Roteiro de 3 Dias em Amsterdam na Holanda

Está planejando uma viagem à Amsterdam? Então não perca essa sugestão de roteiro feita por quem já esteve por lá e confira todas as dicas, fotos e relatos dessa visita.

Amsterdam

Amsterdam

Há tempos eu vinha “namorando” a ideia de fazer uma visita a Amsterdam em uma das minhas idas à Europa. Mas na hora H acabava optando por ir a outro lugar e a capital holandesa ia ficando sempre pra depois.

Eu tinha uma imagem de que era uma cidade meio pra aventureiros ou pra quem só quer badalação. Não que eu também não goste disso, mas quando você já está na casa dos 30 e muitos, esse não é mais o tipo de viagem que você morre de vontade de fazer...

Mas por outro lado, é uma das cidades mais visitadas da Europa. E eu, que sou apaixonada pelo continente, não podia deixar de ir até lá um dia.

Pus fim a esse enrolo em Abril de 2015, quando decidi incluir Amsterdam na "Eurotrip" que eu já vinha sonhando fazer há tempos e que finalmente consegui realizar.

E o resultado: eu AMEI Amsterdam!

Não sei como pude achar que ela seria um destino “pra ficar pra depois”! É uma cidade linda, agradável, alegre e encantadora. Ela não tem nada a ver com aquilo que eu pensava. É um daqueles lugares que a gente visita e vai embora morrendo de pena de estar indo.

Neste post, trago uma sugestão de roteiro de 3 dias em Amsterdam que, depois de ter voltado de lá, julgo ser o mínimo ideal para conhecer a cidade.

Ele é bem parecido com o que eu fiz, mas não exatamente igual, porque cometi o erro de reservar apenas 2 dias para a capital holandesa (o que é pouco) e também porque tive contratempos que me obrigaram a mudar a ordem do roteiro original (que acabou ficando um pouco bagunçado pra indica-lo aqui).

Agora... Se o seu objetivo é fazer uma visita panorâmica e conhecer apenas o essencial da cidade, aí dá pra fazer em 2 dias. Mas aposto que vai voltar tão encantado(a) pela cidade, que acabará se arrependendo de ter ficado tão pouco.

O objetivo principal aqui é trazer dicas importantes para o seu planejamento (todas baseadas na minha experiência de visita), assim como uma sugestão de o que fazer em Amsterdam.

Dica de hotel em Amsterdam

Onde fiquei hospedada? NH Amsterdam City Centre

O hotel era bom? Muito bom. Boas instalações, bom atendimento, possui elevador e o wi-fi é grátis (e ótimo). Minha diária não tinha café da manhã.

A região do hotel era boa? Excelente. Bem pertinho da Praça Spui e do Mercado das Flores. Comércio próximo, vários pontos de Tram (bonde) no entorno. Bem movimentado à noite, com restaurantes e bares na mesma rua, que não atrapalhavam em nada o silêncio no hotel.

DIA 1 – Casa de Anne Frank, Westerkerk, Dam, Oude Kerk, Red Light District, Magere Brug, Rembrandtplein

Vamos começar com a visita a uma das atrações mais famosas e procuradas de Amsterdam: a Casa de Anne Frank.

Casa de Anne Frank

Casa de Anne Frank

De frente pra um dos anéis de canais da cidade e próximo ao bairro conhecido como Jordaan, o edifício abrigava o esconderijo em que a menina judia, sua família e alguns amigos ficaram refugiados por 2 anos, até acabarem sendo descobertos pelos nazistas.

Foi lá, inclusive, que Anne Frank escreveu seu famoso diário.

A visita consiste no passeio pelos cômodos do edifício original (incluindo o anexo secreto), onde há a exposição de objetos ligados a todas as pessoas envolvidas na história, vídeos de depoimentos e, protegido por uma redoma de vidro, o diário de Anne Frank original.

A visita dura em torno de 1 hora. E é um passeio incrível, mas que depende de certos macetes para que dê certo. Se eles não forem seguidos, a sua visita pode tornar-se um verdadeiro “programa de índio”.

Caso pretenda ir à atração, aconselho não deixar de conferir o post em que trago 5 dicas para quem vai visitar a Casa de Anne Frank.

Saindo de lá, dê uma passadinha na igreja que há ao lado, que é uma das mais famosas da cidade: a Westerkerk.

Por dentro ela possui pouquíssimos detalhes decorativos (comum nas igrejas protestantes – a religião predominante na Holanda). Dizem que lá está enterrado o famoso pintor holandês Rembrandt, mas em qual lugar especificamente... Só Deus sabe!

Westerkerk (esq) e o topo da torre Westertoren (dir)

Westerkerk (esq) e o topo da torre Westertoren (dir)

Por fora é mais bonita, principalmente a sua torre de 85 metros chamada Westertoren – a mais alta de Amsterdam. No topo, encontramos a Coroa Habsburgo, um presente dado pela lendária dinastia austríaca à Holanda.

É possível subir a torre (186 degraus) entre abril e setembro, mas só com guia. É um passeio pago (o ingresso custa € 7,50).

