Roteiro de 3 Dias em Viena na Áustria

Confira este relato completo de visita a uma das cidades mais lindas e elegantes da Europa e veja o que você pode ver de interessante em poucos dias por lá.

Viena

Viena

Uma das capitais mais lindas e charmosas da Europa, a elegante Viena é um destino de viagem que ninguém deveria deixar de ir um dia.

Localizada às margens do Rio Danubio, a capital austríaca costuma ser muito procurada não só pelos que pretendem conhecer o país, mas também por aqueles que quererem começar (ou terminar) uma viagem pelo Leste Europeu.

Minha visita à Áustria ocorreu em Maio de 2015 e, é claro, incluiu uma ida à sua capital. Mas por um erro de julgamento, acreditei que 3 dias seriam suficientes para conhecer a cidade.

Ledo engano... Viena é papo pra uns 5 dias, no mínimo! Ela é uma daquelas cidades que são cheias de museus interessantes, que merecem ser vistos com calma e ocupam um tempo razoável do seu dia.

Eu já disse aqui no blog que não sou uma fã inveterada de museus, embora visite alguns mais importantes em minhas viagens (os outros geralmente ficam na lista do “se der, eu vou”).

Só que, ao fazer as pesquisas pré-viagem, rolou um arrependimento tremendo, porque mesmo não ligando muito para eles, fiquei com muita vontade de conhecê-los. E esse sentimento piorou ainda mais depois que eu estive lá.

Minha visita acabou sendo sucinta e irei relatar aqui como sugestão para quem pretende ficar poucos dias na cidade e não se importe de ignorar alguns museus.

Ele será uma adaptação do meu roteiro original, que foi meio quebrado e ocupou 4 dias da minha viagem – o 1º dia perdi parte da manhã vindo de Salzburgo e o 4º dia só utilizei o início da manhã para visitar o Parque Prater (depois voltei ao hotel, fiz o check-out e segui viagem para Praga).

Portanto, somando tudo, foram 3 dias inteiros de visita a Viena.

Além do roteiro, trarei também algumas impressões, curiosidades, dicas e informações úteis para que você saiba o que fazer em Viena e poder se programar.

Dica de hotel em Viena

Onde fiquei hospedada? InterCity Hotel Wien

O hotel era bom? Muito bom. Instalações boas, limpo, wi-fi gratuito (e ótimo), com elevador e staff atencioso.

A região do hotel era boa? Muito. Fica pertinho da estação de trem Westbahnhof e na esquina da avenida chamada MariaHilfer Straße, que possui um comércio bastante atrativo. Estação de metrô praticamente na porta e terminal de bondes bem perto também.

DIA 1 – Parque Prater, Belvedere, Ópera de Viena e Ringstrasse

O dia começa no parque de diversões que fica na periferia da cidade e é bastante famoso em Viena – o Parque Prater.

Entrada do Parque Prater

Entrada do Parque Prater

Como relatei antes, essa atração foi no meu último dia em Viena e para compor o roteiro de 3 dias inteiros que proponho aqui, encaixei essa visita na manhã do nosso 1º dia – que, na verdade, gastei com o deslocamento vindo de Salzburgo.

Como qualquer parque do gênero, encontramos brinquedos tradicionais como carrossel, trem fantasma, roda-gigante... E também bares, restaurantes, casas noturnas. Tem até uma filial do famoso Museu de Cera Madame Tussauds.

Mas a ideia de ir até lá não era brincar, mas sim visitar a atração principal do parque: a antiga roda-gigante conhecida como Wiener Riesenrad.

Construída no final do século 19, ela ainda preserva parte de suas cabines de madeira, que comporta várias pessoas ao mesmo tempo e sobe até 65 metros de altura – proporcionando uma bela vista aérea de Viena.

Antes de embarcar no brinquedo, passamos por uma sala onde estão as cabines de madeira retiradas da roda-gigante e dentro delas há lindas maquetes do parque e de Viena.

Wiener Riesenrad e a vista de Viena

Wiener Riesenrad e a vista de Viena

O giro é bem devagar e faz algumas paradas para o embarque e desembarque de passageiros. Confira as informações para fazer esse passeio.

DICA: Tem gente que prefere visitar o Parque Prater no final do dia, para ver Viena toda iluminada do alto. A menos que seja essa a sua preferência, aconselho começar o dia no parque, chegando na hora da abertura da roda-gigante. Digo isso porque as filas para andar no brinquedo são famosas e costumam ser grandes. Chegar cedo é a maneira mais indicada de evitar perder tempo nela.

Minha ida ao Parque Prater foi apenas para andar na roda-gigante e como temos um roteiro bem curto proposto aqui, sugiro que você faça o mesmo. Saindo dela, pegue o metrô (a saída fica pertinho da entrada do parque) e salte na estação Hauptbahnhof.

Você estará a uma curta caminhada da próxima visita do dia: o Belvedere.

Deste ponto em diante, o roteiro segue na íntegra o que eu fiz nesse dia em Viena, após chegar de Salzburgo.

Belvedere Superior (ou Oberes Belvedere)

Belvedere Superior (ou Oberes Belvedere)

O Belvedere é uma antiga residência localizada num terreno levemente inclinado, contendo um lindo jardim comprido ligando 2 palacetes nas extremidades opostas do terreno – e onde encontramos renomados museus de arte.

