda e riquíssima, além de muitas outras que pude visitar. A Catedral é suntuosa, com o túmulo de Cristóvão Colombo. Aliás, soube em Sevilha e Granada que Cristóvão Colombo morreu sem saber que havia descoberto a América, pois ele pensava que havia descoberto o caminho para as Índias, que era o seu objetivo.
    Assisti a uma bela apresentação de flamenco na “Cuna Del Flamenco” (20 Euros), que recomendo, na Calle Cuna, e bem próximo visitei também o “Palácio de la Condesa de Lebrija ( 12 Euros ), uma visita guiada com 1 hora de duração, que vale a pena, ambos muito próximos à Igreja do Divino Salvador. A Plaza de Espanha, como você bem salientou é simplesmente maravilhosa e tem que ser visitada. Gostei tanto que a visitei duas vezes.
    De Sevilha fiz um “bate-volta” de trem à Córdoba, visitando a Catedral-Mesquita, com seus arcos internos maravilhosos, uma verdadeira floresta de arcos, sendo imenso o seu interior, além de percorrer o Centro Histórico em um tour a pé, que contratei na hora e foi muito bom (5 Euros).
    Outro “bate-volta” interessante de ônibus a partir de Sevilha foi à Málaga, pela empresa ALSA (escolher os horários com os ônibus “Supra” que embora um pouco mais caros, são muito melhores, sendo que todos tem banheiro. Málaga é uma bela cidade com uma avenida muito bem arborizada e urbanizada à beira mar, além do Centro Histórico, onde está situada a Catedral.
    Fui ainda à Ronda, comprando um tour no hotel em Sevilha para voltar no mesmo dia, também muito proveitoso, sendo que em Ronda peguei um taxi e fui visitar o “pueblo” de “Setenil de Las Bodegas”, cerca de 20 Km de distância, curiosíssimo, por ter suas casas coladas às rochas, em sua maioria bares e restaurantes, chegando mesmo a ter uma rua coberta pela rocha, como se fosse um túnel; penso que é um “pueblo” único, que atrai milhares de turistas.
    Em Sevilha, hospedei-me no Hotel Las Casas de Los Mercaderes, no Centro Histórico (Casco Antiguo) perto de tudo, o que facilitou-me bastante.

    GRANADA:

    Seguindo ainda suas sugestões fui ao Centro Histórico, visitando a Catedral e a Capilla Real, onde está o túmulo da Rainha Isabel, a Católica e seu marido, indo até à Igreja de San Juan de Diós em estilo barroco, riquíssima e por você indicada, que foi uma experiência maravilhosa.
    Muito interessante também foi passear pela Carrera Del Darro, com suas ruas muito estreitas, onde você tem que se encostar nas paredes dos prédios para os carros passarem, até o alegre Paseo de Los Tristes, com muitos restaurante, à beira do rio Darro.
    Na Plaza Nueva peguei um taxi (4 Euros) e subi até o bairro de Sacromonte, onde assisti a um belo espetáculo de Flamenco Cigano (Flamenco Gitano), na casa “Los Tarantos”, que fica numa caverna onde o show é apresentado. Uma experiência única, que recomendo. Voltei de taxi à Plaza Nueva (6 Euros).
    Estive no Mirador San Nicolás, que para minha sorte não estava cheio, e também fui visitar a Mesquita Mayor de Granada, por você indicada de onde se tem uma bela vista da Allambra. Bem próximo visitei a “Carmen” Museu Marx Moreau, aberta ao público, com belos jardins e cômodos internos e, o mais importante, grátis.
    A LAMENTAR o fato de ter feito a minha compra pela Internet para visitar o Palácio Nazáries, na Allambra, para 08:30h do dia 17/10/2019, e por ser Granada muito fria pela manhã e à noite, naquele dia e horário, a temperatura era de 6 graus Celcius positivos, sendo que dentro do Palácio seria ainda mais frio e considerando a minha idade, o risco de contrair Pneumonia era bem grande, o que fez-me desistir, voltando às 14h do mesmo dia e tentado trocar o bilhete para a parte da tarde, o que não foi possível. Tentei comprar na hora outro ingresso, mas estava esgotado não só para aquele dia, mas também para o dia seguinte. Foi muito duro ir de tão longe, chegar tão perto e não poder visitar o Palácio de Nazáries. Aconselho as pessoas a reservarem suas entradas para a o início da parte da tarde e não pela manhã, por ser muito frio, pelo menos no dia em fui:17/10/2019.
    Tanto em Granada quanto em Sevilha, as pessoas maiores de 65 anos tem direito a uma redução nos preços de entrada em alguns locais, mas nem todos, bastando apresentar o Passaporte, que nem sempre foi exigido.
    Em Granada hospedei-me no Hotel Inglaterra, bem próximo à Catedral, à Plaza Nueva e demais atrações.
    Tive muita sorte, pois não peguei nenhum dia de chuva, tanto em Granada quanto em Sevilha e demais cidades visitadas nos “bate-voltas”.
    Mais uma vez parabenizo-a pelo dom que você tem de transmitir seus conhecimentos para outros turistas, e grato por suas informações, que mais uma vez ajudaram-me muito.

    Geraldineli Azevedo.

  24. ana Boer

    ola
    lendo seu comentário sobre o Altar da Catedarl de Granada…..este espetácuo faz parte do tour guiado?
    obrigada

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