Saindo da igreja, vire na Raadhuisstraat. Perto da esquina, note a presença de uma pequena estátua de bronze. Trata-se de uma homenagem à Anne Frank – de gosto duvidoso, na minha opinião...

Continuando pela Raadhuisstraat chegaremos à principal praça da cidade: a Dam.

Na época da minha visita, havia um parque de diversões instalado lá, cheio de barraquinhas e brinquedos.

A princípio, confesso ter preferido vê-la sem tanta informação. Mas por outro lado, a roda gigante que estava lá temporariamente, proporcionou-me esta perspectiva de Amsterdam:

Vista de Amsterdam da roda gigante na Praça Dam

Vista de Amsterdam da roda gigante na Praça Dam

A ampla praça – que já foi uma represa do Rio Amstel – possui 3 destaques interessantes a serem visitados:

Koninklijk Palace – na extremidade oeste da praça, o edifício já foi a prefeitura de Amsterdam e hoje é um local para recepções oficiais da Família Real Holandesa: os Orange-Nassau. É possível visita-lo por dentro. Confira as informações sobre preço do ingresso e também o horário de abertura.

Nieuwe Kerk – outra igreja importante de Amsterdam. Também pouco decorativa, possui como destaque seus belíssimos vitrais. A visita é paga, mas dá pra entrar e visualizar parte dela de graça. Confira as informações sobre a visita.

Nationaal Monument – o lado leste da praça possui um monumento em homenagem aos holandeses mortos na 2ª Guerra Mundial – representado por um obelisco de 22 metros de altura, cheio de esculturas nele e ao redor. Rende uma das fotos tradicionais tiradas por quem visita a cidade.

Koninklijk Palace -- Nieuwe Kerk -- Nationaal Monument

Koninklijk Palace -- Nieuwe Kerk -- Nationaal Monument

Há outros 2 destaques por lá, que também podem agradar ao turista: a filial holandesa do Museu de Cera Madame Tussauds e também a loja de departamentos De Bijenkorf, que é tipo um shopping de grife no estilo da Galleries Lafayette de Paris ou da Harrods de Londres.

Depois da visita, siga caminhando pela Damrak - uma das avenidas mais famosas de Amsterdam, que liga a Praça Dam à estação ferroviária.

Nela encontramos muitas lojas, restaurantes, casa de câmbio, museus e uma horda de turistas.

O que mais chama a atenção é a variedade de lojas de souvenir que tem nessa rua. E elas vendem de tudo: camisetas, casacos, canecas, imãs, chaveiros, descanso para pratos, bibelôs, canetas, artigos de porcelana branco e azul (tradicional na Holanda)... Tem até pantufas de pelúcia imitando um tamanco holandês.

Alguns souvenirs (esq) e a tradicional foto do tamancão (dir)

Alguns souvenirs (esq) e a tradicional foto do tamancão (dir)

Aliás, os temas dos souvenires variam desde estampas de tulipas, bicicletas, moinhos e tamancos até alguns inusitados, como um cigarro de maconha, mulheres nuas e daí por diante... A cara de uma cidade que é famosa por ser liberal.

Aproveite para tirar uma foto com o famoso tamancão holandês nas lojas da Damrak. Rende uma das fotos mais tradicionais da visita à Holanda.

É verdade que a Damrak é perigosa?

Honestamente... Achei muito tranquilo. Passei por ali várias vezes e não presenciei nenhuma intercorrência.

Dizem que na Damrak costuma ter muitos “batedores de carteira”, o que a tornaria um local a ser evitado. Eu diria que isso já era de se esperar, graças à quantidade de estabelecimentos voltados para turistas nesta rua.

DICA: Por via das dúvidas, fique de olho vivo nos seus pertences e evite andar com objetos de grande valor ou deixa-los aparentes. Não sei se felizmente ou infelizmente, muitos brasileiros estão acostumados a se prevenir contra esse tipo de assalto. Por isso, não deixe esses cuidados em casa.

A Damrak termina em frente à belíssima estação de trem Amsterdam Centraal.

Estação Amsterdam Centraal

Estação Amsterdam Centraal

Em estilo neogótico, o prédio foi inaugurado em 1889 e possui uma fachada de tijolos e esculturas decorativas, que retratam o comércio marítimo (Amsterdam era um famoso porto na Idade Média).

DICA: Não deixe de reparar o incrível estacionamento de bicicletas que há a esquerda de quem está de frente pra estação.

Há uma quantidade tão inacreditável de “magrelas” paradas ali, que até hoje não consigo entender como é que os holandeses não as perdem no meio daquele mafuá! Se eu colocasse uma ali, juro que não encontrava nunca mais.

O incrível (e lotado) estacionamento de bicicletas

O incrível (e lotado) estacionamento de bicicletas

Continuando o passeio, siga pela Prins Hendrikkade e dê uma entrada rápida na igreja em destaque ali: a Sint-Nicolaaskerk – dedicada a São Nicolau (padroeiro dos marinheiros e ícone de Amsterdam).

Sua fachada chama atenção pelas altas torres, que dominam o horizonte do local. E no interior, destaque para a cúpula, os vitrais e os afrescos das paredes.