O jardim, por estar num terreno inclinado, foi feito em 3 níveis e é ornado com fontes, espelhos d’água, estátuas e canteiros decorados. E hoje é um parque público onde os vienenses passeiam e se exercitam.

A saída do metrô leva até os fundos do palacete maior que fica na parte alta do terreno: o Oberes Belvedere (ou Belvedere Superior). Além da beleza dos aposentos clássicos do palácio, vemos uma bonita exposição de arte, cujos destaques são as obras do austríaco Gustav Klimt, sendo a principal o seu famoso O Beijo.

Descendo os jardins, chegamos ao Unteres Belvedere (ou Belvedere Inferior), um palácio menor – mas não menos bonito – que abriga um museu de arte barroca.

Jardim em descida entre os 2 palácios Belvedere. Na foto de baixo, à esquerda, o Belvedere Inferior (ou Unteres Belvedere)

Jardim em descida entre os 2 palácios Belvedere. Na foto de baixo, à esquerda, o Belvedere Inferior (ou Unteres Belvedere)

A visita aos jardins de Belvedere é gratuita, mas para entrar nos palácios, na Orangerie (estufa) e nos antigos estábulos (estes 2 últimos, também com exposições) tem que pagar ingresso. Confira as informações sobre a visita.

A saída foi por trás do Belvedere Inferior. Na rua de nome Renweg peguei o Tram 71 e fui em direção à rua mais famosa da cidade: a Ringstrasse.

Na verdade, esse nome é um termo genérico para a avenida que circunda o centro histórico de Viena e que recebe vários nomes ao longo do seu trajeto: Opernring, Burgring, Universitätsring e etc. Todas levam o termo “ring” (ou “anel”, em alemão) representando o trajeto circular dos limites do centro da cidade.

Inclusive, era ali que ficava a antiga muralha que protegia a Viena medieval e que acabou demolida graças ao fato da cidade ter precisado expandir para além do seu traçado.

Na Ringstrasse (ou Ringstraße) encontramos várias atrações famosas de Viena. E há outras nas imediações que iremos ignorar nesse dia – elas serão visitadas no dia seguinte. A ideia é ficar só pela Ringstrasse e apreciar as atrações que estão nela apenas.

Ópera de Viena

Ópera de Viena

Saltei na estação Oper do Tram e já me deparei com a primeira atração da avenida, e uma das mais famosas da capital austríaca: a Ópera de Viena.

Em estilo neorrenascentista e construída em 1869, a famosa casa de espetáculos foi construída para facilitar a vida dos vienenses – que, antigamente, precisavam ir até Paris quando queriam assistir alguma peça ou concerto.

Confesso que esperava mais pela Ópera. Achei que seria um edifício bem imponente, como a Ópera Garnier de Paris (que é lindíssima). Mas também não chegou a ser uma decepção, pois admito que sua fachada é, de fato, muito bonita.

Não visitei o interior, mas existem tours guiados pelas dependências da casa de espetáculos, em horários pré-determinados e com opções em inglês e espanhol. Veja informações.

DICA: Outra maneira de conhecer o interior da Ópera de Viena é assistir um espetáculo nela. Não sou lá muito fã de óperas e também não tinha nenhuma especial na época da minha visita e, por isso, acabei não assistindo nada. Mas você pode conferir a programação para a época da sua viagem e colocar no seu roteiro como uma opção de passeio noturno.

Burggarten

Burggarten

Seguindo a pé pelo trajeto da Ringstrasse (estando de frente para a Ópera, ir para a esquerda), encontrei logo um bonito parque à minha direita que estava cheio de gente: o Burggarten.

Ele era o antigo jardim do palácio imperial e hoje é um parque público onde vienenses e turistas param para um descanso e apreciar sua beleza. Destaque para as estátuas de Mozart e do Imperador Franz Joseph que estão no local.

Continuando pela Ringstrasse, logo vemos os fundos do palácio imperial Hofburg à nossa direita. Passei batida por ele – pois a visita seria para o dia seguinte – e desviei minha atenção para a praça que estava do outro lado da calçada: a Maria-Theresien-Platz.

Uma das mais famosas de Viena, ela é um espaço quadrangular com belos canteiros e uma imponente estátua da Imperatriz Maria Theresa no centro – que foi uma das mulheres mais influentes da Europa no século 18, quando conseguiu herdar o trono do pai (algo que não era comum para as filhas, naquela época). E assim, comandou o vasto Império Habsburgo por vários anos.

Mas o que chama mais a nossa atenção são os belos edifícios gêmeos que ladeiam a praça e abrigam 2 museus famosos de Viena: o Museu de História Natural (Naturhistorisches Museum) e o Museu de História da Arte (Kunsthistorisches Museum).