Continue pela mesma rua até encontrar uma grande e estranha torre medieval, que é metade reta, metade redonda e com um pico triangular em cima – a Schreierstoren. Era uma das diversas torres da antiga muralha que envolvia Amsterdam na Idade Média.

Sint-Nicolaaskerk (esq) e Schreierstoren (dir)

Sint-Nicolaaskerk (esq) e Schreierstoren (dir)

Ela marca o início da parte antiga da cidade, conhecida como Oude Zijde.

À partir desta torre, siga para dentro do bairro até chegar à próxima atração do dia, que é a igreja mais antiga de Amsterdam: a Oude Kerk.

Oude Kerk

Oude Kerk

O enorme e medieval edifício redondo tem como maiores destaques os vitrais e o belo órgão.

A entrada é paga, assim como a subida na torre, de onde temos uma bela vista de Amsterdam.

Confira todas as informações para visitar a Oude Kerk.

A igreja é uma espécie de oásis de calmaria dentro de um bairro que é mundialmente famoso por abrigar o Red Light District.

Em várias casas do entorno estão as lendárias "vitrines" com prostitutas, que ficam ali em exposição vestindo geralmente uma lingerie, esperando pelos clientes.

E tem pra todos os gostos: magra, gorda, negra, branca, ruiva, loira, morena, bonita, feia, jovem, coroa...

Por mais que a gente já chegue lá sabendo como a coisa funciona, é sempre mais bizarro ver aquilo ao vivo e a cores. E tudo ocorre em plena luz do dia, na frente de todo mundo – o cara chega lá, mostra interesse por uma das profissionais, que por sua vez abre a porta pro cidadão entrar e fecha as cortinas da vitrine em seguida. Simples assim.

Mas não é perigoso andar pelo Red Light District ?

Olha... Passei por lá no meio de uma tarde e achei tranquilo. Diria até que é mais “família” do que as pessoas imaginam, porque você encontra casal de velhinhos, famílias inteiras e muitos turistas perambulando pelo local – que é de fato uma atração turística de Amsterdam. Mas imagino que, à noite, a barra deva ser mais pesada.

Outra coisa importante: não pode fotografar as prostitutas. A gente fica na tentação de registrar aquela visita, mas reza a lenda que se os cafetões virem alguém fazendo isso, dá uma confusão danada. Não é bom arriscar, né?! Guarde essa “visita histórica” apenas na sua memória e pronto.

DICA: Em homenagem às prostitutas do local, aos pés da Oude Kerk foram colocadas 2 esculturas que você não pode deixar de reparar (e essas sim pode fotografar):

• A estátua de bronze conhecida como Belle, feita em 2007, retratando uma mulher curvilínea, de minissaia e com o busto de fora;

• Uma placa de bronze colocada na calçada por um artista anônimo, que retrata uma mão segurando um seio.

Belle (esq) e a "mão no seio" (dir)

Belle (esq) e a "mão no seio" (dir)

Seguindo para a parte leste do bairro, logo você chegará à praça principal, chamada Nieuwmarkt.

O Waag na Nieuwmarkt

O Waag na Nieuwmarkt

Em outras épocas, funcionava um mercado na praça, mas hoje há uma feira eventual no local. Quando visitei, havia outro parque de diversões.

Um dos destaques da praça é o Waag, uma construção parecida com um castelo medieval com torres, que era o portão de entrada para a Amsterdam da Idade Média. Já foi de tudo um pouco (casa de pesagens, local de execuções e etc), mas hoje abriga um restaurante e um quartel.

Seguindo em frente pela Sint Antoniesbreestraat e cruzando a Waterlooplein, logo você chegará às margens do Rio Amstel.

Parece que você está diante de um dos canais de Amsterdam, mas nesse caso trata-se do rio que corta a cidade e que ajudou a dar o nome a ela (Amsterdam deriva de Amstel, que é o nome do rio, e Dam, que significa "dique").

Há um movimento danado de embarcações por ali, o que dá um ar bastante vivo àquele local.

Rio Amstel

Rio Amstel

Da Blauwbrug (ou “Ponte Azul” – que tem esse nome graças ao fato da versão anterior de madeira ter sido famosa por ser pintada de azul), avistamos outro cartão-postal de Amsterdam: a Magere Brug.

Magere Brug

Magere Brug

Só para pedestres, ela é levadiça e decorada com 1.200 lâmpadas (que a deixam lindamente iluminada à noite).

Reza a lenda que o nome dela é uma homenagem a 2 irmãs que moravam em margens opostas, cujo sobrenome era Mager e teriam construído a passagem sobre o rio para poderem se ver. Mas há vertentes que dizem que o nome se deriva mesmo à uma tradução livre de um termo holandês que significa “Ponte Magra” (ou fina).

Siga em frente pela Amstelstraat até chegar à última visita do dia: a Rembrandtplein.

O nome, obviamente, é em homenagem a Rembrandt, que tinha uma casa nas proximidades. O local é rodeado por restaurantes e hotéis e é uma ótima opção para uma pausa de descanso de final de dia.

Rembrandtplein

Rembrandtplein

Destaque para as esculturas de bronze no centro da praça, representando o famoso quadro do artista “A Ronda Noturna”. Dá pra tirar fotos bem criativas ali.