Maria-Theresien-Platz: Os lindíssimos museus gêmeos de História da Arte e de História Natural. Note a estátua da Imperatriz Maria Theresa na foto esquerda inferior

Maria-Theresien-Platz: Os lindíssimos museus gêmeos de História da Arte e de História Natural. Note a estátua da Imperatriz Maria Theresa na foto esquerda inferior

Taí o primeiro dos arrependimentos que tive ao planejar o meu roteiro para Viena. Apesar de não ser uma fã inveterada de museus, fiquei muito interessada em visita-los – especialmente o da História da Arte, onde além de ter belos quadros da coleção pessoal dos Habsburgo, ainda conta com uma exposição de relíquias da antiguidade (Egito, Grécia, Roma e etc), que é um tema que me atrai bastante.

Museum Quartier

Museum Quartier

Mas para o meu roteiro apertado, não dava para entrar neles. Ignorando os museus (com muita tristeza), atravessei a praça e fui dar uma olhada no edifício que está ali próximo, chamado Museum Quartier.

Nele ficava o antigo estábulo do palácio imperial e hoje abriga 4 museus de arte moderna de Viena: o Kunsthalle Wien (de arte contemporânea), o Leopold Museum (com acervo do colecionador austríaco Rudolph Leopold), o Architektur Zentrum Wien (de arquitetura) e o mais famoso de todos, o Mumok (o MAM de Viena e um dos mais renomados do mundo).

Apenas dei uma volta pelo pátio interno do Museum Quartier e atravessei de volta a Maria-Theresien-Platz para continuar minha caminhada pela Ringstrasse.

O belíssimo Parlamento de Viena

O belíssimo Parlamento de Viena

A próxima parada foi em frente a um dos edifícios mais bonitos de Viena, na minha opinião: o Parlamento.

Em estilo neoclássico e lembrando um templo greco-romano, é nele que está a sede do Parlamento Austríaco. Destaco os detalhes decorativos do enorme edifício (com esculturas e relevos em mármore) e a linda estátua de Palas Atena, a deusa grega da sabedoria, que está em frente à entrada principal. Os detalhes dourados nela dão o toque especial ao monumento – que faz uma homenagem à força das leis.

O gótico prédio da Neues Rathaus

O gótico prédio da Neues Rathaus

Logo em seguida, ainda à minha esquerda, me deparei com outro bonito parque público – o Rathausplatz – que estava um tanto movimentado no dia graças ao tempo bom que fazia. Ele fica em frente a um belíssimo edifício neogótico: o Neues Rathaus (ou “Nova Prefeitura”).

Como adoro esse estilo arquitetônico, considerei-o também como um dos edifícios mais bonitos da cidade. Mas infelizmente, não pude chegar muito perto dele, pois o acesso estava fechado – algumas pessoas organizavam os preparativos para alguma cerimônia que iria ocorrer no local.

Burgtheater

Burgtheater

Em frente ao Neues Rathaus, não deixe de reparar no Burgtheater, outra casa de espetáculos famosa da cidade. Tão bonito quanto a fachada da Ópera de Viena, ele é considerado o maior e mais famoso teatro de língua alemã do mundo.

Continuando pela Ringstrasse, o próximo edifício (não menos bonito que os anteriores) é a sede da Universidade de Viena, uma das mais conceituadas da Europa e considerada a instituição de ensino superior de língua alemã mais antiga do mundo.

Nesse ponto, desviei da Ringstrasse e entrei na Universitätsstraße para ir em direção à última visita do dia: a neogótica igreja Votivkirche.

Votivkirche

Votivkirche

Ela fica em frente à outra área verde de Viena – o Sigmund-Freud-Park – e foi construída em 1879 como agradecimento ao fato do Imperador Franz Joseph ter saído ileso após uma tentativa de assassinato em 1853.

Nesse momento eu estava bastante cansada das andanças e parei um pouco para descansar no parque – que estava bem cheio, graças ao dia ensolarado e quente.

O cansaço era tanto que cogitei não entrar na Votivkirche, pois já estava perto da hora de fechar. Mas aí pesou na consciência que eu já tinha deixado de entrar em tantas atrações lindas naquele dia, que me obriguei a buscar forças e acabei indo até lá.

Ainda bem que fiz isso, porque ela é linda por dentro. Eu que adoro uma igreja de estilo gótico me deleitei com os detalhes arquitetônicos dela, com destaque para os vitrais e os afrescos das paredes.

DIA 2 – Stephansdom, Centro Histórico, Graben, Peterskirche, Karlskirche, Kapuzinerkirche, Hofburg e Volksgarten

Prepare-se: o dia será agitado e de muitas andanças!

Peguei o metrô de manhã cedo e comecei meu roteiro pela atração principal de Viena: a Stephasndom, a Catedral de Viena.

Stephansdom

Stephansdom

Dedicada a São Estevão (o 1º mártir do cristianismo), ela é considerada uma das catedrais góticas mais antigas da Europa – foi construída em 1160 e sofreu várias expansões e reconstruções ao longo dos séculos, sobrando do edifício original apenas as 2 torres da frente.

A Stephansdom foi uma das catedrais góticas mais bonitas que já visitei. Por fora, chama a atenção a sua fachada cheia de detalhes (que estava passando por uma reforma de limpeza) e, é claro, o magnífico telhado em mosaico.

Composto por 230.000 azulejos coloridos formando desenhos geométricos, ele possui 2 belas figuras em mosaico: no lado norte os brasões de Viena e da República da Áustria, e no lado sul o símbolo da dinastia Habsburgo (uma águia de 2 cabeças).

O belo e pitoresco telhado da Stephansdom. Feito de azulejos que formam motivos geométricos e trazem um mosaico com os brasões da Áustria e de Viena (esq inferior) e a águia de 2 cabeças dos Habsburgo (dir inferior)

O belo e pitoresco telhado da Stephansdom. Feito de azulejos que formam motivos geométricos e trazem um mosaico com os brasões da Áustria e de Viena (esq inferior) e a águia de 2 cabeças dos Habsburgo (dir inferior)

CURIOSIDADE: Graças à poluição gerada pelos tempos modernos, a fachada da Stephansdom foi ficando preta pela sujeira e vem passando por um processo de limpeza nos últimos anos – que, felizmente, vem revelando a verdadeira beleza do edifício. Mas repare bem que o telhado está limpinho! Isso se deve ao fato dele ser bem íngreme, o que faz com que fique sempre aparente – a água da chuva escorre a sujeira e a neve não acumula ali em cima.

No interior, a catedral é ainda mais bonita e cheia de detalhes. Os destaques que não devem deixar de ser notados lá dentro:

• O altar-mor, com a representação do martírio de São Estevão;

• O púlpito, cheio de detalhes góticos e retratando Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Gregório Magno e São Jerônimo. Mas o destaque mesmo é o autorretrato do escultor numa “janela” embaixo da escada;

• O altar chamado Wiener Neustädter (à esquerda de quem está de frente pro altar-mor), que traz um belíssimo painel triplo de madeira com esculturas entalhadas de santos católicos e cheias de detalhes. Os painéis das laterais se fecham sobre o painel central e, infelizmente, nem todos os dias está aberto para visualizarmos as belezas do interior (no meu caso, dei sorte de encontrá-lo escancarado);

• A imagem de Maria Pötsch, considerada milagrosa e procurada pelos fiéis que pedem proteção. Ela retrata a Virgem Maria apontando para o Menino Jesus (que segura 3 rosas, simbolizando a Santíssima Trindade) como se dissesse “Ele é o caminho”.

CURIOSIDADE: Essa imagem pertencia a um santuário na Hungria (onde ainda é muito venerada) e, reza a lenda, chorava lágrimas verdadeiras. Esse fato motivou o Imperador da época a tirar a imagem do país de origem e colocar em Viena – algo que os húngaros ainda hoje tentam recuperar de volta. Foi atribuído a ela o milagre da vitória do Império Austro-Hungaro sobre os turcos, que tencionavam impor o domínio islâmico sobre a Europa (creio que essa santa ainda deva estar sendo muito acionada, para esse fim, nos dias de hoje...).

O altar Wiener Neustädter (esq) e a imagem de Maria Pötsch (dir)

O altar Wiener Neustädter (esq) e a imagem de Maria Pötsch (dir)

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Dentro da catedral, na lateral esquerda de quem entra, fica a entrada para quem quer subir a torre norte (também, chamada “torre da águia”).

Para os sedentários de plantão (como eu), há um elevador que leva até uma plataforma de 2 andares lá em cima – onde podemos ver de perto o enorme sino (chamado Pummerin) e o telhado de azulejos. Mas o destaque mesmo é a linda vista panorâmica de Viena.

A subida é paga. (informações).

A linda vista de Viena da torre norte e o sino Pummerin

A linda vista de Viena da torre norte e o sino Pummerin

Também é possível subir a torre sul – chamada Steffl – que é mais alta e está completa (a torre norte era para ser igual a ela, mas a obra foi interrompida). E desta vez não tem elevador: é preciso encarar 363 degraus para conseguir uma vista ainda mais bonita de Viena (informações).

Saindo da catedral, fui dar uma volta pelo centro histórico de Viena, que se mostrou muito agradável e bonito. E cheio de gente também.

O relógio Ankeruhr na Hoher Markt

O relógio Ankeruhr na Hoher Markt

A primeira parada foi numa praça chamada Hoher Markt, a mais antiga de Viena e onde funcionava um mercado de peixes na Idade Média.

Destacam-se nela o Ankeruhr, um curioso relógio que não só marca as horas de um jeito diferente, como exibe a imagem de figuras ligadas à história de Viena (a cada hora cheia, uma delas aparece na janelinha, sendo que às 12:00h, todas desfilam em procissão) e a bonita fonte Josephsbrunnen, retratando o casamento de Maria e José por um sumo sacerdote.

Memorial do Holocausto

Memorial do Holocausto

Continuando o passeio, cheguei à Judenplatz, a praça que fica no antigo bairro judeu de Viena.

No centro dela, vemos o Memorial do Holocausto, que como o nome sugere, é em homenagem às vítimas das atrocidades promovidas por Hitler durante o Terceiro Reich.

Ali pertinho fica outra praça famosa da cidade – a Am Hof – cujo nome se refere ao antigo palácio real que ficava ali próximo (e onde hoje está o Hofburg). Também já foi um assentamento na época da invasão dos romanos, um mercado de alimentos e já até sediou uma Casa da Moeda em outras épocas.