DICA DO DIA: Não deixe de experimentar uma das guloseimas mais tradicionais de Amsterdam – a batata frita com maionese. Há várias (e minúsculas) lojinhas do gênero, que geralmente tem uma fila considerável na porta.

Batata frita com maionese

Batata frita com maionese

A batata frita é servida num cone de papel e, em si, não tem nada de especial (embora seja ótima). Mas a maionese...

Leve, lisinha, suave, saborosa, uma delícia! Tem de vários sabores e temperos, mas pra mim, a tradicional é imbatível.

Há várias ótimas opções de locais que servem as Vlaamse Frites (o nome pela qual elas são conhecidas por lá). As 2 que fui (e recomendo): a Manneken Pis que fica na Damrak 41 e a Vleminckx, que fica na Voetboogstraat 33, perto da Praça Spui.

Imperdíveis.

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DIA 2 – Canais, Begijnhof, Mercado das Flores, Passeio de Barco, Heineken Experience, Leidseplein

A visita começa por um grande passeio a pé pelas margens dos canais de Amsterdam.

Provavelmente você já terá fotografado alguns no dia anterior, enquanto passeava pela cidade. Mas aqui, nesse momento do roteiro, eles serão a atração principal.

Um dos maiores símbolos de Amsterdam (e declarados como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2010), os canais “retalham” toda a cidade e dão um visual pra lá de especial. Por causa deles, a capital holandesa ganhou o carinhoso apelido de “Veneza do norte”.

Os lindos canais de Amsterdam

Os lindos canais de Amsterdam

É impossível passar por ali e não tirar 358 fotos deles. A calmaria das águas somada à beleza dos edifícios típicos holandeses que estão nas margens, é de encher os olhos. Aliás, rende uma das fotos mais características de Amsterdam.

Uma coisa que nos chama muito a atenção em Amsterdam (e que citei no relato do dia anterior) é a quantidade absurda de bicicletas que há na cidade. Pra qualquer lugar que você vai, encontra alguma estacionada em algum ponto ou alguém andando nelas.

O holandês usa esse veículo pra tudo, inclusive pra ir trabalhar. Não é raro ver um homem de terno ou uma mulher num belo salto 10 perambulando de bicicleta pela cidade.

ATENÇÃO: As ciclovias são bastante movimentadas e geralmente andam juntinho com as calçadas – às vezes com uma separação não muito visível. Fique atento(a) na hora de andar na rua, pra não acabar sendo atropelado(a) por uma delas!

Haja bicicleta! Na foto temos 3 "estacionamentos" em Leidseplein (esq superior), em Oude Zijde (dir superior) e no Singel (esq inferior). Na última foto, a ciclovia pertinho da calçada.

Haja bicicleta! Na foto temos 3 "estacionamentos" em Leidseplein (esq superior), em Oude Zijde (dir superior) e no Singel (esq inferior). Na última foto, a ciclovia pertinho da calçada.

Depois de visitar os canais, siga até a praça Spui, que é bem pequena e abriga restaurantes e livrarias no entorno. Muito agradável.

Entrada do Begijnhof

Entrada do Begijnhof

Mas apesar disso, o objetivo mesmo é visitar o famoso Begijnhof, cuja porta de entrada fica na praça.

Trata-se de um jardim interno, rodeado por casas onde moravam as Beguinas – uma irmandade católica em que as integrantes viviam enclausuradas e faziam caridade.

É um oásis de tranquilidade no centro de Amsterdam. E lindo, pois é um jardim muito bem cuidado, com flores e casas típicas holandesas.

O belo jardim interno do Begijnhof

O belo jardim interno do Begijnhof

Além do jardim, há 2 destaques lá dentro:

• A casa nº 34 (primeira à esquerda de quem entra) – a mais antiga de Amsterdam, datada do século 15. Ela é toda de madeira, bem típico das construções da época.

Engelse Kerk – uma igreja anglicana do século 15, construída para as Beguinas e alugada para os ingleses no século 17, após a Reforma Protestante.

Engelse Kerk (esq) e a casa mais antiga de Amsterdam (dir)

Engelse Kerk (esq) e a casa mais antiga de Amsterdam (dir)

Saindo do Begijnhof, siga caminhando até a avenida chamada Singel, que beira um dos canais da cidade. A próxima parada é o famoso Mercado das Flores (ou Bloemenmarkt, em holandês).

São várias bancas flutuantes (elas estão situadas em barcos dentro do canal, com acesso para a calçada), que vendem vasos de plantas, flores, materiais para jardinagem e souvenirs – que, aliás, estavam mais baratos que os da Damrak, embora com bem menos variedade. O mesmo vale para as lojas que ficam em frente ao mercado.

Mercado de Flores em Amsterdam

Mercado de Flores em Amsterdam

Como fui na primavera, estava literalmente florido e vendendo os famosos bulbos de flores para poder plantar em casa.

Quase trouxe alguns, mas acabei desistindo. Dizem que há uma técnica para plantá-las e elas não sobrevivem em qualquer clima - e reza a lenda, o nosso aqui do Brasil não é lá muito favorável. Por isso, acabei deixando a ideia de lado (o que rendeu uma economia de uns 10 euros...).

Logo ao lado do mercado, note a presença de uma torre com um relógio no alto. É a Muntoren, que pertencia a antiga muralha sul da Amsterdam Medieval.

O sino do relógio toca de 15 em 15 minutos. Mas se você passar por ali em um sábado, por volta das 14h, vai flagrar o carrilhão dando um belo show. Dizem que é muito legal.

A próxima atração a ser feita é o passeio de barco pelos canais. Há várias empresas que realizam este tipo de tour, cada uma delas saindo de um ponto da cidade.

O que eu fiz foi o da Amsterdam Canal Cruises, pois além de ter encaixado mais facilmente na logística do meu roteiro, ainda oferecia um audioguia em português.

Se você optar por outra empresa, dirija-se até o píer de embarque dela neste ponto do roteiro, para fazer o seu passeio.

Os barcos que fazem passeios pelas águas de Amsterdam

Os barcos que fazem passeios pelas águas de Amsterdam

No meu caso, saí próximo da praça do Muntoren e peguei o Tram até o local do píer. Viagem rápida, não deu nem 10 min (as linhas 16 e 24 ligam os dois locais).

Eu já tinha comprado meu ingresso pela internet (que sai mais barato) e foi só apresentar o voucher no local e pegar o próximo barco. Ele é válido apenas para o dia que você escolheu, mas o horário é livre - desde que seja dentro do período de funcionamento, é claro.

OBS: Sempre aconselho checar todas as informações com as empresas, daí o motivo dos links. O nosso leitor Cláudio L. Zanatta fez isso e nos trouxe o seguinte relato, no dia 04/08/16: "(...) O ingresso da Amsterdam Cruise Line tem validade de um ano e não tem data marcada, embora o site de compra avise que requer data e que o horário é livre! Enviei um e-mail para eles questionando e a regra é: compra no site e leva o voucher na bilheteria para retirar o ingresso, que aí sim fica valendo apenas para aquele dia(...)".

O barco lembra um ônibus aquático, com janelões de vidro e um teto panorâmico. Alguns possuem mesas para 4 pessoas (o que eu fiz tinha).

Foi um passeio bastante agradável e lindo. Ver Amsterdam por esta perspectiva foi incrível e há tantas vias de canais por lá que é possível dar uma volta completa pela cidade.

Além dos canais principais, ele passa pelo Lago IJ (atrás da estação ferroviária Amsterdam Centraal) e também pelo Rio Amstel. O passeio durou em torno de 50 minutos.

Veja alguns cliques feitos do barco:

Algumas imagens do passeio de barco por Amsterdam

Algumas imagens do passeio de barco por Amsterdam

A atração seguinte fica logo em frente ao píer da Amsterdam Canal Cruises (caso esteja vindo de outro, basta se dirigir até lá) – a Heineken Experience.

Heineken Experience

Heineken Experience

Ela está instalada num prédio de tijolos onde funcionava a antiga cervejaria da Heineken (que hoje fica em outro local). Lá, foi criado uma espécie de museu da famosa marca.

Só que, na prática, ela não se parece em nada com um museu. Está mais para um centro de diversões da Heineken.

O itinerário da visita é pré-estabelecido, ou seja, basta seguir o fluxo. Lá há vídeos, exposições e várias atrações interativas para o visitante. E no final, você tem direito a 2 tulipas de cerveja Heineken, totalmente de graça.

DICA: Compre o ingresso para visitar a Heineken Experience pela internet. Além de permitir a entrada imediata na atração, sem precisar passar na fila da bilheteria (que muitas vezes é homérica), ainda sai mais barato do que se for comprar lá na hora.

É um passeio muito bacana e divertido, que recomendo a todos, mesmo pra quem não é muito fã de cerveja. E prepare-se, porque não é uma visita rápida: você fica umas 2 a 3 horas se distraindo lá dentro. E sem perceber!

Fiz um post em separado em que trago outras informações úteis sobre a atração e conto um pouco sobre a minha visita à Heineken Experience.

Saindo de lá, atravesse o canal e siga até a Weteringschans (perto de uma rotatória). Pegue um Tram (linhas 3, 7, 10 ou 12) e salte na última atração do dia – a Leidseplein.

É uma das praças mais agitadas de Amsterdam, com muitos restaurantes, bares e cafés e um vai-e-vem danado de gente e de Tram (várias linhas se cruzam por ali).

Um dos destaques do local é a Stadsschouwburg (conseguiu pronunciar? Nem eu...), uma casa de espetáculos com fachada de tijolos e projetada pelo mesmo arquiteto que fez a estação ferroviária. Se você notar bem, há uma leve semelhança entre as 2 fachadas.

Leidseplein

Leidseplein

Aproveitando o fervor de gente e de veículos do local, sente em um dos restaurantes ou bares do local. Enquanto faz uma pausa para descanso e come alguma coisa, fique apreciando a beleza viva de Amsterdam.

DICA DO DIA: Caso você passe por algum supermercado (o que recomendo fortemente) ou em alguma barraquinha de comida típica, não deixe de comprar o Stroopwafel – o famoso waffle recheado de caramelo que é bastante típico da Holanda.