Hoje, ela tem alguns destaques a serem vistos:

• A coluna Mariensäule, com uma estátua de Nossa Senhora no alto (ornada com uma bela aréola de estrelas douradas) criada em comemoração ao fim da ameaça sueca na Guerra dos 30 Anos;

• A Capela do Coro dos 9 Anjos, cuja fachada conta com uma imagem da Virgem Maria como a rainha dos 9 anjos (espalhados no alto da construção). Entrou para a história porque foi do seu terraço que anunciaram o fim do Sacro Império Romano Germânico em 1806;

• O Palácio Collalto, onde o famoso músico Mozart se apresentou pela 1ª vez aos 6 anos de idade;

• A bonita fachada do Bürgerliches Zeughaus, o antigo Arsenal Civil de Viena (hoje é a sede dos Bombeiros). Destaque para a águia de 2 cabeças, símbolo dos Habsburgo, com o brasão de Viena no peito e as estátuas segurando uma bola dourada no alto.

Am Hof: Em destaque na foto, a Mariensäule e as esculturas no topo do Bürgerliches Zeughaus. Nas fotos menores, o Palácio Collalto (no alto) e a Capela do Coro dos 9 Anjos (em baixo)

Am Hof: Em destaque na foto, a Mariensäule e as esculturas no topo do Bürgerliches Zeughaus. Nas fotos menores, o Palácio Collalto (no alto) e a Capela do Coro dos 9 Anjos (em baixo)

Seguindo em frente, cheguei a outra rua famosa de Viena, que é só para pedestres: a Graben. É cheia de lojas, cafés, restaurantes... E também de gente! É um vai-e-vem danado de vienenses e turistas, dando um ar bem vivo e agradável ao local.

Não deixe de reparar nas 2 bonitas fontes barrocas que há nas extremidades opostas desta rua: a Josephsbrunnen (em homenagem a São José) e a Leopoldsbrunnen (dedicada a São Leopoldo).

Graben

Graben

Entre as 2 e no meio da rua, encontramos a Pestsäule, um monumento em homenagem ao término do surto de Peste Bubônica que dizimou ⅓ da população de Viena no final do século 17.

Achei de gosto meio duvidoso. É uma confusão de esculturas que retrata a Santíssima Trindade (em destaque dourado no topo) e a imagem do imperador da época – Leopoldo I – de joelhos rezando.

Praticamente em frente à Pestsäule, desviando brevemente da Graben, fui visitar a belíssima Peterskirche, uma das principais igrejas de Viena.

Dedicada a São Pedro, a atual versão é do século 18 e lindamente barroca. O interior é bem característico deste estilo arquitetônico, que costuma contar com obras cheias de detalhes rococós. Mas o destaque principal é a cúpula que traz um afresco retratando a coroação de Nossa Senhora.

A bela e barroca Peterskirche

A bela e barroca Peterskirche

Seguindo pela Graben, cheguei novamente à Stephansdom. Nesse momento, caminhei até um dos restaurantes mais famosos de Viena: Figlmüller.

Entrada da Figlmüller

Entrada da Figlmüller

Há 2 filiais próximas à catedral, sendo a principal a da estreita rua Wollzeile, que foi a que visitei.

Trata-se de um estabelecimento minúsculo (e lotado) que serve o prato mais famoso de Viena: o Wiener Schnitzel – um bife de porco, bem fininho e frito à milanesa.

Experimentei várias versões em minha estada na Áustria e digo que, pela minha experiência, este foi o mais gostoso que comi. E olha que nem sou lá muito fã de carne de porco!

Wiener Schnitzel

Wiener Schnitzel

A versão da Figlmüller é gigantesca, quase do tamanho de uma pizza média. Apesar de o bife ser bem fino, é coisa à beça.

A menos que a sua fome esteja de leão, dá pra 2 pessoas comerem 1 bifão desses tranquilamente – que ainda vem com uma espécie de batata rösti de acompanhamento.

DICA: Se quiser experimentar o tradicional schnitzel da Figlmüller, oriento chegar cedo, no mais tardar meio-dia (o ideal seria um pouco antes). Digo isso porque o estabelecimento é minúsculo e logo fica lotado – já que é bastante procurado pelos turistas. Ou então ir à filial dele, que fica ali próximo na Bäckerstraße e que costuma ser (um pouquinho) menos cheia.

Saindo de lá, peguei o metrô e fui visitar outra igreja famosa de Viena: a Karlskirche.

O bonito edifíco foi construído no século 18 como pagamento de uma promessa feita pelo Imperador Karl IV caso a cidade se livrasse de uma nova epidemia de Peste que ocorreu na ocasião. Tanto que foi dedicada a São Carlos Borromeu, padroeiro das vítimas de epidemia.

Karlskirche

Karlskirche

Sua fachada foi uma das mais curiosas que vi em igrejas. Apesar de ter basicamente uma arquitetura barroca, ela conta com alguns detalhes de estilos relacionados a outros templos religiosos, como o pórtico de um templo greco-romano no centro e os minaretes nas laterais, lembrando uma mesquita.

Para visitar o interior é preciso pagar ingresso (preço). E como achei isso um absurdo, eu acabei decidindo não entrar.

Não é nem pelo dinheiro em si, mas pelo fato de se cobrar ingresso para entrar numa igreja. Se é um templo religioso, deveria ter entrada livre para o público em geral. Por acaso é algum museu? Acho um abuso...