E o negocinho é bom, viu?! Aliás, é MUITO bom!

O delicioso Stroopwafel

O delicioso Stroopwafel

Os das barraquinhas de rua são os melhores, pois são feitos na hora. Mas os de supermercado (vendido em um saquinho com 10 unidades) também são muito gostosos.

É quase impossível não trazer uns pra casa no final da viagem. Inclusive, tem uma "versão souvenir" que consiste numa lata decorada com vários Stroopwafel dentro.

Mas cuidado pra não se empolgar demais, pois os danados pesam mais na bagagem do que você pode imaginar.

DIA 3 – Museumplein (Rijksmuseum + Museu Van Gogh) e Vondelpark

Esse último dia não existiu no meu roteiro. Eu apenas dei uma passadinha pela Museumplein pra tirar fotos e apreciar o vai-e-vem das pessoas. E dei sorte, porque estava um dia lindo pra isso.

Tava um dia tão bonito que até o cachorro resolveu brincar no lago

Tava um dia tão bonito que até o cachorro resolveu brincar no lago

Quanto aos museus, optei por não ir a nenhum. Eles não costumam ser o foco principal das minhas viagens, somente em raras exceções – como o Louvre em Paris, por exemplo. No geral, eles acabam sempre ficando na lista do “se der, eu vou”. E como eu só tinha 2 dias para conhecer Amsterdam...

Alguns acham isso uma heresia, mas eu apenas fui franca comigo mesma. Por não morrer de amores por pinacotecas, eu não ia dar o devido valor que elas merecem. Iria fazer tudo correndo em Amsterdam pra dar tempo de ir lá, só pra depois dizer pros outros que eu fui? Não faz sentido...

Mas vamos ao roteiro proposto.

A Museumplein é uma grande esplanada rodeada por museus. Possui um lago no centro e um belo gramado, funcionando como uma espécie de parque para os visitantes.

No dia que eu fui, havia muita gente estirada no gramado, pegando um pouquinho de sol – que, dizem as más línguas, não é muito de dar as caras na capital holandesa.

É nesta praça onde fica um dos “monumentos” mais fotografados da cidade: o conjunto de letras que faz um trocadilho.

O famoso slogan: I amsterdam

O famoso slogan: I amsterdam

Atualização (Dezembro/2018)

Infelizmente, a administração da capital decidiu retirar essa escultura da Museumplein. Eles alegaram que o letreiro "atraia uma massa de turistas em um espaço limitado" e também que as pessoas estariam mais interessadas em tirar uma selfie com as letras do que visitar os museus ao redor.

Atualmente, quem quiser tirar uma foto como essa, há uma versão menor dentro do Aeroporto de Amsterdam (Schiphol).

O local está quase sempre lotado e é praticamente impossível tirar uma foto sozinho com as letras. Aliás, é preciso uma certa dose paciência, pois tem hora que junta tanta gente de uma vez, que fica até difícil de nos achar na nossa própria foto. É quase um “Onde está Wally?”.

O fato é que ninguém passa incólume por ali sem cair na tentação de fazer dezenas de cliques. E há quem ainda escale as letras para tirar fotos inusitadas – algo que, admito, não tive coragem de fazer.

Olha como a imagem de longe fica bonita

Olha como a imagem de longe fica bonita

Aliás, este museu é a próxima visita proposta do dia – o Rijksmuseum.

Um dos mais visitados da Europa, ele expõe pinturas de artistas holandeses e estrangeiros, além de arte asiática.

A construção de tijolos é bem parecida com a da estação Amsterdam Centraal e tem motivo: foi criada pelo mesmo arquiteto. Não deixe de reparar nos belíssimos painéis dourados de mosaico da fachada.

vários destaques no interior, sendo os maiores o quadro “A Ronda Noturna” de Rembrandt e “A Leiteira” de Vermeer.

O museu passou um longo período em reformas, que terminaram um pouco antes da minha visita, em Abril de 2015. Confira as informações sobre horário de abertura e preço do ingresso para o Rijksmuseum.

Como disse antes, optei por não visitar nenhum museu. E estava me sentindo muito bem com isso até encontrar um brasileiro na fila da Casa de Anne Frank e ter um bate-papo com ele sobre o Museu Van Gogh – nossa próxima visita do dia.

Van Gogh Museum

Van Gogh Museum

Ele me contou que não se trata apenas de uma pinacoteca gigante do artista, mas sim um museu biográfico.

Enquanto vai ouvindo (no audioguia) relatos sobre a vida de Van Gogh, você encontra uma obra de arte feita por ele (ou que tenha relação com a vida dele) representando aquela determinada passagem que havia acabado de ser contada.

Ou seja, me pareceu um museu incrível. E diferente. E elogiadíssimo (pelo menos pro meu amigo conterrâneo). E que, no meu caso, vai infelizmente ficar pra próxima...

Mas... Como o nosso roteiro tem 3 dias e inclui os museus, siga até a entrada do local e prepare-se: dizem que o local é imenso e está quase sempre lotado.

DICA: É possível furar a fila (legalmente) e entrar direto no museu. Basta comprar o ingresso pela internet para o Museu Van Gogh, com dia e hora marcados (paga-se uma taxa de € 1 pela reserva).