O interior, dizem, é muito bonito e há um elevador interno que leva o visitante até pertinho da cúpula para poder ver todos os detalhes (a subida está inclusa no ingresso).

Kapuzinerkirche

Kapuzinerkirche

De lá fui caminhando até a Ringstrasse e, na altura da Ópera, segui em direção ao centro histórico para visitar a Kapuzinerkirche – a Igreja dos Capuchinhos.

A ideia não era ver a igreja em si, cuja decoração é bastante simples, diga-se de passagem. Mas sim visitar a Kaisergruft, a cripta que está no subsolo e abriga os túmulos dos membros da dinastia Habsburgo.

Os sarcófagos são, na grande maioria, feitos de bronze e são tão decorados que faz com que o local acabe sendo um belo (e macabro) museu de arte. Destaque para os túmulos da Imperatriz Maria Theresa e seu esposo Franz I (o mais bonito e imponente) e o do Imperador Franz Joseph e sua esposa Sissi – uma espécie de “Lady Di” do século 19 e muito querida pelos austríacos.

Os túmulos da Kaisergruft. Belas (e macabras) obras de arte em bronze. Em destaque, no alto: o túmulo da Imperatriz Maria Theresa e seu esposo (esq) e do Imperador Franz Joseph ladeado por sua esposa Sissi e o filho deles (dir)

Os túmulos da Kaisergruft. Belas (e macabras) obras de arte em bronze. Em destaque, no alto: o túmulo da Imperatriz Maria Theresa e seu esposo (esq) e do Imperador Franz Joseph ladeado por sua esposa Sissi e o filho deles (dir)

A visita à igreja é gratuita, mas a descida até a cripta é paga. O site traz as informações sobre a visita, mas só em alemão.

Saindo de lá, desci até a rua Augustinerstraße, onde logo na esquina me deparei com o Albertina, que foi o palácio da filha preferida da Imperatriz Maria Theresa e que hoje abriga um museu de arte com obras de Michelangelo, Da Vinci, Monet, Rubens e outros mestres das artes.

Passei direto por ele e fui dar uma olhada na igreja Augustinerkirche, que fica um pouco mais adiante na Augustinerstraße. Simples e de estilo barroco, ela era a capela principal da corte austríaca. Foi lá que a Imperatriz Maria Theresa se casou e também a Princesa Sissi com o Imperador Franz Joseph. Até Napoleão Bonaparte casou ali, em 1812 (com Maria Luisa de Habsburgo).

Túmulo de Maria Cristina, feito por Canova

Túmulo de Maria Cristina, feito por Canova

Mas o que chama mesmo a atenção é o bonito túmulo de Maria Cristina (a tal filha preferida da Imperatriz Maria Theresa), criado por Antônio Canova, e também a Capela de São Jorge onde vemos 54 urnas de prata contendo os corações dos membros da dinastia Habsburgo.

CURIOSIDADE: Quando um Habsburgo morria, seu corpo era aberto e suas vísceras distribuídas por Viena, num ritual pra lá de bizarro – o coração era colocado numa urna e levado para a Augustinerkirche, as outras vísceras iam para a cripta da Stephansdom e o que restou do corpo, ia para a Kaisergruft na Igreja dos Capuchinhos.

Seguindo em frente por essa rua, passei pela Josefsplatz onde vemos o edifício da Biblioteca Nacional, que conta com uma bela fachada de estátuas e o interior é lindo – e que passei direto, sem entrar.

Seguindo mais a frente chegamos à Michaelerplatz, uma praça redonda onde vemos, no centro, as ruínas da antiga Vindobona, a cidade da época dos romanos que deu origem a Viena.

Entrada principal do Hofburg de Viena

Entrada principal do Hofburg de Viena

Mas o destaque inegável do local é a entrada principal do Complexo Hofburg – o antigo Palácio Imperial e residência oficial dos Habsburgo.

São vários edifícios (começando nos que estão na Josefplatz e dominando todo o quarteirão) que correspondiam aos aposentos, estábulos, salões, capelas que compunham o palácio.

Eis outro arrependimento nesta viagem: não ter tido tempo de explorar o Hofburg. Há vários e lindos museus em suas dependências que exigiriam muitas horas (ou até o dia todo) para visitar com calma.

Pátio interno do Hofburg

Pátio interno do Hofburg

Confesso que tinha esperanças de conseguir ter tempo de visitar pelo menos 1 dos museus que há lá dentro, nesse ponto do roteiro. Mas cheguei ao local no meio da tarde e já bastante cansada das andanças, de modo que eu não iria aproveitar direito o passeio.

Se você conseguir ser mais rápido(a) que eu nesse dia, dá tempo de visitar alguma coisa lá dentro. Os destaques do Hofburg são o Kaiserappartements, onde estão os aposentos reais, o Museu Sissi e a Câmara de Prata (com acervo de prataria) e o Schatzkammer, com exposição do tesouro de arte sacra e as jóias da Coroa.