Outra dica é visita-lo mais para o final do dia, quando o movimento cai bastante. Inclusive, ele fecha mais tarde às sextas. Confira os horários de funcionamento e também o preço do ingresso.

Ainda na Museumplein, na extremidade oposta ao Rijksmuseum, encontramos o Concertgebouw. Trata-se de uma sala de concertos construído no século 19, em estilo neorrenascentista. É um belo edifício onde também costumam ocorrer convenções e exposições.

Logo ao lado há outro museu – o Stedelijk Museum – que é o MAM de Amsterdam. Aliás, um edifício bem esquisito, a meu ver. Parece mais aquelas piscinas de fibra que vende em beira de estrada, sabe qual?

Concertgebouw (esq) e o Stedelijk Museum (dir)

Concertgebouw (esq) e o Stedelijk Museum (dir)

Próximo ao Museumplein, seguindo para oeste, encontramos o famoso parque de Amsterdam – o Vondelpark.

Vondelpark

Vondelpark

É uma grande área verde da cidade, onde as pessoas vão passear e se exercitar. Uma ótima opção para descanso após as andanças pelos museus.

Ele existe desde 1865 e tem esse nome graças à estátua do poeta holandês Joost van den Vondel que está lá. Ao invés de chamar pelo nome original, a população sempre se referia ao local como “o parque do Vondel”. Acabou pegando.

Depois dessa visita, se já não for muito tarde, indico ir até à região do Mercado de Flores para visitar uma belíssima igreja gótica De Krijtberg – uma das raras que são católicas na cidade.

Ela abre num horário meio ingrato: entre 13 e 17h (motivo pela qual não incluí no 1º dia, pois você deverá passar pela região de manhã). Se não for muito contramão, vale a pena dar uma passadinha rápida por lá.

De Krijtberg

De Krijtberg

Outra dica legal pra quem gosta de “bater perna” em uma rua cheia de lojas é dar uma volta pela Kalverstraat. Tem artigos de tudo quanto é tipo: roupas, bijuterias, sapatos, eletrônicos, souvenirs...

Se for até lá, não deixe de dar uma passada pela Amsterdam Cheese Company, uma loja típica que vende queijos holandeses.

Há várias lojas do tipo em Amsterdam, mas essa eu visitei e gostei. Pra quem quiser, tem degustação pra você poder escolher qual levar pra casa.

Kalverstraat (esq) e a loja de queijos holandeses (dir)

Kalverstraat (esq) e a loja de queijos holandeses (dir)

Considerações Finais

Amsterdam foi uma cidade que me surpreendeu positivamente. E como citei lá no começo, é linda, alegre e muito viva. Não há quem não se apaixone por ela.

Aliás, a Holanda é um país lindo, que vale muito a pena ser visitado. Com certeza voltarei outras vezes.

Não deixe de conferir o nosso conteúdo publicado aqui no Para Viagem sobre Amsterdam e a Holanda.

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26 Comentários
  1. LEILA MIRANDA

    Adorei o post , Fernanda. Está de parabéns. Muita vontade de visitar Amsterdam.

  2. Paulo rodrigues

    bom dia, voltei a Amsterdam lendo seu post, estive lá com meu filho em julho de 2015, cidade linda, povo amável, e não me senti nem um pouco inseguro na red light ou em qq outro lugar. Fiquei em um hotel fora do centro e pegava onibus para ir ao centro, tranquilo, confortável e pontual.

    abraços

  3. Herica Valente

    Olá Fernanda, adorei suas dicas! Obrigada!
    Gostaria de saber qual o nome do passeio de barco que voce fez. Ao entar no site fiquei um pouco confusa pois tem varias opções…
    Beijo

    • Fernanda Rangel

      Oi, Herica!
      Obrigada pelo elogio!
      Fiz o passeio diurno mesmo, que é o tradicional (esse aqui).
      Embora eles digam que leva 75 min, o meu não levou tudo isso não (na época, o site tb dizia isso, mas levou uns 50 min – o que foi o suficiente, na minha opinião).
      Há também uma versão para crianças e outro relacionado ao Rijksmuseum.
      Outras opções são os passeios noturnos, com ou sem jantar e o que simula um pub. Não fiz nenhum desses.
      Bjs

  4. marlucia morais

    Gostei muito do SITE.
    Vou so imprimir as dicas de 3 dias em Amsterdam.
    Marlucia.

  5. Débora

    Bom dia, Fernanda!
    Gostaria de dicas a respeito do que levar na bagagem!? Roupas e acessórios…
    Beijos

    • Fernanda Rangel

      Oi, Débora!
      Isso vai depender da época que vc for pra lá…
      Amsterdam é uma cidade que faz frio e que, segundo contam, costuma chover com frequência. Dei sorte de pegar dias lindos de sol, mas usei casaco o tempo todo. E era final de abril, quando já é primavera.
      Segundo os guias de viagem, mesmo no verão, as temperaturas chegam a no máximo uns 20 graus.
      Bjs

  6. Cláudio L. Zanatta

    Olá, Fernanda!