Neue Burg

Neue Burg

É possível passear, gratuitamente, pelos pátios internos e atravessar o complexo até a saída que há na Ringstrasse (lembra que o vimos brevemente no dia anterior?). É lá que está o museu que mais atraiu minha atenção, o Neue Burg – a ala mais nova do palácio onde funciona um centro de conferências e um museu no estilo do Kunsthistorisches Museum.

E que também passei direto e, mais uma vez, me arrependi amargamente de não ter tido tempo de visitar...

Burgtor

Burgtor

Ali ao lado você notará um pórtico na beirada da Ringstrasse. Trata-se do Burgtor, um monumento erguido em 1824 em homenagem aos veteranos das guerras napoleônicas – e que hoje abriga o túmulo do soldado desconhecido.

Logo em frente ao Neue Burg está o Volksgarten, um belo parque verde criado após a derrubada da muralha de Viena.

Nele há alguns monumentos em destaque, como o Theseustempel (uma miniatura do Templo de Hefeso de Atenas), o Garten Café (onde ficava um espaço de concertos onde o músico Strauss andou tocando) e o Monumento à Imperatriz Sissi, no extremo norte.

Café Sacher

Café Sacher

Saindo de lá fui caminhando até a rua que fica nos fundos da Ópera para uma pausa.

A ideia era ir até o luxuoso e tradicional Hotel Sacher, cuja confeitaria, chamada Café Sacher, serve outra guloseima muito famosa de Viena e que eu estava louca para experimentar: a Sachertorte.

Trata-se de uma torta de chocolate bem escura, criada em 1832 por Franz Sacher e produzida na confeitaria do hotel desde então. Há versões similares por vários outros cafés, mas a original é essa produzida no Hotel Sacher de Viena.

Sachertorte

Sachertorte

Olhando a imagem dela, você espera que o sabor seja uma explosão de chocolate ou então que seja uma torta de chocolate amargo de gosto forte, não é mesmo? Só que não! Ela tem gosto frutado, é meio úmida (tipo um pão de ló molhado) e quase não é doce.

Gosto não se discute e pode ser que você aprecie o sabor. Mas pra mim, a Sachertorte decepcionou. Não achei nada, NADA demais...

DIA 3 – Schönbrunn

O ultimo dia estava reservado para a visita ao belíssimo Palácio Schönnbrunn.

Palácio Schönnbrunn

Palácio Schönnbrunn

Considerado como a “Versalhes de Viena”, ele foi a residência de verão dos Habsburgos e que hoje foi convertido num museu onde podemos ver como eram os aposentos nos tempos áureos.

Ainda é possível visitar os lindos jardins que ficam nos fundos – também nitidamente inspirado em Versalhes. Só não é exatamente igual porque o terreno do jardim sobe uma colina até chegar ao Gloriette, de onde conseguimos ter uma visão aérea de Viena.

DICA: Chegue pouco antes do horário de abertura para evitar filas. Fiz isso e foi um acerto, pois uns 30 minutos depois já estava lotado de turistas.

Escrevi um post só sobre esse passeio, onde trago mais relatos, dicas e informações úteis sobre a visita ao Palácio de Schönbrunn em Viena – que foi uma das mais legais que fiz na Áustria. Não deixe de conferí-lo.

Esse passeio geralmente leva o dia todo, se realizado com calma (assim como ocorre quem visita Versalhes). Mas para quem for mais rápido e sucinto, dá pra fazer em um meio período, sobrando algumas horas extras livres no dia.

Se for o seu caso, eis algumas interessantes sugestões do que fazer no restante do dia:

Escolher um dos museus relatados no post para visitar com calma;

Andar de charrete pela cidade. Há vários cocheiros espalhados pelo centro histórico e Ringstrasse oferecendo esse passeio;

• Passear pela Kärntner Straße, que liga a Ringstrasse (na altura da Ópera) à Stephansdom. É cheia de lojas e cafés vienenses.

• Dar uma esticada até a periferia da cidade e subir na Donauturm, uma torre de 150 metros de altura localizada num parque próximo ao Rio Danúbio e que oferece uma vista incrível de Viena (confira o preço e horários).

Bater perna pela MariaHilfer Straße, que é cheia de lojas e se mostrou um comércio bem atrativo – pro “padrão euro”, é claro.

Esse último item foi a minha opção de escolha. Terminei meu passeio por Schönbrunn por volta das 16:00h e optei por utilizar o restante da tarde nesta avenida, o que foi uma grata surpresa.

Além do mais, eu estava um pouco cansada das andanças pelo palácio e como meu hotel ficava na MariaHilfer Straße, então preferi ficar pelas imediações da minha hospedagem.

Considerações Finais

Eu já esperava que Viena seria uma cidade que me encantaria pela elegância tão falada por quem já passou por lá. Mas confesso que ela superou minhas expectativas.

Como fiquei pouco tempo, saí de lá com gostinho de “quero mais” e já penso em retornar em outra ocasião para ficar mais dias – e, quem sabe, casar essa visita com uma esticada a outros países vizinhos, do Leste Europeu (Budapeste na Hungria e Bratislava na Eslováquia costumam ser as mais realizadas).

Mas nada impede também de continuar rodando pela Áustria – um país lindo e que adorei conhecer.

DICA: Se for passear pela capital austríaca por conta própria, como eu fiz, não deixe de conferir o nosso post que traz um guia completo de como utilizar o transporte público de Viena.