    Excelente o seu roteiro de “Amsterdam em 3 dias”! Obrigado!

    Como gentileza gera gentileza, deixo a seguir duas dicas para a atualização do roteiro:

    1. A Casa de Anne Franca mudou o sistema de ingresso, que ficou assim:
    De 09:00 às 15:30 só entra quem tiver o ingresso comprado online, com data e hora marcadas.
    Quem estiver sem esse ingresso só poderá entrar à partir das 15:30.
    Sugiro comprar com bastante antecedência. O site disponibiliza a venda até 2 meses antes da data desejada.

    2. O ingresso da Amsterdam Cruise Line tem validade de um ano e não tem data marcada, embora o site de compra avise que requer data e que o horário é livre!
    Enviei um e-mail para eles questionando e a regra é: compra no site e leva o voucher na bilheteria para retirar o ingresso, que aí sim fica valendo apenas para aquele dia.

    Abraço.

  7. Fernanda Raquel Marra

    Ei Fê! Mais uma vez irei seguir as suas dicas!
    Ano passado deu tudo certo em Lisboa!
    Esse ano é a vez de Amsterdã!

    Parabéns pelo blog! :*

  8. Rosane Galante Almeida

    Nossa, depois de viajar por seu blog, minha vontade para março de 2017 chegar só aumentou…
    Muito grata pelas dicas. Já me sinto em Amsterdã!!!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Rosane!
      Eu que agradeço o elogio! 😀
      Amsterdam é uma cidade incrível. Não conheço ninguém que tenha voltado de lá sem ter ficado apaixonado por ela. É linda, alegre… Encantadora!
      Espero que sua estada por lá seja tão especial quanto foi a minha.
      Abs

  9. GUY

    Boa tarde,
    gostei muito o seu roteiro e comentarios!!!
    Queria saber como se virou com o café da manhã no Hotel NH Amsterdam City Centre, pois estou indo agora em Dezembro 2016, com minha familia toda!!!! Tem alguma padaria perto????

    • Fernanda Rangel

      Oi, Guy!
      Obrigada pelo elogio!
      Olha, eu tomava meu café da manhã dentro do quarto. Passei algumas vezes no supermercado Albert Heijn que ficava ali próximo (na Koningsplein), onde comprava pão, leite, achocolatado, iogurte e etc. Como não faço questão do café (bebida) e nem leite quente, então foi o suficient no meu caso.
      Mas lembro que havia muitos restaurantes, bares e cafés no entorno do hotel e da praça Spui. Os únicos estabelecimentos que fui nas proximidades foi o Bar Luden (eles servem um hambúrguer caseiro ótimo) e o Café Luxembourg (que está mais pra um bar, na verdade).
      Esse hotel é muito bem localizado, com transporte na porta, bastante movimento no entorno, comércio, opções de restaurantes… Ficaria nesta região novamente, sem pestanejar.
      Abs

  10. Luiz Marcos

    Oi Fernanda. Gostei muito das dicas aqui postadas, mas fiquei com uma dúvida. Estou indo agora nos primeiros dias de julho para Amsterdam e não consegui comprar os ingressos da Casa de Anne Frank on line. Após a compra dos ingressos (chegando antes das 8h) teremos que ficar no local guardando lugar em uma outra fila, ou esse ingresso tem hora marcada? obrigado pela atenção.

    • Fernanda Rangel

      Oi, Luiz!
      O esquema de visita à Casa de Anne Frank mudou no ano passado. Antigamente, somente alguns poucos ingressos eram disponibilizados no site e quem não conseguia comprar, tinha que encarar as filas homéricas da entrada. Ou então, chegar bem cedo pra ficar entre os primeiros da fila e conseguir entrar logo que abrir.
      Hoje em dia, o esquema mudou e ficou assim: das 9 às 15:30, a atração estará aberta somente para visitantes que possuam um bilhete online para um horário determinado (hora marcada). Das 15:30 até a hora do fechamento, não é mais necessário o bilhete online e é possível visitar o museu adquirindo seu ingresso na entrada.
      Sugiro uma lida no nosso post sobre 5 dicas para quem vai visitar a Casa de Anne Frank.
      Abs

  11. Ticiana Barbosa de Carvalho Melo

    O melhor roteiro que eu já vi de amsterdam, e olhe que estou indo a segunda vez. Se na primeira tivesse lindo aqui teria feito mais coisas,!! arrasaram

  12. Rosana Conde

    Fernanda, adorei seu post. Muito completo e com uma redação super divertida. Vou para Amsterdam agora em junho/19 e vou aproveitar todas as suas dicas. Muito obrigada por compartilhar sua experiencia. Abs.

  13. Rosilene Leite

    Parabéns Fernanda!
    Muito bacana e instrutivo o post!Estou indo final de maio para Amsterdam e me ajudou bastante!Obrigada por compartilhar essas dicas maravilhosas! Beijocas😘❤️

    • Fernanda Rangel

      Oi, Rosilene!
      Eu que agradeço o elogio!
      Fico muito contente pelo post ter sido útil para o seu planejamento.
      Amsterdam é uma graça! Amei ter conhecido.
      Uma excelente viagem pra vc!
      Bjs

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