Dicas importantes para seu planejamento de viagem à Áustria

Pretende passear pelo país de trem? Então não perca nosso post que te explica como utilizar os trens na Áustria.

Para não entrar em nenhuma roubada na sua estada pelo país, não deixe de ver nossas dicas de sobrevivência para quem vai à Áustria.

• Aqui no blog temos também outros roteiros de o que fazer nas cidades de Innsbruck e Salzburgo.

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Galeria de Fotos:

10 Comentários
  1. Karla

    Fernanda, muito rico o seu roteiro. Simplesmente adorei!!! Estou indo para Viena em fev/2017 e vou ficar esta mesma quantidade de dias, ou seja um roteiro completinho de mão beijada rsrsrsrsrsr.
    Obrigada

    • Fernanda Rangel

      Oi, Karla!
      Obrigada pelo elogio! 😀
      Fico muito contente pelo post ter lhe sido útil.
      O único problema de ficar apenas 3 dias em Viena é que a gente volta de lá com gostinho de “quero mais”, pois a capital austríaca é uma graça! Certeza que voltarei um dia pra ficar mais tempo.
      Uma ótima viagem pra vc!

  2. Priscila

    Boa noite Fernanda.
    Primeiramente, gostaria de parabenizar pelos seus posts que A-DO-RO!!! Me ajudou muito quando fui para Roma. Eu gostava de saber, mais ou menos quanto tem de duração a roda gigante Wiener Riesenrad. Estou com algum receio porque gostaria de conhecer essa atração tão típica, mas pelo roteiro que eu programei, só vou ter algumas horas durante a manhã do meu último dia em Viena, porque depois irei para Praga.
    Obrigada e um beijinho

    • Fernanda Rangel

      Oi, Prscila!
      Eu que agradeço o elogio! 😉
      Fico muito contente por vc estar retornando ao blog para planejar a próxima viagem.
      A roda gigante levou uns 20 a 30 min pra dar uma volta completa. Ela gira bem devagar e ainda pára às vezes pras pessoas entrarem e saírem. E olha que o parque estava vazio!
      Vc fará o mesmo que eu fiz: cheguei cedinho no Parque Prater, pra andar na Wiener Riesenrad logo que abrisse. De lá, voltei pro hotel, fiz o check-out e fui pra Hauptbahnhof pegar o trem para Praga, que saiu às 13h. Cheguei na estação por volta do meio-dia.
      Bjs

  3. André Sucupira

    Olá Fernanda,

    Mais uma vez arrasou!

    Sempre leio seus roteiros para ter uma ideia. Estou indo pra Viena em fevereiro próximo, mas achei o DIA 2 bem pesado, que horas vc concluiu o roteiro. Pois em alguns ponto que vc só passou eu gostaria de entrar, mas acho que não vai dar tempo.
    Help me! kkkk

    • Fernanda Rangel

      Oi, André!
      Desculpe a demora e obrigada pelo elogio! 😀
      Esse 2º dia foi bem cheio, mas deu pra fazer tudo, porque essas atrações estão relativamente próximas. Claro que andei o dia inteiro, mas dá pra fazer sim. E lembro que terminei tudo entre 16:30 a 17:00.
      O que eu gostaria de ter visitado melhor é o Complexo Hofburg, que eu só passei. Mas eu precisaria de quase 1 dia pra ver tudo direito e com calma, e eu não tinha esse tempo…
      Outra coisa que só vim a me arrepender quando voltei foi o Museu de História Natural que tem na Maria-Theresien-Platz. No início, não tava nem ligando de não ter ido, mas quando voltei, vi um episódio do programa “Mundo Museu” que passa no canal a cabo “Globosat Mais” que foi só sobre ele e achei uma visita incrível! E aí me deu um baita arrependimento de não ter ido. Mas tudo bem, eu não teria tempo hábil mesmo…
      Por isso que digo que Viena é papo pra uns 5 dias, no mínimo. É uma cidade com muita coisa bacana pra conhecer e visitar.
      Abs

      • André Sucupira

        Oi Fernanda!

        Muito obrigado pela resposta.
        Com certeza assistirei o programa. Quero visitar o complexo de Hofburg com mais calma, porém só tenho 3 dias.

        Se não for pedir demais poderia dar uma olhada num roteirinho que fiz? Posso mandar pro seu email.
        Mas desde já agradeço a atenção e boa vontade em ajudar ao novos descobridores. rsssss

        • Fernanda Rangel

          Oi André
          A gente não tem um e-mail para essa finalidade. Preferimos deixar o bate-papo todo aqui pelos comentários, até pra servir de ajuda para outras pessoas que possam também estar com dúvidas.
          Abs

  4. Sofia

    Eu e 3 amigas iremos a Viena em setembro… Salvei seu roteiro e provavelmente faremos praticamente tudo o que vc fez. Adorei encontrar tudo explicadinho e com fotos, Obrigada pela generosidade.
    Um abraço!

    • Fernanda Rangel

      Oi, Sofia!
      Eu que agradeço o elogio!
      Fico muito contente pelo post ter sido útil para o seu planejamento.
      Curtam bastante Viena. A cidade é um charme só!
      Grande abraço!

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